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Você sabia que a gestão de terceiros na construção civil é um dos maiores desafios operacionais e jurídicos enfrentados por construtoras, incorporadoras e empresas de engenharia? 

Em obras de médio e grande porte, é comum que múltiplas empresas terceirizadas atuem simultaneamente em atividades como elétrica, montagem, logística, segurança e acabamento.

Essa complexidade aumenta significativamente os riscos trabalhistas, previdenciários e de segurança.

Leia também: Trabalho análogo à escravidão no agro: o papel da tecnologia na mitigação de riscos

Estudos sobre segurança no trabalho indicam que a construção civil é um dos setores com maior incidência de acidentes ocupacionais no mundo, justamente pela combinação de riscos físicos elevados e múltiplos prestadores atuando no mesmo ambiente operacional.

No Brasil, o cenário também exige atenção. Dados oficiais mostram que mais de 450 trabalhadores morrem por ano em acidentes no setor, e a construção já chegou a representar 16,5% das fatalidades ocupacionais registradas no país.

Diante desse contexto, implementar processos estruturados de gestão de terceiros tornou-se fundamental para reduzir riscos e garantir conformidade em obras.

Por que a terceirização aumenta os riscos nas obras?

A terceirização traz eficiência e especialização técnica para projetos de engenharia. Porém, quando não existe um modelo estruturado de controle, diversos problemas podem surgir:

  • Falta de controle documental
  • Irregularidades trabalhistas de fornecedores
  • Ausência de treinamento de segurança
  • Falhas na rastreabilidade das equipes no canteiro
  • Responsabilidade subsidiária ou solidária em processos judiciais

Em muitos casos, o contratante só identifica irregularidades quando o problema já gerou impacto financeiro ou jurídico.

Por isso, empresas do setor estão investindo cada vez mais em tecnologia e governança para a gestão de riscos de terceiros.

Boas práticas para reduzir riscos trabalhistas na construção civil

A redução de riscos em obras depende da combinação entre processos, tecnologia e monitoramento contínuo. Algumas práticas são consideradas essenciais:

  1. Homologação rigorosa de fornecedores

Antes de iniciar qualquer contrato, é fundamental verificar:

  • regularidade fiscal
  • conformidade trabalhista
  • histórico de segurança
  • documentação dos colaboradores

Esse processo evita que empresas sem estrutura adequada participem da obra.

  1. Controle documental contínuo

Um erro comum em obras é validar documentos apenas no início do contrato.

Na prática, é necessário acompanhar continuamente documentos como:

  • ASO
  • treinamentos obrigatórios
  • certificados de capacitação
  • exames ocupacionais
  • documentação trabalhista

Sem esse acompanhamento, irregularidades podem passar despercebidas.

  1. Monitoramento operacional no canteiro

Outro fator crítico é saber quem está realmente trabalhando na obra.

A rastreabilidade das equipes permite identificar:

  • colaboradores sem treinamento
  • equipes não registradas
  • profissionais com documentação vencida

Esse controle é imprescindível para evitar passivos trabalhistas e problemas de segurança.

Veja, na tabela abaixo, os principais riscos trabalhistas em obras e como mitigá-los:

Risco na obra Impacto potencial Estratégia de mitigação
Documentação irregular Multas e processos trabalhistas Auditoria documental contínua
Falta de treinamento Acidentes e interdição da obra Controle de certificações
Subcontratação irregular Responsabilidade solidária Homologação de fornecedores
Falta de rastreabilidade Dificuldade de fiscalização Monitoramento digital de equipes

O papel da tecnologia na gestão de terceiros na construção civil

Com o aumento da complexidade das obras, muitas empresas já perceberam que planilhas e controles manuais não são suficientes.

Plataformas especializadas permitem centralizar informações, automatizar auditorias e acompanhar a conformidade dos fornecedores em tempo real.

Nesse cenário, soluções como o SG3, da Executiva Inteligência em Terceiros, ajudam construtoras e empresas de engenharia a estruturar a gestão de terceiros com mais eficiência.

A plataforma digitaliza processos de controle documental, acompanha pendências, gera relatórios de conformidade e oferece rastreabilidade completa das operações.

