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Durante muitos anos, a gestão de terceiros foi tratada por grande parte das empresas como uma atividade essencialmente operacional. Em muitos casos, restrita à validação documental, ao cumprimento de requisitos legais mínimos ou ao controle administrativo de fornecedores.

Mas o cenário mudou.

Hoje, em setores como mineração, óleo e gás, offshore, energia, infraestrutura e indústria pesada, os maiores riscos das organizações frequentemente não estão mais apenas dentro de suas próprias operações — estão espalhados ao longo de toda a cadeia de fornecedores, prestadores de serviço e terceiros críticos.

E foi exatamente essa mudança que elevou o tema de Supply Chain Assurance ao nível dos conselhos de administração.

O risco invisível da cadeia

As operações industriais modernas tornaram-se extremamente complexas e interdependentes. Uma única planta pode envolver centenas — ou até milhares — de terceiros atuando simultaneamente em atividades críticas.

São fornecedores responsáveis por:

  • manutenção industrial,
  • alimentação,
  • logística,
  • facilities,
  • segurança,
  • transporte,
  • serviços offshore,
  • inspeções,
  • engenharia,
  • tecnologia,
  • mobilização operacional.

Nesse contexto, um documento vencido, um treinamento não realizado, uma falha de conformidade trabalhista ou uma inconsistência de SST deixam de ser apenas um problema administrativo.

Podem representar:

  • acidentes,
  • paralisações operacionais,
  • embargos,
  • passivos trabalhistas,
  • impactos reputacionais,
  • perda de produtividade,
  • comprometimento de contratos,
  • ou até riscos à vida humana.

O maior risco de uma operação muitas vezes não está no ativo principal da companhia — mas na parte da cadeia que ainda não está sendo devidamente enxergada.

Supply Chain Assurance: muito além da auditoria

O conceito de Supply Chain Assurance nasce justamente dessa necessidade de ampliar a visão sobre a cadeia de suprimentos.

Não se trata apenas de auditoria ou certificação.

Trata-se de garantir que toda a cadeia opere de forma:

  • segura,
  • rastreável,
  • resiliente,
  • sustentável,
  • e aderente às exigências regulatórias e operacionais do negócio.

Na prática, Supply Chain Assurance significa assegurar que terceiros e fornecedores críticos sejam tratados como uma extensão da própria operação.

Porque, no ambiente atual, o risco do fornecedor é, inevitavelmente, o risco da própria companhia.

Mineração e offshore: ambientes onde o risco se multiplica

Poucos segmentos evidenciam tanto essa realidade quanto mineração e offshore.

São operações com:

  • alto grau de criticidade,
  • múltiplos fornecedores simultâneos,
  • ambientes remotos,
  • exigências severas de segurança,
  • pressão por continuidade operacional,
  • elevada exposição reputacional,
  • e rígidos critérios regulatórios.

Ao longo de décadas atuando em operações complexas nesses ambientes, tornou-se evidente que muitas das maiores vulnerabilidades operacionais surgem justamente na interface entre contratantes e terceiros.

A gestão da cadeia deixou de ser apenas uma responsabilidade administrativa.

Ela passou a ser um componente essencial da estratégia operacional.

ESG operacional e reputação corporativa

Outro fator que acelerou essa transformação foi o avanço das agendas ESG.

Investidores, auditorias, seguradoras e grandes clientes globais passaram a exigir não apenas conformidade interna, mas também rastreabilidade e governança em toda a cadeia de fornecedores.

Hoje, empresas são cobradas por temas como:

  • segurança do trabalho,
  • condições dignas de operação,
  • gestão documental,
  • conformidade trabalhista,
  • sustentabilidade,
  • diversidade,
  • integridade da cadeia,
  • e responsabilidade compartilhada.

O impacto reputacional de falhas envolvendo terceiros tornou-se significativo demais para ser ignorado.

Por isso, o tema saiu definitivamente da esfera puramente operacional e passou a ocupar espaço nas discussões estratégicas de board.

Tecnologia, dados e inteligência operacional

A evolução tecnológica também transformou profundamente a forma como as empresas monitoram suas cadeias.

O mercado caminha rapidamente para modelos baseados em:

  • analytics,
  • inteligência artificial,
  • automação documental,
  • monitoramento contínuo,
  • indicadores preditivos,
  • rastreabilidade em tempo real,
  • e gestão integrada de riscos.

Nesse novo cenário, a gestão documental deixa de ser um fim em si mesma.

Ela passa a integrar um ecossistema mais amplo de resiliência operacional, continuidade do negócio e mitigação de riscos corporativos.

O futuro da gestão de terceiros

As organizações mais maduras já compreenderam que Supply Chain Assurance não é apenas uma tendência.

É uma necessidade estratégica.

Especialmente em ambientes industriais complexos, onde segurança, continuidade operacional, reputação e eficiência dependem diretamente da qualidade e da confiabilidade da cadeia de terceiros.

A nova fronteira da competitividade não está apenas na operação própria.

Está na capacidade de garantir que toda a cadeia opere com o mesmo nível de excelência, segurança e governança exigido pela companhia.

Porque, no fim, a resiliência operacional de uma empresa será tão forte quanto a resiliência da sua cadeia.

*Marilaine Costa é CEO da Executiva – Inteligência em Terceiros.

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Em um setor complexo como o da saúde, a gestão de terceiros exige, para além da agilidade, fatores como rastreabilidade, conformidade, segurança jurídica e capacidade de resposta em operações que não podem parar. Quando esse processo depende de análise estritamente manual, a tendência é mais lentidão, retrabalho e exposição a riscos.

