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Nas últimas décadas, a terceirização se tornou um dos pilares operacionais das empresas modernas. Cadeias produtivas cada vez mais complexas envolvem fornecedores, prestadores de serviço, operadores logísticos e parceiros estratégicos.

Nesse cenário, controlar riscos, documentos e responsabilidades deixou de ser apenas uma tarefa administrativa para se tornar uma questão de governança, compliance e continuidade operacional.

Por isso, muito além de uma decisão meramente tecnológica, escolher um software de gestão de terceiros adequado passou a ser uma decisão estratégica para as empresas. 

Em 2026, as empresas que lidam com cadeias de fornecedores amplas precisam de plataformas capazes de integrar dados, automatizar processos e transformar informações operacionais em inteligência de gestão. É exatamente nesse contexto que soluções como o SG3, da Executiva Inteligência em Terceiros, se destacam no mercado.

Leia também: SG3 evoluiu: saiba como transformar dados inteligentes em decisões estratégicas

A seguir, veja três características essenciais que um bom software de gestão de terceiros precisa ter atualmente:

  1. Automação inteligente de processos e auditorias

Um dos maiores problemas na gestão de risco de terceiros ainda é a dependência de processos manuais: análise documental lenta, auditorias demoradas e controles descentralizados.

Um software moderno precisa automatizar essas atividades sem perder rigor técnico.

O SG3 foi desenvolvido justamente para resolver esse desafio. A plataforma automatiza auditorias documentais, organiza fluxos de aprovação e monitora continuamente a conformidade dos fornecedores.

Além disso, a solução integra-se à Exia, a inteligência artificial proprietária da Executiva, capaz de analisar grandes volumes de documentos, identificar inconsistências e gerar insights em tempo real.

Essa combinação entre profissionais especializados, automação e inteligência artificial reduz drasticamente o tempo gasto em auditorias e aumenta a precisão das análises.

O resultado é uma gestão mais rápida, confiável e segura.

  1. Rastreabilidade completa e gestão baseada em dados

Outro ponto crítico na gestão de risco de terceiros é a falta de visibilidade.

Muitas empresas ainda operam com controles fragmentados em planilhas, e-mails e diferentes sistemas. Isso dificulta o acompanhamento de indicadores, o monitoramento de riscos e a tomada de decisão.

Um bom software de gestão de terceiros precisa oferecer rastreabilidade completa de dados e processos.

O SG3 centraliza todas as informações relacionadas à cadeia de terceiros, permitindo acompanhar desde a criação de posições e alocação de colaboradores até movimentações, pendências e desligamentos.

Essa estrutura permite que gestores tenham acesso a relatórios estratégicos, indicadores de conformidade e histórico completo das operações.

Em vez de apenas reagir a problemas, a empresa passa a antecipar riscos e tomar decisões baseadas em dados confiáveis.

  1. Integração tecnológica com atendimento especializado

Por mais avançada que seja a tecnologia, a gestão de risco de terceiros envolve também interpretação normativa, análise contextual e decisões estratégicas.

Por isso, o melhor software de gestão de terceiros não é apenas uma plataforma tecnológica. Ele precisa estar conectado a especialistas devidamente capacitados. 

A Executiva desenvolveu o SG3 com uma proposta diferente do que costuma se ver no mercado: combinar tecnologia avançada com suporte humano especializado.

Enquanto a Exia automatiza análises e acelera processos, a equipe da Executiva acompanha as operações e garante que a gestão esteja alinhada às exigências regulatórias, trabalhistas e de compliance.

Essa integração entre tecnologia e inteligência humana cria um modelo mais robusto de gestão de terceiros, com maior segurança jurídica e eficiência operacional.

Tecnologia que transforma gestão em estratégia

Em um cenário de cadeias produtivas cada vez mais complexas, confiar apenas em controles manuais ou sistemas genéricos pode expor empresas a riscos trabalhistas, operacionais e reputacionais.

O futuro da gestão passa por plataformas inteligentes capazes de integrar dados, automatizar processos e transformar informação em decisões estratégicas.

Nesse contexto, o SG3, da Executiva, se posiciona como o software de gestão de terceiros mais completo do mercado, combinando automação, inteligência artificial e acompanhamento especializado para tornar a gestão mais segura, eficiente e escalável.

Fale com o nosso time e descubra como a sua empresa pode passar a contar, agora mesmo, com o SG3: (11) 93414-7700.