Além disso, o SG3 integra-se à Exia, tecnologia de inteligência artificial da Executiva que analisa documentos, identifica inconsistências e acelera auditorias.

O resultado é uma gestão mais segura, eficiente e preparada para lidar com grandes cadeias de fornecedores.

Gestão de risco de terceiros estruturada é proteção para a obra e a empresa

A terceirização continuará sendo parte fundamental dos projetos de engenharia. No entanto, quanto maior a quantidade de empresas envolvidas em uma obra, maior também será a necessidade de controle.

Empresas que estruturam a gestão de terceiros na construção civil conseguem reduzir riscos trabalhistas, melhorar a segurança no canteiro e aumentar a previsibilidade operacional.

Mais do que uma questão administrativa, trata-se de um elemento central da governança das obras.

Entre em contato com os nossos consultores e descubra como antecipar riscos trabalhistas antes que eles se tornem passivos.

Chame no WhatsApp: (11) 93414-7700 | E-mail comercial@executiva.com.br 

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Por Marilaine Costa*

Existe um equívoco silencioso acontecendo dentro das empresas.

Enquanto conselhos discutem governança, compliance e gestão de riscos em níveis cada vez mais sofisticados, a base que sustenta tudo isso — a gestão de documentos — ainda é tratada como uma atividade operacional, quase administrativa.

Esse desalinhamento gera um paradoxo perigoso: as empresas investem em governança, mas operam com fragilidade documental.

E é exatamente nesse espaço que os riscos nascem.

A falsa percepção: documentos como burocracia

Historicamente, a gestão de documentos foi posicionada como suporte:

  • um repositório
  • uma obrigação legal
  • um processo de organização

Mas essa visão está ultrapassada.

Na prática, documentos são:

  • evidências de conformidade
  • habilitadores de operação
  • e, principalmente, gatilhos de risco

Quando um documento está:

  • vencido
  • inadequado
  • incompleto
  • ou incoerente com a função

o risco já existe — mesmo antes da operação acontecer.

Marilaine Costa é CEO da Executiva Inteligência em Terceiros.

O ponto de ruptura: o risco nasce antes da operação

A maioria das empresas ainda atua de forma reativa:

  • audita depois
  • corrige depois
  • penaliza depois

Mas a realidade é outra:

“o risco não nasce na execução — ele nasce na autorização.”

E essa autorização, quase sempre, é documental.

Um colaborador só está apto a atuar se:

  • seus documentos estão válidos
  • suas certificações são compatíveis
  • seus registros estão atualizados

O mesmo vale para terceiros.

Ou seja: a gestão de documentos é, na prática, o primeiro nível de controle operacional.

 

A zona crítica: onde as empresas realmente perdem controle

Mesmo organizações maduras enfrentam desafios estruturais:

1. Descentralização
Documentos espalhados entre áreas, sistemas e fornecedores, sem visão consolidada.

2. Falta de padronização
Critérios diferentes para funções semelhantes, regiões ou contratos.

3. Ausência de inteligência
Sistemas que armazenam, mas não analisam, não cruzam dados e não antecipam riscos.

4. Dependência de ação manual
Controle baseado em planilhas e intervenções humanas constantes.

Conformidade além do papel: os três níveis críticos

1. Conformidade formal
Garantir que os documentos existem.

2. Conformidade técnica
Garantir validade, atualização e aderência à função.

3. Conformidade integrada
Garantir que os documentos conversam entre si, refletem a operação e permitem decisões.

Esse é o nível onde a governança de fato acontece — e onde poucas empresas chegam.

A convergência inevitável: colaboradores e terceiros

Um dos movimentos mais relevantes do mercado é a quebra da separação entre: risco interno e risco de terceiros

Hoje, o risco é avaliado pela exposição da operação, não pelo vínculo.

Isso exige um novo modelo: uma gestão documental única, integrada e padronizada para todos que atuam na operação.