Esse cenário ajuda a explicar por que a gestão de riscos de terceiros (TPRM) passou a ocupar lugar estratégico nas organizações. Segundo a pesquisa global mais recente da KPMG sobre TPRM, um terço das empresas sofreu perda monetária ou danos à reputação nos últimos três anos por vulnerabilidades associadas a terceiros, e 28% enfrentaram interrupções na cadeia de suprimentos. 

O mesmo estudo mostra que apenas 22% consideram a IA muito eficaz em TPRM, o que reforça um ponto importante: a tecnologia, sozinha, não resolve. É a combinação entre inteligência aplicada, qualidade dos dados e validação especializada que gera resultado real.

Leia também: 3 características essenciais que um bom software de gestão de terceiros precisa ter em 2026

O que muda com a IA na gestão de terceiros da saúde?

No setor da saúde, cada documento analisado e cada liberação realizada têm impacto direto na continuidade assistencial, na conformidade regulatória e na proteção da instituição. Por isso, acelerar auditorias sem perder qualidade passou a ser uma necessidade operacional.

Com a Exia, a Inteligência Artificial da Executiva – Inteligência em Terceiros integrada ao SG3 Analytics, a Executiva torna esse processo mais rápido e preciso. As auditorias administrativas são realizadas em até 8 horas úteis, enquanto as auditorias técnicas chegam em até 10 horas úteis. 

O ganho para as organizações não está apenas na velocidade operacional. Está na capacidade de cruzar informações, identificar inconsistências com mais assertividade e manter a governança sob controle, mesmo em ambientes de alta criticidade.

Tecnologia de ponta com verificação humana especializada: diferenciais da Executiva

A adoção de IA em processos críticos precisa ser tratada com responsabilidade. Em saúde, isso é ainda mais sensível. Por isso, a proposta da Executiva não está em substituir o olhar técnico, mas em ampliá-lo.

A Exia atua na leitura inteligente de documentos, no apoio à auditoria e na automação de etapas operacionais. Em paralelo, auditores experientes verificam os resultados, garantindo contexto, interpretação adequada e segurança na tomada de decisão. Esse modelo une o melhor dos dois mundos: produtividade tecnológica e critério técnico. O resultado é uma gestão de terceiros mais eficiente, segura e confiável.

“A IA ajuda na redução do tempo de mobilização de equipes – que é uma das principais dores das empresas atualmente – e, consequentemente, na diminuição de custos para as organizações. É um ganho de eficiência considerável. No caso específico da Executiva, nossa IA foi configurada para obter o máximo de assertividade nas auditorias, o que facilita o trabalho dos auditores no momento da validação”, destaca Robson Schmidt, diretor de TI da Executiva.

Mais governança para operações críticas

Conforme você pôde observar neste artigo, a gestão de terceiros da saúde precisa responder a pressões simultâneas: exigências regulatórias, riscos trabalhistas, controle documental, segurança assistencial e reputação institucional. Nesse contexto, governança não pode ser vista como burocracia. Ela precisa funcionar como estrutura de proteção do negócio.

Ao integrar IA, rastreabilidade e verificação especializada, a Executiva fortalece a governança com eficiência, segurança e agilidade. Isso reduz gargalos, melhora o controle sobre terceiros e apoia decisões mais consistentes em toda a jornada.

A discussão sobre IA na gestão de terceiros da saúde não deve girar em torno de automação pela automação. O ponto central é usar tecnologia de forma responsável para dar mais velocidade ao que é crítico, sem perder precisão, governança e segurança.

Proteção concreta para instituições de saúde

Com a Exia integrada ao SG3 Analytics, a Executiva entrega auditorias mais rápidas, precisas e verificadas por especialistas. É assim que a inovação se transforma em proteção concreta para instituições de saúde.

Somos a única empresa de gestão de risco de terceiros que garante velocidade em operações críticas, com blindagem jurídica e governança que protegem vidas, asseguram conformidade e preservam a reputação da instituição.

Fale com a Executiva e descubra como fortalecer sua operação com mais agilidade, conformidade e inteligência: (11) 93414-7700

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Por Ricardo Roca*

A bola rola, o estádio pulsa, o narrador grita e, por 90 minutos, parece que tudo aquilo simplesmente… acontece.

Mas não acontece.

A Copa do Mundo talvez seja o maior espetáculo esportivo do planeta e, também, silenciosamente, uma das maiores operações de gestão de terceiros já realizadas.

E quase ninguém presta atenção nisso.

Enquanto 22 jogadores disputam a bola, milhares de pessoas trabalham para que aquele jogo exista:

– segurança

– limpeza

– alimentação

– transporte

– tecnologia

– operação de estádio

– atendimento ao público

– transmissão

– logística internacional

Nenhuma dessas atividades é secundária. E quase nenhuma é executada diretamente por quem organiza o evento.

A Copa não é feita só por seleções.

Ela é sustentada por uma rede gigantesca de fornecedores.

E é aqui que começa o jogo que não aparece.

Porque, quando tudo funciona, ninguém nota.

Mas basta um problema: um atraso, uma falha, uma irregularidade, para que o espetáculo inteiro fique sob risco.

Não é diferente do futebol.

Um time pode ter um grande ataque, um meio-campo criativo, uma defesa sólida.

Mas, se alguém falha no momento errado, o resultado muda.

Na gestão de terceiros, é a mesma lógica, só que com impactos que vão além do placar.

Estamos falando de riscos operacionais, jurídicos e, principalmente, reputacionais.