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Preservar a integridade, a segurança e a saúde das pessoas sempre foi, e continua sendo, o verdadeiro centro do processo. 

Por Márcio Pereira de Barros*

Meu nome é Márcio Pereira de Barros, sou cofundador da Executiva Inteligência em Terceiros e tenho orgulho de dizer que fui pioneiro no desenvolvimento do processo de Gestão de Terceiros no mercado nacional.

Mas essa história não começou com métodos, plataformas ou documentos.

Ela começou com uma inquietação.

Ao longo da minha trajetória profissional, percebi que havia algo errado na forma como a terceirização era conduzida. Reduzir a Gestão de Terceiros à simples guarda de documentos sempre me pareceu insuficiente e, de certa forma, desumano.

Porque um documento arquivado não protege as pessoas.

Um papel assinado não garante dignidade.

E cumprir uma exigência formal não significa, necessariamente, fazer o que é certo.

Márcio Pereira de Barros: o papel de manter viva e equilibrada a relação entre tomador e fornecedor.

Foi nesse ponto que compreendi que a Gestão de Terceiros precisava ser muito mais profunda.

Ela precisava proteger o tomador de serviço, sim, garantindo segurança, tranquilidade e foco em seu core business. Mas também precisava valorizar o fornecedor, parte essencial e insubstituível da cadeia produtiva.

E, acima de tudo, precisava cuidar de quem realmente sustenta toda essa estrutura: o trabalhador terceirizado.

Preservar a integridade, a segurança e a saúde dessas pessoas sempre foi, e continua sendo, o verdadeiro centro do processo. Porque são elas que estão no campo, enfrentando riscos reais, entregando resultados e movimentando a economia todos os dias.

Estou falando de um processo construído ao longo de quase 30 anos. Um período marcado por aprendizados, ajustes, erros e acertos. E foi vivendo essa realidade de perto que percebi algo fundamental: a forma como os documentos eram tratados já não acompanhava a necessidade do mercado.

A guarda física deixou de fazer sentido. Não era eficiente, nem segura, nem lógica.

Foi nesse momento que lancei no mercado o conceito de Papel Zero.

Todos os documentos passaram a ser digitais, organizados e armazenados em nuvem. Isso não significou apenas tecnologia. Significou tempo ganho, decisões mais rápidas e menos barreiras entre as pessoas e a informação. Significou evolução.

E talvez o ponto mais revelador dessa história esteja justamente no que ainda não foi dito.

Você percebeu que, em nenhum momento, usei a palavra “risco”?

Esse termo, tão comum quando se fala em Gestão de Terceiros, nunca teve a minha concordância. Porque trabalhar com base no risco é, muitas vezes, trabalhar com base no medo. E medo não constrói relações sólidas.

Ao longo de todos esses anos, o papel da Executiva sempre foi outro: manter viva e equilibrada a relação entre tomador e fornecedor.

Criar um processo em que o tomador possa focar no que faz de melhor, enquanto confia à Executiva a gestão responsável, humana e estratégica de toda a sua cadeia terceirizada.

Essa não é apenas uma metodologia.

É uma convicção construída com o tempo.

É uma forma de enxergar pessoas antes de enxergar processos.

O DNA da Executiva sempre esteve ligado à inovação e à capacidade de identificar as necessidades que o mercado apresenta.

Com essa visão, e com as mudanças na forma como o mercado passou a encarar a Gestão de Terceiros, entendi que era o momento de desenvolver um sistema robusto, mas, acima de tudo, amigável, capaz de gerenciar não apenas a documentação, mas toda a vida do contrato entre tomador e fornecedor.

Foi com essa percepção que desenhei a primeira versão do SG3, nosso Sistema de Gestão de Terceiros.

Cada campo foi pensado para facilitar a interação com o fornecedor de maneira intuitiva e amigável, ao mesmo tempo em que oferece ao tomador uma visão gerencial e estratégica de seus fornecedores.

Quantidades, passivos, documentos ofensores e outras informações indispensáveis para a gestão passaram a estar disponíveis de forma clara, estruturada e acionável.

Mas a principal funcionalidade do sistema, aquela que fiz questão de colocar no centro da sua concepção, foi a customização.

O SG3 nasceu para atender às necessidades presentes e futuras das empresas, seja em relação à legislação, seja diante das demandas específicas do mercado ou das particularidades de cada cliente.