O novo papel da gestão de documentos nas organizações

Quando evolui, a gestão de documentos deixa de ser suporte e passa a ser:

  • um sistema de controle de acesso operacional
  • um mecanismo de prevenção de risco
  • uma base de auditoria contínua
  • uma fonte de inteligência

Tecnologia como viabilizadora da governança

Esse nível de maturidade não é possível sem tecnologia.

Modelos mais avançados de gestão documental já operam com:

  • validação automática de documentos
  • cruzamento de dados periciais
  • rastreabilidade completa
  • alertas inteligentes
  • dashboards de conformidade em tempo real permitindo monitoramento contínuo de risco.

Da gestão documental à inteligência operacional

É nesse ponto que a gestão de documentos deixa de ser um processo isolado e passa a fazer parte de uma arquitetura maior de governança.

Na prática, empresas que avançam nessa jornada estruturam plataformas capazes de:

centralizar a gestão documental de colaboradores e terceiros

padronizar critérios de conformidade

automatizar validações e controles

integrar auditorias administrativas, técnicas e periciais

gerar inteligência a partir dos dados

Na Executiva, essa evolução se materializa por meio do SG3, uma plataforma desenvolvida para transformar a gestão documental em um sistema ativo de controle, governança e proteção do negócio.

Mais do que organizar documentos, o SG3 atua como um orquestrador de conformidade, conectando dados, processos e decisões operacionais.

Garantindo velocidade sem perda de controle.

Impacto direto no negócio

Empresas que evoluem na gestão de documentos observam:

  • redução de passivos e riscos jurídicos
  • aumento de produtividade
  • maior agilidade em auditorias
  • melhoria na experiência do cliente
  • escalabilidade operacional com segurança

E principalmente: a capacidade de crescer sem amplificar risco na mesma proporção.

Conclusão

A gestão de documentos não aparece diretamente no resultado.

Mas sustenta:

  • a operação
  • a conformidade
  • a reputação
  • e a governança

Ignorá-la é manter um risco silencioso.

Estruturá-la é transformar controle em vantagem competitiva.

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Por Cleo Nascimento e Thiago Quadra*

Durante décadas, a gestão de Segurança e Saúde do Trabalho concentrou seus esforços nos riscos visíveis. Máquinas sem proteção, trabalho em altura, agentes químicos, ruído, ergonomia física. Riscos claros, mensuráveis e, muitas vezes, imediatos.

Mas existe uma outra categoria de risco que não aparece com a mesma evidência e, justamente por isso, tem sido negligenciada. São os riscos psicossociais relacionados ao trabalho. Eles não fazem barulho, não geram acidentes instantâneos. Não aparecem facilmente nos checklists, mas estão presentes todos os dias nas rotinas de trabalho, silenciosamente, adoecendo pessoas e comprometendo resultados.

Vejamos, a seguir, dois autores que são referências acerca deste tema:

“O risco de adoecimento psicológico e físico decorre de situações de trabalho em que as demandas psicológicas são elevadas e o controle do trabalhador sobre o processo de trabalho é baixo.” — KARASEK, R.; THEORELL, T. (1990). Healthy Work: Stress, Productivity, and the Reconstruction of Working Life.

“Os riscos psicossociais não são uma propriedade do indivíduo, mas sim o resultado do encontro entre uma organização do trabalho rígida e a economia psíquica do trabalhador, que busca nela um sentido para sua atividade.” — DEJOURS, C. (2011). Adictamento e Trabalho.

Dejours é o pai da Psicodinâmica do Trabalho, deslocando o olhar do indivíduo para a estrutura montada pela empresa, ou seja, o risco nasce quando as regras da empresa (metas, horários, cobranças) ignoram as necessidades humanas de reconhecimento e realização, transformando o trabalho em um peso puramente mecânico ou burocrático.

O mundo do trabalho mudou, e rapidamente. A combinação de hiperconectividade, pressão por resultados e novos modelos de gestão elevou significativamente as exigências cognitivas sobre os profissionais. E essa transformação não passou despercebida pela legislação. A atualização da NR-01 trouxe um recado claro para as empresas: a gestão de riscos agora precisa incluir, obrigatoriamente, os fatores psicossociais. Não é mais tendência. Não é mais diferencial. É obrigação.

