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Tomar decisões estratégicas nunca exigiu tanto das empresas. Nos últimos anos, a gestão de terceiros se tornou ainda mais complexa e passou a depender de informações rápidas, organizadas e confiáveis. Sem isso, as organizações operam no escuro, acumulam riscos e apenas reagem a problemas em vez de preveni-los.

A nova versão do SG3, a plataforma de gestão de terceiros da Executiva, foi desenvolvida para mudar essa realidade. Recentemente, o sistema evoluiu para ajudar empresas a transformar dados inteligentes em decisões estratégicas, com mais segurança, clareza e controle sobre fornecedores e equipes terceirizadas.

Leia também: SG3: a evolução que transforma dados em resultados para o seu negócio

O SG3 ficou mais simples, robusto e inteligente

A estrutura do SG3 continua sólida, mas graças ao trabalho dedicado do setor de tecnologia da Executiva ganhou novas camadas de inteligência, automação e integração. A plataforma agora conecta informações dispersas, interpreta padrões e apresenta tudo de forma organizada. Dessa forma, o que antes exigia planilhas e cruzamento manual de dados agora aparece em poucos cliques.

Essa evolução permite que gestores tenham uma visão direta e completa da operação, o que inclui indicadores mais claros, análises mais profundas e alertas que antecipam riscos.

A presença da Exia: inteligência aplicada ao dia a dia

A Exia, inteligência artificial da Executiva, ganhou papel central no SG3. Com ela, a plataforma identifica inconsistências de modo mais assertivo, aponta riscos e transforma dados brutos em informações relevantes para o negócio.

A IA opera em três linhas principais:

  1. Analisa documentos e identifica problemas que poderiam passar despercebidos;
  2. Sinaliza riscos atuais e históricos com necessidade de ação imediata;
  3. Organiza dados complexos em painéis simples, fáceis de interpretar.

Esse processo reduz erros manuais e aumenta a precisão das decisões. É o que permite transformar dados inteligentes em decisões estratégicas de verdade.

Dashboards intuitivos: informação que gera ação

Os dashboards do SG3 foram redesenhados para tornar a operação mais visual e intuitiva. Agora, gestores acompanham em tempo real os seguintes aspectos:

  • Situação documental dos fornecedores
  • Pendências críticas e níveis de conformidade
  • Movimentação de colaboradores terceirizados
  • Indicadores de auditoria e desempenho por período

Essa organização facilita a leitura do cenário e ajuda a identificar tendências antes que se tornem problemas.

Decisões mais rápidas e alinhadas ao negócio

Ao centralizar dados e eliminar ruídos, o SG3 reduz o tempo de resposta das equipes e fortalece a governança. Processos antes manuais se tornam automáticos. Riscos passam a ser monitorados com precisão. A empresa ganha consistência, previsibilidade e maior capacidade de adaptação.

A qualidade da informação também contribui para reduzir passivos trabalhistas, retrabalho e custos operacionais. Assim, a maturidade na gestão se traduz em segurança e eficiência.

Sua empresa precisa transformar dados inteligentes em decisões estratégicas?

Conforme você pôde observar neste artigo, a evolução do SG3 marca um novo padrão para empresas que tratam a gestão de terceiros como parte estratégica do negócio. Com IA integrada, dashboards redesenhados e processos automatizados, a plataforma permite que líderes tomem decisões baseadas em dados claros, e não em interpretações fragmentadas.

Se o objetivo da sua empresa é transformar dados inteligentes em decisões estratégicas, a Executiva está pronta para apoiar esse movimento. Conheça o novo SG3 e descubra como uma gestão mais simples, precisa e inteligente pode fortalecer toda a sua operação.

Chame no WhatsApp: (11) 93414-7700 | E-mail comercial@executiva.com.br.

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Nos últimos anos, o debate sobre trabalho análogo à escravidão no agro voltou ao centro das discussões. 

Casos detectados em indústrias ligadas ao agronegócio, incluindo vinícolas do Rio Grande do Sul, mostraram que ainda existem falhas sérias na forma como muitas empresas controlam suas cadeias produtivas

Eles também evidenciaram algo básico: quando a gestão de terceiros não funciona, o risco trabalhista e reputacional aumenta de forma imediata.

Leia também: Gestão de terceiros: como evitar riscos e salvar seu negócio amanhã

 

Complexidade do agronegócio: quando o risco se instala?

O agronegócio costuma operar com cadeias extensas, mão de obra numerosa e fornecedores espalhados pelo país. Em um ambiente assim, a falta de controle documental, a ausência de indicadores e a pouca visibilidade sobre prestadores criam espaço para irregularidades. Basta um fornecedor trabalhar fora das regras para toda a marca ser afetada.

A raiz do problema é conhecida. A sazonalidade do setor exige contratações rápidas, muitas vezes com prestadores pouco estruturados. Documentações chegam incompletas, informações se perdem no fluxo e as empresas têm dificuldade em acompanhar, em tempo real, quem está de fato apto a atuar. Quando a operação acelera e o controle não acompanha, o risco se instala.

A importância da tecnologia para a conformidade no agro

A tecnologia mudou esse cenário. Hoje, plataformas especializadas permitem:

  • Centralizar documentos
  • Automatizar conferências
  • Monitorar terceiros com precisão. 

Em linhas gerais, elas substituem processos manuais lentos por análises rápidas e contínuas, que reduzem lacunas e tornam a cadeia rastreável.

O SG3, plataforma de gestão de terceiros da Executiva, é um exemplo desse avanço. Ele valida documentos, identifica pendências, acompanha o status de cada fornecedor e utiliza inteligência artificial da Exia para transformar dados em informações úteis. 