Ricardo Roca é Gerente de Marketing da Executiva – Inteligência em Terceiros.

Organizar uma Copa do Mundo não é apenas coordenar jogos.

É orquestrar uma cadeia complexa de empresas, contratos, pessoas e responsabilidades, muitas vezes distribuídas entre países, legislações e contextos distintos.

É garantir que cada fornecedor, do mais estratégico ao mais invisível, esteja apto, regular e alinhado.

É transformar volume em controle.

E complexidade em previsibilidade.

Existe uma tendência natural de olhar apenas para o que é visível.

O gol.

O erro.

A jogada.

Mas, nos bastidores, o verdadeiro desafio está em garantir que nada dê errado.

E isso não se faz no improviso.

Não se faz na última hora.

E, definitivamente, não se faz sem método.

A grande verdade é que eventos como a Copa não são apenas organizados.

Eles são preparados por anos para que, durante algumas semanas, tudo pareça simples.

Essa é uma ilusão bem executada: fazer algo extremamente complexo parecer natural.

No mundo corporativo, a gestão de terceiros vive um dilema parecido.

Quanto mais invisível ela é, mais se assume que está sob controle.

Mas nem sempre está.

E, quando não está, o problema não aparece aos poucos.

Ele aparece de uma vez.

Talvez por isso a Copa seja uma metáfora tão poderosa.

Porque ela escancara, para quem quiser ver, uma verdade que vale para qualquer empresa: ninguém opera sozinho, e o risco raramente está onde todo mundo está olhando.

Nos próximos artigos, vou explorar esse “outro jogo”:

– o papel real dos fornecedores

– os riscos por trás de decisões aparentemente simples

– a responsabilidade de quem contrata

– e como tecnologia e método ajudam a transformar incerteza em controle

Porque, no fim, gerir terceiros não é muito diferente de montar um time.

A diferença é que, nesse caso, o erro não custa apenas um gol.

*Ricardo Roca é Gerente de Marketing da Executiva – Inteligência em Terceiros e autor do livro Linha de impedimento: onde História e Lenda de encontram.

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Nas últimas décadas, a terceirização se tornou um dos pilares operacionais das empresas modernas. Cadeias produtivas cada vez mais complexas envolvem fornecedores, prestadores de serviço, operadores logísticos e parceiros estratégicos.

Nesse cenário, controlar riscos, documentos e responsabilidades deixou de ser apenas uma tarefa administrativa para se tornar uma questão de governança, compliance e continuidade operacional.

Por isso, muito além de uma decisão meramente tecnológica, escolher um software de gestão de terceiros adequado passou a ser uma decisão estratégica para as empresas. 

Em 2026, as empresas que lidam com cadeias de fornecedores amplas precisam de plataformas capazes de integrar dados, automatizar processos e transformar informações operacionais em inteligência de gestão. É exatamente nesse contexto que soluções como o SG3, da Executiva Inteligência em Terceiros, se destacam no mercado.

Leia também: SG3 evoluiu: saiba como transformar dados inteligentes em decisões estratégicas

A seguir, veja três características essenciais que um bom software de gestão de terceiros precisa ter atualmente:

  1. Automação inteligente de processos e auditorias

Um dos maiores problemas na gestão de risco de terceiros ainda é a dependência de processos manuais: análise documental lenta, auditorias demoradas e controles descentralizados.

Um software moderno precisa automatizar essas atividades sem perder rigor técnico.

O SG3 foi desenvolvido justamente para resolver esse desafio. A plataforma automatiza auditorias documentais, organiza fluxos de aprovação e monitora continuamente a conformidade dos fornecedores.

Além disso, a solução integra-se à Exia, a inteligência artificial proprietária da Executiva, capaz de analisar grandes volumes de documentos, identificar inconsistências e gerar insights em tempo real.

Essa combinação entre profissionais especializados, automação e inteligência artificial reduz drasticamente o tempo gasto em auditorias e aumenta a precisão das análises.

O resultado é uma gestão mais rápida, confiável e segura.

  1. Rastreabilidade completa e gestão baseada em dados

Outro ponto crítico na gestão de risco de terceiros é a falta de visibilidade.

Muitas empresas ainda operam com controles fragmentados em planilhas, e-mails e diferentes sistemas. Isso dificulta o acompanhamento de indicadores, o monitoramento de riscos e a tomada de decisão.

Um bom software de gestão de terceiros precisa oferecer rastreabilidade completa de dados e processos.

O SG3 centraliza todas as informações relacionadas à cadeia de terceiros, permitindo acompanhar desde a criação de posições e alocação de colaboradores até movimentações, pendências e desligamentos.

Essa estrutura permite que gestores tenham acesso a relatórios estratégicos, indicadores de conformidade e histórico completo das operações.

Em vez de apenas reagir a problemas, a empresa passa a antecipar riscos e tomar decisões baseadas em dados confiáveis.

  1. Integração tecnológica com atendimento especializado

Por mais avançada que seja a tecnologia, a gestão de risco de terceiros envolve também interpretação normativa, análise contextual e decisões estratégicas.

Por isso, o melhor software de gestão de terceiros não é apenas uma plataforma tecnológica. Ele precisa estar conectado a especialistas devidamente capacitados. 

A Executiva desenvolveu o SG3 com uma proposta diferente do que costuma se ver no mercado: combinar tecnologia avançada com suporte humano especializado.

Enquanto a Exia automatiza análises e acelera processos, a equipe da Executiva acompanha as operações e garante que a gestão esteja alinhada às exigências regulatórias, trabalhistas e de compliance.