Leia também: Mudanças na NR-1: o que sua empresa precisa saber para garantir conformidade em 2026

O Tamanho do Problema tornou esse assunto prioridade: os números falam por si.

  • O Cenário Brasileiro (Dados Oficiais do INSS – 2024/2025)

O Brasil vive uma escalada sem precedentes nos adoecimentos mentais relacionados ao trabalho. Os números do Ministério da Previdência Social e levantamentos recentes indicam que o problema se tornou estrutural:

  • Impacto: bilhões de reais em custos para empresas e previdência.
  • As Maiores Causas (CID-10): a Ansiedade (F41) lidera isoladamente como a principal causa de afastamento, mas quando somados os Episódios Depressivos (F32) e o Transtorno Depressivo Recorrente (F33), a depressão supera os números da ansiedade. Juntas, essas duas condições concentram a esmagadora maioria das concessões do INSS.
  • Onde ocorre? Estados com maior concentração de vínculos formais e atividade econômica intensa, como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, lideram em números absolutos.

A Saúde Mental no trabalho não se trata de uma preocupação local, mas sim global. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) tratam a saúde mental no trabalho como uma emergência global de saúde pública e econômica, conforme podemos verificar no quadro a seguir:

Qual o Maior Erro das Empresas Hoje?
O maior risco não é apenas no custo, e sim na forma como o trabalho está sendo desenhado.

Existe ainda uma confusão crítica no mercado, sendo comum ouvir:

Nada disso resolve na raiz. Como alerta a psicóloga Christina Maslach, pioneira mundial no estudo da Síndrome de Burnout: “O burnout não é um problema do indivíduo, mas sim do ambiente social no qual ele trabalha. É um sinal de que a organização do trabalho está adoecida, e não a pessoa.”

O risco psicossocial não está na pessoa. Está no trabalho. Ele nasce de falhas sistêmicas, tais como:

Fatores do Trabalho que Motivam o Adoecimento (A Raiz do Problema)

Pesquisas no campo da psicologia organizacional e da medicina do trabalho apontam que a ansiedade e a depressão não surgem do nada. Elas são diretamente engatilhadas por falhas na organização do trabalho (o chamado Risco Psicossocial, agora cobrado pela NR-01). Os principais gatilhos comprovados são:

  • Sobrecarga Quantitativa e Qualitativa: volume de trabalho incompatível com a jornada (metas irreais) e exigência cognitiva extrema.
  • Baixa Autonomia (Modelo de Karasek): a combinação de alta pressão por resultados com a falta de controle do trabalhador sobre como e quando executar suas tarefas.
  • Desequilíbrio Esforço-Recompensa (Modelo de Siegrist): alta exigência de dedicação do profissional contrastando com baixo reconhecimento (salarial, estabilidade ou valorização moral).
  • Assédio Moral e Liderança Tóxica: ambientes de gestão baseada no medo, ameaça constante de demissão e falta de clareza nos papéis exercidos.
  • Hiperconectividade: a expectativa de disponibilidade em tempo integral (WhatsApp, e-mails fora do expediente), impedindo a desconexão e a recuperação psíquica do trabalhador.

O Que Mudou na Prática com a NR-01:

A partir de agora, as empresas precisam:
Identificar riscos psicossociais
Avaliar tecnicamente esses riscos
Incluir no PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos)
Criar planos de ação estruturados

E, mais importante: tudo isso com metodologia válida e documentada (sem improvisos).

E qual a solução? Como Estruturar essa Gestão na Prática?
Elaborar um plano de gestão para a NR-01 ainda gera muitas dúvidas, principalmente porque ela deixou de ser uma lista de documentos e passou a ser um processo contínuo, com maior amplitude, como já identificamos acima.

O coração da NR-01 é o PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos), que se divide em dois documentos principais:

  • Inventário de Riscos: Onde você lista e classifica tudo o que pode causar dano (físico ou psicossocial).
  • Plano de Ação: O cronograma do que será feito para controlar esses riscos.