Com essa premissa, tenho orgulho de afirmar que construímos um sistema que se tornou referência no mercado. Uma fonte de informação e gestão para o contratante, com dashboards e relatórios gerenciais, e também uma ferramenta valiosa para o fornecedor, que passa a ter acesso à gestão de seus documentos com análises precisas e técnicas.

Com o uso intensivo das melhores tecnologias e investimentos consistentes em inteligência artificial, consolidamos a Executiva como uma empresa líder de mercado, unindo tecnologia e pessoas.

É por isso que seguimos fazendo Gestão de Terceiros de um jeito diferente.

Com cuidado.

Com propósito.

Com responsabilidade.

Com tecnologia.

E, principalmente, com pessoas, nosso maior patrimônio.

*Márcio Pereira de Barros é Co-Fundador da Executiva Inteligência em Terceiros.

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Por que Supply precisa tratar TPRM como estratégia e não como operação.

A atividade que se paga — e potencializa

Por Marilaine Costa*

A terceirização deixou de ser uma alternativa operacional há muito tempo. Ela se tornou parte estruturante dos modelos de negócios contemporâneos. Cadeias produtivas são hoje formadas por múltiplos fornecedores, prestadores de serviço, operadores logísticos, empresas especializadas e parceiros estratégicos. Essa complexidade trouxe eficiência, escala e especialização. Mas trouxe também algo menos visível: ampliação sistêmica de risco.

Durante anos, a gestão de terceiros foi tratada como um processo administrativo, frequentemente associado à conferência documental e ao atendimento de exigências legais mínimas. No entanto, à medida que as organizações amadureceram sua governança corporativa, ficou evidente que o risco não está apenas dentro da empresa. Ele se estende por toda a cadeia.

E é justamente nessa extensão que reside um dos maiores custos invisíveis do negócio.

Leia também: Escala 12×36: você conhece os riscos?

A falsa sensação de economia

Profissionais de Supply Chain e Procurement são treinados para negociar eficiência. Redução de custos, ganhos de escala, otimização logística e geração de margem fazem parte do seu DNA profissional. No entanto, quando a análise se limita ao valor contratual ou ao saving imediato, cria-se uma ilusão perigosa: a de que o custo do fornecedor é o único fator relevante.

O que não aparece na planilha de negociação é o potencial passivo trabalhista decorrente de falhas na gestão do fornecedor. Não aparece a responsabilidade solidária que pode ser acionada judicialmente. Não aparece o impacto reputacional de um acidente grave envolvendo terceiros. Não aparece a interrupção operacional causada por uma autuação ou bloqueio regulatório.

Esses elementos, quando se materializam, não são apenas eventos isolados. São eventos que corroem a margem, afetam o fluxo de caixa e comprometem a previsibilidade financeira.

O que parecia economia, transforma-se em contingência.

Responsabilidade solidária e exposição jurídica

No contexto brasileiro — e em diversos outros mercados — a responsabilidade solidária é um ponto central. A contratante pode ser chamada a responder por obrigações trabalhistas e previdenciárias de seus fornecedores. Essa realidade jurídica transforma a gestão de terceiros em um tema estrutural para a sustentabilidade financeira da organização.

Não se trata apenas de cumprir formalidades. Trata-se de assegurar que os contratos negociados por Supply estejam ancorados em fornecedores efetivamente regulares, financeiramente saudáveis e operacionalmente aderentes às normas de saúde e segurança.

A ausência de governança neste ponto cria um paradoxo: a empresa negocia bem, mas executa sob risco

O impacto sobre o resultado e o valuation

Empresas maduras compreendem que risco não mitigado afeta mais do que o resultado do trimestre. Ele afeta a reputação, a confiança de investidores, os indicadores ESG e, consequentemente, o valuation.

A governança da cadeia de terceiros passou a ser observada por auditorias, conselhos de administração e investidores institucionais. O crescimento global do mercado de Third-Party Risk Management (TPRM), que apresenta taxas anuais compostas elevadas segundo relatórios setoriais, não é um movimento casual. Ele reflete a conscientização crescente de que risco na cadeia é risco corporativo.

Nesse cenário, a pergunta estratégica deixa de ser “quanto custa implementar gestão de riscos de terceiros?” e passa a ser “quanto custa não implementar?”.

Marilaine Costa é CEO da Executiva Inteligência em Terceiros.