Essa integração entre tecnologia e inteligência humana cria um modelo mais robusto de gestão de terceiros, com maior segurança jurídica e eficiência operacional.

Tecnologia que transforma gestão em estratégia

Em um cenário de cadeias produtivas cada vez mais complexas, confiar apenas em controles manuais ou sistemas genéricos pode expor empresas a riscos trabalhistas, operacionais e reputacionais.

O futuro da gestão passa por plataformas inteligentes capazes de integrar dados, automatizar processos e transformar informação em decisões estratégicas.

Nesse contexto, o SG3, da Executiva, se posiciona como o software de gestão de terceiros mais completo do mercado, combinando automação, inteligência artificial e acompanhamento especializado para tornar a gestão mais segura, eficiente e escalável.

Fale com o nosso time e descubra como a sua empresa pode passar a contar, agora mesmo, com o SG3: (11) 93414-7700.

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Preservar a integridade, a segurança e a saúde das pessoas sempre foi, e continua sendo, o verdadeiro centro do processo. 

Por Márcio Pereira de Barros*

Meu nome é Márcio Pereira de Barros, sou cofundador da Executiva Inteligência em Terceiros e tenho orgulho de dizer que fui pioneiro no desenvolvimento do processo de Gestão de Terceiros no mercado nacional.

Mas essa história não começou com métodos, plataformas ou documentos.

Ela começou com uma inquietação.

Ao longo da minha trajetória profissional, percebi que havia algo errado na forma como a terceirização era conduzida. Reduzir a Gestão de Terceiros à simples guarda de documentos sempre me pareceu insuficiente e, de certa forma, desumano.

Porque um documento arquivado não protege as pessoas.

Um papel assinado não garante dignidade.

E cumprir uma exigência formal não significa, necessariamente, fazer o que é certo.

Márcio Pereira de Barros: o papel de manter viva e equilibrada a relação entre tomador e fornecedor.

Foi nesse ponto que compreendi que a Gestão de Terceiros precisava ser muito mais profunda.

Ela precisava proteger o tomador de serviço, sim, garantindo segurança, tranquilidade e foco em seu core business. Mas também precisava valorizar o fornecedor, parte essencial e insubstituível da cadeia produtiva.

E, acima de tudo, precisava cuidar de quem realmente sustenta toda essa estrutura: o trabalhador terceirizado.

Preservar a integridade, a segurança e a saúde dessas pessoas sempre foi, e continua sendo, o verdadeiro centro do processo. Porque são elas que estão no campo, enfrentando riscos reais, entregando resultados e movimentando a economia todos os dias.

Estou falando de um processo construído ao longo de quase 30 anos. Um período marcado por aprendizados, ajustes, erros e acertos. E foi vivendo essa realidade de perto que percebi algo fundamental: a forma como os documentos eram tratados já não acompanhava a necessidade do mercado.

A guarda física deixou de fazer sentido. Não era eficiente, nem segura, nem lógica.

Foi nesse momento que lancei no mercado o conceito de Papel Zero.

Todos os documentos passaram a ser digitais, organizados e armazenados em nuvem. Isso não significou apenas tecnologia. Significou tempo ganho, decisões mais rápidas e menos barreiras entre as pessoas e a informação. Significou evolução.

E talvez o ponto mais revelador dessa história esteja justamente no que ainda não foi dito.

Você percebeu que, em nenhum momento, usei a palavra “risco”?

Esse termo, tão comum quando se fala em Gestão de Terceiros, nunca teve a minha concordância. Porque trabalhar com base no risco é, muitas vezes, trabalhar com base no medo. E medo não constrói relações sólidas.

Ao longo de todos esses anos, o papel da Executiva sempre foi outro: manter viva e equilibrada a relação entre tomador e fornecedor.

Criar um processo em que o tomador possa focar no que faz de melhor, enquanto confia à Executiva a gestão responsável, humana e estratégica de toda a sua cadeia terceirizada.

Essa não é apenas uma metodologia.

É uma convicção construída com o tempo.

É uma forma de enxergar pessoas antes de enxergar processos.

O DNA da Executiva sempre esteve ligado à inovação e à capacidade de identificar as necessidades que o mercado apresenta.

Com essa visão, e com as mudanças na forma como o mercado passou a encarar a Gestão de Terceiros, entendi que era o momento de desenvolver um sistema robusto, mas, acima de tudo, amigável, capaz de gerenciar não apenas a documentação, mas toda a vida do contrato entre tomador e fornecedor.

Foi com essa percepção que desenhei a primeira versão do SG3, nosso Sistema de Gestão de Terceiros.

Cada campo foi pensado para facilitar a interação com o fornecedor de maneira intuitiva e amigável, ao mesmo tempo em que oferece ao tomador uma visão gerencial e estratégica de seus fornecedores.

Quantidades, passivos, documentos ofensores e outras informações indispensáveis para a gestão passaram a estar disponíveis de forma clara, estruturada e acionável.

Mas a principal funcionalidade do sistema, aquela que fiz questão de colocar no centro da sua concepção, foi a customização.

O SG3 nasceu para atender às necessidades presentes e futuras das empresas, seja em relação à legislação, seja diante das demandas específicas do mercado ou das particularidades de cada cliente.

Com essa premissa, tenho orgulho de afirmar que construímos um sistema que se tornou referência no mercado. Uma fonte de informação e gestão para o contratante, com dashboards e relatórios gerenciais, e também uma ferramenta valiosa para o fornecedor, que passa a ter acesso à gestão de seus documentos com análises precisas e técnicas.