Sendo assim, estruturamos um guia para sanar as principais dúvidas e ajudar você a montar um plano robusto, focado na prática e na conformidade, considerando que a gestão eficaz passa por quatro etapas claras:

Como defende o psiquiatra Christophe Dejours(2011), criador da Psicodinâmica do Trabalho: a saúde mental no ambiente corporativo não se promove “consertando” o indivíduo, mas sim intervindo na organização do trabalho que gera o sofrimento.

O Ponto Mais Crítico: Gestão de Terceiros

Aqui está onde o risco escala — e muitas empresas ainda não perceberam. A NR-01 deixa claro: a responsabilidade não termina no vínculo empregatício. Se você, como contratante, define para o terceiro:

  • Prazos e Metas
  • Ritmo de trabalho
  • Forma exata de execução

Você influencia diretamente o risco psicossocial desse profissional. E isso gera:

  • Corresponsabilidade
  • Risco jurídico trabalhista
  • Exposição reputacional severa

O Erro Clássico das Contratantes: 

“Tenho o PGR do fornecedor arquivado, estou protegido.” Não está. Em um eventual litígio, será exigido da sua empresa: 

Evidência de avaliação dos riscos sob sua influência
Ações concretas de controle e mitigação
Coerência entre a exigência imposta e a capacidade real de execução

Não basta controlar o fornecedor. É preciso controlar o modelo de trabalho imposto a ele.

O Que Empresas Maduras Já Estão Fazendo

As organizações mais avançadas já entenderam que: 

Gestão de terceiros = gestão de risco 

Risco psicossocial = risco operacional 

Cultura + processo + governança = prevenção real

Essas empresas já estão evoluindo para a integração total entre SST, Operações e Suprimentos, criando indicadores próprios, revisando contratos e mantendo um monitoramento contínuo.

O Relógio Está Correndo: 26 de maio de 2026

A partir dessa data, a exigência passa a ser plenamente obrigatória para todas as empresas.

E na sua empresa: o risco psicossocial já está sendo tratado como prioridade de negócio ou ainda está sendo confundido com “clima organizacional”?

Sendo assim, a NR-01 não inaugura apenas uma nova obrigação legal, ela inaugura uma nova forma de pensar o trabalho. Empresas que insistirem em tratar riscos psicossociais como um tema secundário ou meramente comportamental estarão, na prática, assumindo riscos operacionais, jurídicos e financeiros cada vez mais relevantes.

Por outro lado, organizações que compreenderem essa mudança como uma oportunidade sairão na frente: redesenharão seus modelos de gestão, fortalecerão sua cultura, aumentarão a produtividade sustentável e reduzirão significativamente seus passivos.

E aqui existe um ponto decisivo: na gestão de terceiros, esse risco se amplia. Não basta garantir conformidade documental é necessário garantir coerência entre o que é exigido e o que é possível ser executado. O modelo de trabalho que você impõe ao fornecedor também é sua responsabilidade.

A pergunta que fica não é mais se sua empresa vai lidar com os riscos psicossociais, mas como e com qual nível de maturidade, inclusive na sua cadeia de terceiros.

Porque, no final, não se trata apenas de cumprir uma norma. Trata-se de construir ambientes de trabalho que gerem resultado sem adoecer as pessoas, dentro e fora do seu quadro direto, e isso, hoje, é um dos maiores diferenciais competitivos de qualquer negócio.

Recentemente, a Executiva – Inteligência em Terceiros promoveu um relevante webinar sobre este tema. Caso queira receber o material gratuitamente e aprofundar o seu conhecimento, envie um e-mail para: comercial@executiva.com.br 

Em breve, também promoveremos uma mesa-redonda exclusiva sobre este tema. Caso você tenha interesse em participar, envie um e-mail para o mesmo endereço. 

*Cleo Nascimento é Gerente Comercial e Psicóloga, e Thiago Quadra é Diretor de Operações da Executiva – Inteligência em Terceiros.

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Nas últimas décadas, a terceirização se tornou um dos pilares operacionais das empresas modernas. Cadeias produtivas cada vez mais complexas envolvem fornecedores, prestadores de serviço, operadores logísticos e parceiros estratégicos.