Mais controle, menos risco e maior transparência

O resultado inclui mais controle, menos risco e maior transparência sobre todas as etapas da operação. Empresas do agro passam a enxergar seus fornecedores de ponta a ponta e conseguem agir antes que qualquer irregularidade gere um passivo.

Mas tecnologia não funciona sem governança. Critérios claros de contratação, auditorias constantes e comunicação direta com fornecedores são partes imprescindíveis dessa construção. A tecnologia mantém o ritmo e a escala que a operação exige. Por sua vez, a governança garante que todos sigam o mesmo padrão.

Visibilidade e rastreabilidade para combater o trabalho análogo à escravidão no agro

Combater o trabalho análogo à escravidão no agro exige exatamente isso: visibilidade, rastreabilidade e decisões baseadas em dados. Empresas que dependem de processos manuais vivem no escuro. Já as organizações que confiam sua gestão de terceiros a quem tem expertise reconhecida no mercado reduzem riscos, protegem sua reputação e fortalecem sua relação com o mercado.

As organizações do agronegócio podem contar com a Executiva para conduzir uma gestão de terceiros completa, digital e orientada à prevenção. Com o SG3, sua cadeia produtiva opera com integridade, segurança e confiança.

Entre em contato agora mesmo e descubra como podemos apoiar suas operações: (11) 93414-7700. 

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A terceirização tornou-se peça central nas estratégias de empresas que buscam eficiência, especialização e um diferencial competitivo no mercado. Contudo, sem gestão adequada, o que deveria gerar vantagem pode se transformar em um passivo milionário.

Multas trabalhistas, autuações por descumprimento de normas de segurança e danos à reputação são consequências diretas quando a conformidade não é monitorada em tempo real.

No primeiro semestre de 2025, segundo dados do MTE, o Brasil registrou 380.376 acidentes de trabalho com 1.689 vítimas fatais, um aumento de 9% nos acidentes e 5,63% nos óbitos em comparação com o mesmo período de 2024, com destaque negativo para os setores de construção civil e transporte, onde grande parte da força de trabalho é terceirizada.

Uma pergunta simples e direta: sua empresa sabe, neste momento, se todos os terceiros em operação estão em conformidade legal e de segurança?

 

Leia também: Terceirização de atividade-fim é legal: quais são os impactos para empresas privadas?

 

Normas, auditorias e a urgência de adequação

É inegável que a pressão regulatória não para de aumentar. Em 2023, foram contabilizados 2.888 acidentes fatais no Brasil, de acordo com dados do MTE. Construção civil e transporte rodoviário aparecem entre os setores mais afetados.

Esses números ajudam a demonstrar que não basta contratar terceiros. É indispensável comprovar, por meio de auditorias e fiscalizações, que a empresa exerce controle contínuo sobre condições de trabalho, obrigações contratuais e requisitos legais.

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, há cerca de sete meses, que a responsabilidade subsidiária da tomadora de serviços é configurada quando existe a comprovação de que a contratante foi negligente na fiscalização do contrato. Ou seja: não é possível terceirizar responsabilidades — a obrigação de vigiar e acompanhar é intransferível.

 

Responsabilidade subsidiária e solidária

A Lei da Terceirização nº 13.429/2017 reforçou que a empresa tomadora responde de forma subsidiária pelas obrigações trabalhistas se a contratada não cumprir seus deveres.

Na prática, se a terceirizada falha, o problema recai sobre a contratante. E, em casos de negligência grave ou fraude, a jurisprudência já reconhece situações de responsabilidade solidária, em que ambas podem ser cobradas conjuntamente.

O recado é direto: terceirizar, por si só, não elimina riscos, apenas os redistribui. E, cada vez mais, a responsabilidade recai sobre quem contrata.

 

O papel da tecnologia: prevenção em escala

O cenário atual exige mais do que relatórios manuais, frequentemente propensos a imprecisões e erros que geram graves prejuízos. É preciso ter visibilidade total e em tempo real sobre terceiros.

Com base nisso, ferramentas dotadas de alta tecnologia como o SG3, o MSP e a Exia IA, desenvolvidas pela Executiva, já estão ajudando inúmeras empresas de diversos setores a transformar esse desafio em vantagem competitiva. Veja os principais benefícios:

  • Rastreabilidade completa – cada acesso, documento e autorização monitorados do início ao fim.
  • Auditoria em tempo real – conformidade validada instantaneamente, mesmo em áreas sem conexão.
  • Visão estratégica dos riscos – dashboards e relatórios que permitem agir antes que o problema vire passivo.

Em um contrato recente no setor portuário, por exemplo, o SG3 bloqueou automaticamente acessos de prestadores sem ASO atualizado — evitando que a contratante sofresse autuação em auditoria surpresa.

A mensagem é clara: muito mais do que uma mera tendência, a tecnologia implementada de forma estratégica é requisito de sobrevivência para a gestão de terceiros.

 

O próximo passo

Sem dúvida alguma, ignorar a gestão estratégica de terceiros hoje é abrir espaço para multas, passivos trabalhistas e danos à reputação amanhã.

A pergunta que os líderes precisam responder é simples: minha empresa está realmente pronta para a próxima fiscalização?

Na Executiva, acreditamos que compliance, tecnologia e gestão integrada não são artigos de luxo, mas sim condições imprescindíveis para quem deseja crescer de forma eficiente, sustentável e segura.

Chame um dos nossos consultores no WhatsApp agora mesmo e descubra como estruturar uma gestão de terceiros que protege sua empresa de multas e passivos ocultos: (11) 93414-7700 | E-mail comercial@executiva.com.br.