Com o uso intensivo das melhores tecnologias e investimentos consistentes em inteligência artificial, consolidamos a Executiva como uma empresa líder de mercado, unindo tecnologia e pessoas.

É por isso que seguimos fazendo Gestão de Terceiros de um jeito diferente.

Com cuidado.

Com propósito.

Com responsabilidade.

Com tecnologia.

E, principalmente, com pessoas, nosso maior patrimônio.

*Márcio Pereira de Barros é Co-Fundador da Executiva Inteligência em Terceiros.

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Por que Supply precisa tratar TPRM como estratégia e não como operação.

A atividade que se paga — e potencializa

Por Marilaine Costa*

A terceirização deixou de ser uma alternativa operacional há muito tempo. Ela se tornou parte estruturante dos modelos de negócios contemporâneos. Cadeias produtivas são hoje formadas por múltiplos fornecedores, prestadores de serviço, operadores logísticos, empresas especializadas e parceiros estratégicos. Essa complexidade trouxe eficiência, escala e especialização. Mas trouxe também algo menos visível: ampliação sistêmica de risco.

Durante anos, a gestão de terceiros foi tratada como um processo administrativo, frequentemente associado à conferência documental e ao atendimento de exigências legais mínimas. No entanto, à medida que as organizações amadureceram sua governança corporativa, ficou evidente que o risco não está apenas dentro da empresa. Ele se estende por toda a cadeia.

E é justamente nessa extensão que reside um dos maiores custos invisíveis do negócio.

Leia também: Escala 12×36: você conhece os riscos?

A falsa sensação de economia

Profissionais de Supply Chain e Procurement são treinados para negociar eficiência. Redução de custos, ganhos de escala, otimização logística e geração de margem fazem parte do seu DNA profissional. No entanto, quando a análise se limita ao valor contratual ou ao saving imediato, cria-se uma ilusão perigosa: a de que o custo do fornecedor é o único fator relevante.

O que não aparece na planilha de negociação é o potencial passivo trabalhista decorrente de falhas na gestão do fornecedor. Não aparece a responsabilidade solidária que pode ser acionada judicialmente. Não aparece o impacto reputacional de um acidente grave envolvendo terceiros. Não aparece a interrupção operacional causada por uma autuação ou bloqueio regulatório.

Esses elementos, quando se materializam, não são apenas eventos isolados. São eventos que corroem a margem, afetam o fluxo de caixa e comprometem a previsibilidade financeira.

O que parecia economia, transforma-se em contingência.

Responsabilidade solidária e exposição jurídica

No contexto brasileiro — e em diversos outros mercados — a responsabilidade solidária é um ponto central. A contratante pode ser chamada a responder por obrigações trabalhistas e previdenciárias de seus fornecedores. Essa realidade jurídica transforma a gestão de terceiros em um tema estrutural para a sustentabilidade financeira da organização.

Não se trata apenas de cumprir formalidades. Trata-se de assegurar que os contratos negociados por Supply estejam ancorados em fornecedores efetivamente regulares, financeiramente saudáveis e operacionalmente aderentes às normas de saúde e segurança.

A ausência de governança neste ponto cria um paradoxo: a empresa negocia bem, mas executa sob risco

O impacto sobre o resultado e o valuation

Empresas maduras compreendem que risco não mitigado afeta mais do que o resultado do trimestre. Ele afeta a reputação, a confiança de investidores, os indicadores ESG e, consequentemente, o valuation.

A governança da cadeia de terceiros passou a ser observada por auditorias, conselhos de administração e investidores institucionais. O crescimento global do mercado de Third-Party Risk Management (TPRM), que apresenta taxas anuais compostas elevadas segundo relatórios setoriais, não é um movimento casual. Ele reflete a conscientização crescente de que risco na cadeia é risco corporativo.

Nesse cenário, a pergunta estratégica deixa de ser “quanto custa implementar gestão de riscos de terceiros?” e passa a ser “quanto custa não implementar?”.

Marilaine Costa é CEO da Executiva Inteligência em Terceiros.

O custo invisível da não conformidade

Quando um fornecedor falha em cumprir obrigações legais, a empresa contratante não sofre apenas juridicamente. Ela sofre operacionalmente. Interrupções em contratos críticos, paralisações, reestruturações emergenciais e retrabalho impactam diretamente eficiência e planejamento logístico.

Para Supply, isso significa perda de previsibilidade. Significa que todo o esforço dedicado à negociação e estruturação de contratos pode ser comprometido por uma falha estrutural na gestão do risco.

A gestão de riscos de terceiros, portanto, não é um mecanismo de controle excessivo. É um mecanismo de proteção do resultado.

A dimensão humana do risco

Há ainda uma dimensão que transcende números. A gestão estruturada de terceiros protege vidas. Monitoramento de treinamentos obrigatórios, exames periódicos, cumprimento de normas regulamentadoras e condições adequadas de trabalho não são apenas exigências formais. São medidas que evitam acidentes, preservam integridade física e reduzem exposição humana.

Quando uma empresa investe em governança da cadeia, ela está protegendo pessoas. E empresas que compreendem essa dimensão passam a tratar TPRM como parte da sua responsabilidade institucional.

A integração entre Supply, Jurídico e Governança

A maturidade organizacional ocorre quando Supply, Jurídico e áreas de governança atuam de forma integrada. Supply negocia valor. Jurídico protege o contrato. A gestão de riscos de terceiros assegura que a execução esteja alinhada à conformidade e à sustentabilidade.