Nesse cenário, controlar riscos, documentos e responsabilidades deixou de ser apenas uma tarefa administrativa para se tornar uma questão de governança, compliance e continuidade operacional.

Por isso, muito além de uma decisão meramente tecnológica, escolher um software de gestão de terceiros adequado passou a ser uma decisão estratégica para as empresas. 

Em 2026, as empresas que lidam com cadeias de fornecedores amplas precisam de plataformas capazes de integrar dados, automatizar processos e transformar informações operacionais em inteligência de gestão. É exatamente nesse contexto que soluções como o SG3, da Executiva Inteligência em Terceiros, se destacam no mercado.

Leia também: SG3 evoluiu: saiba como transformar dados inteligentes em decisões estratégicas

A seguir, veja três características essenciais que um bom software de gestão de terceiros precisa ter atualmente:

  1. Automação inteligente de processos e auditorias

Um dos maiores problemas na gestão de risco de terceiros ainda é a dependência de processos manuais: análise documental lenta, auditorias demoradas e controles descentralizados.

Um software moderno precisa automatizar essas atividades sem perder rigor técnico.

O SG3 foi desenvolvido justamente para resolver esse desafio. A plataforma automatiza auditorias documentais, organiza fluxos de aprovação e monitora continuamente a conformidade dos fornecedores.

Além disso, a solução integra-se à Exia, a inteligência artificial proprietária da Executiva, capaz de analisar grandes volumes de documentos, identificar inconsistências e gerar insights em tempo real.

Essa combinação entre profissionais especializados, automação e inteligência artificial reduz drasticamente o tempo gasto em auditorias e aumenta a precisão das análises.

O resultado é uma gestão mais rápida, confiável e segura.

  1. Rastreabilidade completa e gestão baseada em dados

Outro ponto crítico na gestão de risco de terceiros é a falta de visibilidade.

Muitas empresas ainda operam com controles fragmentados em planilhas, e-mails e diferentes sistemas. Isso dificulta o acompanhamento de indicadores, o monitoramento de riscos e a tomada de decisão.

Um bom software de gestão de terceiros precisa oferecer rastreabilidade completa de dados e processos.

O SG3 centraliza todas as informações relacionadas à cadeia de terceiros, permitindo acompanhar desde a criação de posições e alocação de colaboradores até movimentações, pendências e desligamentos.

Essa estrutura permite que gestores tenham acesso a relatórios estratégicos, indicadores de conformidade e histórico completo das operações.

Em vez de apenas reagir a problemas, a empresa passa a antecipar riscos e tomar decisões baseadas em dados confiáveis.

  1. Integração tecnológica com atendimento especializado

Por mais avançada que seja a tecnologia, a gestão de risco de terceiros envolve também interpretação normativa, análise contextual e decisões estratégicas.

Por isso, o melhor software de gestão de terceiros não é apenas uma plataforma tecnológica. Ele precisa estar conectado a especialistas devidamente capacitados. 

A Executiva desenvolveu o SG3 com uma proposta diferente do que costuma se ver no mercado: combinar tecnologia avançada com suporte humano especializado.

Enquanto a Exia automatiza análises e acelera processos, a equipe da Executiva acompanha as operações e garante que a gestão esteja alinhada às exigências regulatórias, trabalhistas e de compliance.

Essa integração entre tecnologia e inteligência humana cria um modelo mais robusto de gestão de terceiros, com maior segurança jurídica e eficiência operacional.

Tecnologia que transforma gestão em estratégia

Em um cenário de cadeias produtivas cada vez mais complexas, confiar apenas em controles manuais ou sistemas genéricos pode expor empresas a riscos trabalhistas, operacionais e reputacionais.

O futuro da gestão passa por plataformas inteligentes capazes de integrar dados, automatizar processos e transformar informação em decisões estratégicas.

Nesse contexto, o SG3, da Executiva, se posiciona como o software de gestão de terceiros mais completo do mercado, combinando automação, inteligência artificial e acompanhamento especializado para tornar a gestão mais segura, eficiente e escalável.

Fale com o nosso time e descubra como a sua empresa pode passar a contar, agora mesmo, com o SG3: (11) 93414-7700.