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Executiva
Preservar a integridade, a segurança e a saúde das pessoas sempre foi, e continua sendo, o verdadeiro centro do processo.
Por Márcio Pereira de Barros*
Meu nome é Márcio Pereira de Barros, sou cofundador da Executiva Inteligência em Terceiros e tenho orgulho de dizer que fui pioneiro no desenvolvimento do processo de Gestão de Terceiros no mercado nacional.
Mas essa história não começou com métodos, plataformas ou documentos.
Ela começou com uma inquietação.
Ao longo da minha trajetória profissional, percebi que havia algo errado na forma como a terceirização era conduzida. Reduzir a Gestão de Terceiros à simples guarda de documentos sempre me pareceu insuficiente e, de certa forma, desumano.
Porque um documento arquivado não protege as pessoas.
Um papel assinado não garante dignidade.
E cumprir uma exigência formal não significa, necessariamente, fazer o que é certo.

Márcio Pereira de Barros: o papel de manter viva e equilibrada a relação entre tomador e fornecedor.
Foi nesse ponto que compreendi que a Gestão de Terceiros precisava ser muito mais profunda.
Ela precisava proteger o tomador de serviço, sim, garantindo segurança, tranquilidade e foco em seu core business. Mas também precisava valorizar o fornecedor, parte essencial e insubstituível da cadeia produtiva.
E, acima de tudo, precisava cuidar de quem realmente sustenta toda essa estrutura: o trabalhador terceirizado.
Preservar a integridade, a segurança e a saúde dessas pessoas sempre foi, e continua sendo, o verdadeiro centro do processo. Porque são elas que estão no campo, enfrentando riscos reais, entregando resultados e movimentando a economia todos os dias.
Estou falando de um processo construído ao longo de quase 30 anos. Um período marcado por aprendizados, ajustes, erros e acertos. E foi vivendo essa realidade de perto que percebi algo fundamental: a forma como os documentos eram tratados já não acompanhava a necessidade do mercado.
A guarda física deixou de fazer sentido. Não era eficiente, nem segura, nem lógica.
Foi nesse momento que lancei no mercado o conceito de Papel Zero.
Todos os documentos passaram a ser digitais, organizados e armazenados em nuvem. Isso não significou apenas tecnologia. Significou tempo ganho, decisões mais rápidas e menos barreiras entre as pessoas e a informação. Significou evolução.
E talvez o ponto mais revelador dessa história esteja justamente no que ainda não foi dito.
Você percebeu que, em nenhum momento, usei a palavra “risco”?
Esse termo, tão comum quando se fala em Gestão de Terceiros, nunca teve a minha concordância. Porque trabalhar com base no risco é, muitas vezes, trabalhar com base no medo. E medo não constrói relações sólidas.
Ao longo de todos esses anos, o papel da Executiva sempre foi outro: manter viva e equilibrada a relação entre tomador e fornecedor.
Criar um processo em que o tomador possa focar no que faz de melhor, enquanto confia à Executiva a gestão responsável, humana e estratégica de toda a sua cadeia terceirizada.
Essa não é apenas uma metodologia.
É uma convicção construída com o tempo.
É uma forma de enxergar pessoas antes de enxergar processos.
O DNA da Executiva sempre esteve ligado à inovação e à capacidade de identificar as necessidades que o mercado apresenta.
Com essa visão, e com as mudanças na forma como o mercado passou a encarar a Gestão de Terceiros, entendi que era o momento de desenvolver um sistema robusto, mas, acima de tudo, amigável, capaz de gerenciar não apenas a documentação, mas toda a vida do contrato entre tomador e fornecedor.
Foi com essa percepção que desenhei a primeira versão do SG3, nosso Sistema de Gestão de Terceiros.
Cada campo foi pensado para facilitar a interação com o fornecedor de maneira intuitiva e amigável, ao mesmo tempo em que oferece ao tomador uma visão gerencial e estratégica de seus fornecedores.
Quantidades, passivos, documentos ofensores e outras informações indispensáveis para a gestão passaram a estar disponíveis de forma clara, estruturada e acionável.
Mas a principal funcionalidade do sistema, aquela que fiz questão de colocar no centro da sua concepção, foi a customização.
O SG3 nasceu para atender às necessidades presentes e futuras das empresas, seja em relação à legislação, seja diante das demandas específicas do mercado ou das particularidades de cada cliente.
Com essa premissa, tenho orgulho de afirmar que construímos um sistema que se tornou referência no mercado. Uma fonte de informação e gestão para o contratante, com dashboards e relatórios gerenciais, e também uma ferramenta valiosa para o fornecedor, que passa a ter acesso à gestão de seus documentos com análises precisas e técnicas.
Com o uso intensivo das melhores tecnologias e investimentos consistentes em inteligência artificial, consolidamos a Executiva como uma empresa líder de mercado, unindo tecnologia e pessoas.
É por isso que seguimos fazendo Gestão de Terceiros de um jeito diferente.
Com cuidado.
Com propósito.
Com responsabilidade.
Com tecnologia.
E, principalmente, com pessoas, nosso maior patrimônio.
*Márcio Pereira de Barros é Co-Fundador da Executiva Inteligência em Terceiros.