Sem essa integração, há fragmentação. Com integração, há previsibilidade.

E previsibilidade é um dos ativos mais valiosos para qualquer organização.

Tecnologia como catalisador de eficiência

Um dos argumentos mais recorrentes contra a implementação estruturada de TPRM é o custo. No entanto, essa percepção parte de um modelo antigo, baseado em processos manuais, controle documental excessivo e baixa escalabilidade.

A tecnologia alterou essa equação.

A combinação entre conhecimento humano especializado — em legislação trabalhista, certificação financeira e homologação de fornecedores — e Inteligência Artificial aplicada à análise documental permite automatizar validações, identificar inconsistências e priorizar riscos críticos.

A plataforma SG3 foi concebida exatamente para essa realidade: integrar tecnologia com expertise técnica, oferecendo visibilidade executiva e eficiência operacional.

Quando o controle se torna inteligente, ele deixa de ser custo e passa a ser alavanca de performance.

A atividade que se paga — e potencializa

Do ponto de vista econômico, a lógica é simples. Mitigar risco custa menos do que remediar contingência. Além disso, a gestão estruturada de terceiros potencializa a negociação de Supply, pois permite maior confiança na execução contratual.

O que se constrói é uma cadeia mais resiliente, fornecedores mais qualificados e maior previsibilidade financeira.

Essa é a razão pela qual grandes corporações já tratam TPRM como elemento estratégico — não operacional.

A gestão de riscos de terceiros deixou de ser um tema periférico. Ela é componente central de governança corporativa, sustentabilidade financeira e proteção de valor.

Para Supply, significa garantir que a riqueza gerada pela negociação se concretize em resultado sustentável.

Gerar valor é essencial.

Protegê-lo é estratégico.

*Marilaine Costa é CEO da Executiva Inteligência em Terceiros.

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A gestão de terceiros no agronegócio é um dos pilares mais sensíveis para a segurança jurídica, operacional e reputacional das empresas do setor. 

Em cadeias produtivas que envolvem insumos, colheita, transporte, armazenagem e mão de obra temporária, qualquer falha no controle de fornecedores pode gerar impactos profundos, inclusive sobre a imagem da marca nos mercados nacional e internacional.

Com o aumento das exigências de compliance, ESG e rastreabilidade, a gestão de terceiros não pode mais ser tratada como um processo burocrático. Trata-se de uma estratégia fundamental de proteção do negócio.

Leia também: Gestão de terceiros: como evitar riscos e salvar seu negócio amanhã

Por que o agronegócio exige uma gestão de terceiros rigorosa?

Grande parte das operações no campo depende de prestadores terceirizados, especialmente em períodos de safra. Cabe observar que, de acordo com a Lei da Terceirização, mesmo quando a mão de obra não é contratada diretamente, a empresa tomadora do serviço continua sendo corresponsável por irregularidades trabalhistas, ambientais e de segurança.

Isso significa que falhas na seleção, no monitoramento e na fiscalização dos terceiros podem se transformar rapidamente em passivos jurídicos, multas, sanções administrativas e crises de imagem.

Reputação no agronegócio e gestão de terceiros

Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego MTE), somente no caso que envolveu algumas das principais vinícolas de Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, em 2023, 208 trabalhadores terceirizados foram resgatados de condições análogas à escravidão durante a colheita da uva. 

À época, a ação de fiscalização confirmou vínculos indiretos por meio de empresas terceirizadas e apontou jornadas exaustivas, alojamentos precários, restrição de liberdade e violência.

Além do impacto social gravíssimo, o caso gerou danos reputacionais imediatos às marcas envolvidas, com rompimentos de contratos comerciais, questionamentos de certificações e perda de confiança do mercado consumidor e internacional. O episódio se tornou referência nacional sobre os riscos da terceirização sem governança no agronegócio.

Principais riscos de uma gestão de terceiros mal estruturada no agronegócio

Quando não há um programa sólido de gestão de terceiros, a empresa fica exposta a:

  • Passivos trabalhistas decorrentes de irregularidades cometidas por prestadores;
  • Multas e sanções por descumprimento de normas ambientais e de segurança;
  • Crises de imagem e perda de credibilidade da marca;
  • Interrupções operacionais por falhas em colheita, transporte ou armazenagem;
  • Prejuízos financeiros causados por ações judiciais, retrabalho e perda de produção.

Como estruturar uma gestão de terceiros eficiente no agronegócio?

Uma gestão de terceiros segura e eficiente deve ser baseada em cinco pilares:

  1. Mapeamento completo de toda a cadeia de fornecedores e prestadores;
  2. Homologação rigorosa com análise documental, trabalhista, fiscal, ambiental e de segurança;
  3. Contratos claros com definição de responsabilidades, cláusulas de compliance e penalidades;
  4. Monitoramento contínuo das condições de trabalho, desempenho, segurança e prazos;
  5. Integração da gestão de terceiros com as áreas de compliance, jurídico, SST e gestão de riscos.

Empresas que adotam essa estrutura reduzem consideravelmente a exposição a riscos invisíveis que nascem fora de seus quadros diretos, mas recaem sobre sua responsabilidade.

Principais benefícios da gestão de terceiros no agronegócio

Ao implementar uma gestão de terceiros eficiente, o agronegócio passa a operar com:

  • Maior segurança jurídica e trabalhista;
  • Proteção efetiva da reputação da marca;
  • Continuidade operacional e previsibilidade;
  • Redução de custos com multas, ações e perdas produtivas;
  • Fortalecimento da governança e da imagem perante o mercado e investidores.

A Executiva possui mais de 25 anos de expertise no mercado de gestão de terceiros, atuando com inteligência, compliance e controle em operações complexas, inclusive no agronegócio.

Para empresas que atuam com terceiros e desejam proteger sua marca, reduzir riscos e elevar o nível de governança, a Executiva é a melhor aliada estratégica. 

Entre em contato agora mesmo com um dos nossos consultores e leve sua gestão de terceiros a um novo patamar de segurança e eficiência.

Chame no WhatsApp: (11) 93414-7700 | E-mail comercial@executiva.com.br

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A maturidade da gestão de terceiros tornou-se um tema crítico para empresas que dependem de fornecedores, prestadores de serviço e parceiros operacionais. 

Em um cenário de aumento da fiscalização, exigências regulatórias e riscos trabalhistas, ambientais e de segurança do trabalho, não basta apenas contratar. É preciso gerir de forma estruturada, previsível e estratégica.

Mas, afinal, em que nível de maturidade da gestão de terceiros a sua empresa se encontra?

Para facilitar esse diagnóstico, listamos os três níveis principais da maturidade da gestão de terceiros. Com base neles, entenda como cada estágio impacta diretamente a operação, a conformidade e os resultados do negócio.

Leia também: SG3: a evolução que transforma dados em resultados para o seu negócio

Nível 1: Gestão reativa e documental

Neste estágio, a empresa atua apenas para cumprir exigências mínimas. A gestão de terceiros é vista como um custo necessário, e não como uma estratégia de proteção e eficiência.

Principais características:

  • Foco quase exclusivo em documentos e cadastros;
  • Conferência manual de informações;
  • Ações realizadas apenas quando surgem problemas, auditorias ou notificações;
  • Baixo controle sobre riscos operacionais e legais.

Neste nível, a empresa está altamente exposta a passivos trabalhistas, multas, interdições e acidentes.

Nível 2: Gestão estruturada e padronizada

Aqui, a organização já compreendeu a importância da maturidade da gestão de terceiros e passou a estruturar processos, fluxos e critérios claros.

Principais características:

  • Padronização de processos de homologação;
  • Controles mais eficientes de documentos e prazos;
  • Indicadores básicos de desempenho;
  • Integração parcial entre as áreas de suprimentos, jurídico, SST e compliance.

O risco é reduzido, mas ainda existem gargalos operacionais e dependência de controles manuais ou sistemas fragmentados.

Nível 3: Gestão estratégica, integrada e inteligente

No nível mais alto de maturidade, a gestão de terceiros deixa de ser apenas operacional e passa a ser um pilar estratégico do negócio.

Principais características:

  • Automação dos processos;
  • Integração entre áreas e sistemas;
  • Monitoramento em tempo real de riscos, conformidade e desempenho;
  • Uso de dados para tomada de decisão;
  • Gestão preventiva, não apenas corretiva.

Neste patamar, a empresa transforma a gestão de terceiros em vantagem competitiva, com redução de custos, aumento de segurança e total conformidade.

Veja, na tabela abaixo, um resumo dos níveis de maturidade da gestão de terceiros:

Nível Foco Principal Riscos Tecnologia
Nível 1 Cumprimento mínimo de documentos Altíssimos Baixa ou inexistente
Nível 2 Padronização e controle Moderados Parcial
Nível 3 Estratégia, prevenção e inteligência Mínimos Alta e integrada

Por que evoluir na maturidade da gestão de terceiros é urgente?

Empresas em níveis iniciais de maturidade convivem diariamente com riscos invisíveis que podem resultar em acidentes, paralisações, ações trabalhistas, sanções administrativas e danos à reputação. Já organizações maduras operam com previsibilidade, proteção jurídica e maior eficiência operacional.

A pergunta que fica é direta: sua empresa reage aos problemas ou se antecipa a eles?

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A Executiva possui mais de 25 anos de expertise no mercado de gestão de terceiros, atuando com inteligência, conformidade e tecnologia para proteger operações, reduzir riscos e aumentar a eficiência dos contratos.

Se a sua empresa deseja evoluir o nível de maturidade da gestão de terceiros e atuar com segurança real, a Executiva é a melhor aliada para esse desafio.

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Tomar decisões estratégicas nunca exigiu tanto das empresas. Nos últimos anos, a gestão de terceiros se tornou ainda mais complexa e passou a depender de informações rápidas, organizadas e confiáveis. Sem isso, as organizações operam no escuro, acumulam riscos e apenas reagem a problemas em vez de preveni-los.

A nova versão do SG3, a plataforma de gestão de terceiros da Executiva, foi desenvolvida para mudar essa realidade. Recentemente, o sistema evoluiu para ajudar empresas a transformar dados inteligentes em decisões estratégicas, com mais segurança, clareza e controle sobre fornecedores e equipes terceirizadas.

Leia também: SG3: a evolução que transforma dados em resultados para o seu negócio

O SG3 ficou mais simples, robusto e inteligente

A estrutura do SG3 continua sólida, mas graças ao trabalho dedicado do setor de tecnologia da Executiva ganhou novas camadas de inteligência, automação e integração. A plataforma agora conecta informações dispersas, interpreta padrões e apresenta tudo de forma organizada. Dessa forma, o que antes exigia planilhas e cruzamento manual de dados agora aparece em poucos cliques.

Essa evolução permite que gestores tenham uma visão direta e completa da operação, o que inclui indicadores mais claros, análises mais profundas e alertas que antecipam riscos.

A presença da Exia: inteligência aplicada ao dia a dia

A Exia, inteligência artificial da Executiva, ganhou papel central no SG3. Com ela, a plataforma identifica inconsistências de modo mais assertivo, aponta riscos e transforma dados brutos em informações relevantes para o negócio.

A IA opera em três linhas principais:

  1. Analisa documentos e identifica problemas que poderiam passar despercebidos;
  2. Sinaliza riscos atuais e históricos com necessidade de ação imediata;
  3. Organiza dados complexos em painéis simples, fáceis de interpretar.

Esse processo reduz erros manuais e aumenta a precisão das decisões. É o que permite transformar dados inteligentes em decisões estratégicas de verdade.

Dashboards intuitivos: informação que gera ação

Os dashboards do SG3 foram redesenhados para tornar a operação mais visual e intuitiva. Agora, gestores acompanham em tempo real os seguintes aspectos:

  • Situação documental dos fornecedores
  • Pendências críticas e níveis de conformidade
  • Movimentação de colaboradores terceirizados
  • Indicadores de auditoria e desempenho por período

Essa organização facilita a leitura do cenário e ajuda a identificar tendências antes que se tornem problemas.

Decisões mais rápidas e alinhadas ao negócio

Ao centralizar dados e eliminar ruídos, o SG3 reduz o tempo de resposta das equipes e fortalece a governança. Processos antes manuais se tornam automáticos. Riscos passam a ser monitorados com precisão. A empresa ganha consistência, previsibilidade e maior capacidade de adaptação.

A qualidade da informação também contribui para reduzir passivos trabalhistas, retrabalho e custos operacionais. Assim, a maturidade na gestão se traduz em segurança e eficiência.

Sua empresa precisa transformar dados inteligentes em decisões estratégicas?

Conforme você pôde observar neste artigo, a evolução do SG3 marca um novo padrão para empresas que tratam a gestão de terceiros como parte estratégica do negócio. Com IA integrada, dashboards redesenhados e processos automatizados, a plataforma permite que líderes tomem decisões baseadas em dados claros, e não em interpretações fragmentadas.

Se o objetivo da sua empresa é transformar dados inteligentes em decisões estratégicas, a Executiva está pronta para apoiar esse movimento. Conheça o novo SG3 e descubra como uma gestão mais simples, precisa e inteligente pode fortalecer toda a sua operação.

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Nos últimos anos, o debate sobre trabalho análogo à escravidão no agro voltou ao centro das discussões. 

Casos detectados em indústrias ligadas ao agronegócio, incluindo vinícolas do Rio Grande do Sul, mostraram que ainda existem falhas sérias na forma como muitas empresas controlam suas cadeias produtivas

Eles também evidenciaram algo básico: quando a gestão de terceiros não funciona, o risco trabalhista e reputacional aumenta de forma imediata.

Leia também: Gestão de terceiros: como evitar riscos e salvar seu negócio amanhã

 

Complexidade do agronegócio: quando o risco se instala?

O agronegócio costuma operar com cadeias extensas, mão de obra numerosa e fornecedores espalhados pelo país. Em um ambiente assim, a falta de controle documental, a ausência de indicadores e a pouca visibilidade sobre prestadores criam espaço para irregularidades. Basta um fornecedor trabalhar fora das regras para toda a marca ser afetada.

A raiz do problema é conhecida. A sazonalidade do setor exige contratações rápidas, muitas vezes com prestadores pouco estruturados. Documentações chegam incompletas, informações se perdem no fluxo e as empresas têm dificuldade em acompanhar, em tempo real, quem está de fato apto a atuar. Quando a operação acelera e o controle não acompanha, o risco se instala.

A importância da tecnologia para a conformidade no agro

A tecnologia mudou esse cenário. Hoje, plataformas especializadas permitem:

  • Centralizar documentos
  • Automatizar conferências
  • Monitorar terceiros com precisão. 

Em linhas gerais, elas substituem processos manuais lentos por análises rápidas e contínuas, que reduzem lacunas e tornam a cadeia rastreável.

O SG3, plataforma de gestão de terceiros da Executiva, é um exemplo desse avanço. Ele valida documentos, identifica pendências, acompanha o status de cada fornecedor e utiliza inteligência artificial da Exia para transformar dados em informações úteis. 

Mais controle, menos risco e maior transparência

O resultado inclui mais controle, menos risco e maior transparência sobre todas as etapas da operação. Empresas do agro passam a enxergar seus fornecedores de ponta a ponta e conseguem agir antes que qualquer irregularidade gere um passivo.

Mas tecnologia não funciona sem governança. Critérios claros de contratação, auditorias constantes e comunicação direta com fornecedores são partes imprescindíveis dessa construção. A tecnologia mantém o ritmo e a escala que a operação exige. Por sua vez, a governança garante que todos sigam o mesmo padrão.

Visibilidade e rastreabilidade para combater o trabalho análogo à escravidão no agro

Combater o trabalho análogo à escravidão no agro exige exatamente isso: visibilidade, rastreabilidade e decisões baseadas em dados. Empresas que dependem de processos manuais vivem no escuro. Já as organizações que confiam sua gestão de terceiros a quem tem expertise reconhecida no mercado reduzem riscos, protegem sua reputação e fortalecem sua relação com o mercado.

As organizações do agronegócio podem contar com a Executiva para conduzir uma gestão de terceiros completa, digital e orientada à prevenção. Com o SG3, sua cadeia produtiva opera com integridade, segurança e confiança.

Entre em contato agora mesmo e descubra como podemos apoiar suas operações: (11) 93414-7700.