O custo invisível da não conformidade

Quando um fornecedor falha em cumprir obrigações legais, a empresa contratante não sofre apenas juridicamente. Ela sofre operacionalmente. Interrupções em contratos críticos, paralisações, reestruturações emergenciais e retrabalho impactam diretamente eficiência e planejamento logístico.

Para Supply, isso significa perda de previsibilidade. Significa que todo o esforço dedicado à negociação e estruturação de contratos pode ser comprometido por uma falha estrutural na gestão do risco.

A gestão de riscos de terceiros, portanto, não é um mecanismo de controle excessivo. É um mecanismo de proteção do resultado.

A dimensão humana do risco

Há ainda uma dimensão que transcende números. A gestão estruturada de terceiros protege vidas. Monitoramento de treinamentos obrigatórios, exames periódicos, cumprimento de normas regulamentadoras e condições adequadas de trabalho não são apenas exigências formais. São medidas que evitam acidentes, preservam integridade física e reduzem exposição humana.

Quando uma empresa investe em governança da cadeia, ela está protegendo pessoas. E empresas que compreendem essa dimensão passam a tratar TPRM como parte da sua responsabilidade institucional.

A integração entre Supply, Jurídico e Governança

A maturidade organizacional ocorre quando Supply, Jurídico e áreas de governança atuam de forma integrada. Supply negocia valor. Jurídico protege o contrato. A gestão de riscos de terceiros assegura que a execução esteja alinhada à conformidade e à sustentabilidade.

Sem essa integração, há fragmentação. Com integração, há previsibilidade.

E previsibilidade é um dos ativos mais valiosos para qualquer organização.

Tecnologia como catalisador de eficiência

Um dos argumentos mais recorrentes contra a implementação estruturada de TPRM é o custo. No entanto, essa percepção parte de um modelo antigo, baseado em processos manuais, controle documental excessivo e baixa escalabilidade.

A tecnologia alterou essa equação.

A combinação entre conhecimento humano especializado — em legislação trabalhista, certificação financeira e homologação de fornecedores — e Inteligência Artificial aplicada à análise documental permite automatizar validações, identificar inconsistências e priorizar riscos críticos.

A plataforma SG3 foi concebida exatamente para essa realidade: integrar tecnologia com expertise técnica, oferecendo visibilidade executiva e eficiência operacional.

Quando o controle se torna inteligente, ele deixa de ser custo e passa a ser alavanca de performance.

A atividade que se paga — e potencializa

Do ponto de vista econômico, a lógica é simples. Mitigar risco custa menos do que remediar contingência. Além disso, a gestão estruturada de terceiros potencializa a negociação de Supply, pois permite maior confiança na execução contratual.

O que se constrói é uma cadeia mais resiliente, fornecedores mais qualificados e maior previsibilidade financeira.

Essa é a razão pela qual grandes corporações já tratam TPRM como elemento estratégico — não operacional.

A gestão de riscos de terceiros deixou de ser um tema periférico. Ela é componente central de governança corporativa, sustentabilidade financeira e proteção de valor.

Para Supply, significa garantir que a riqueza gerada pela negociação se concretize em resultado sustentável.

Gerar valor é essencial.

Protegê-lo é estratégico.

*Marilaine Costa é CEO da Executiva Inteligência em Terceiros.

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A gestão de terceiros no agronegócio é um dos pilares mais sensíveis para a segurança jurídica, operacional e reputacional das empresas do setor. 

Em cadeias produtivas que envolvem insumos, colheita, transporte, armazenagem e mão de obra temporária, qualquer falha no controle de fornecedores pode gerar impactos profundos, inclusive sobre a imagem da marca nos mercados nacional e internacional.

Com o aumento das exigências de compliance, ESG e rastreabilidade, a gestão de terceiros não pode mais ser tratada como um processo burocrático. Trata-se de uma estratégia fundamental de proteção do negócio.

Leia também: Gestão de terceiros: como evitar riscos e salvar seu negócio amanhã

Por que o agronegócio exige uma gestão de terceiros rigorosa?

Grande parte das operações no campo depende de prestadores terceirizados, especialmente em períodos de safra. Cabe observar que, de acordo com a Lei da Terceirização, mesmo quando a mão de obra não é contratada diretamente, a empresa tomadora do serviço continua sendo corresponsável por irregularidades trabalhistas, ambientais e de segurança.

Isso significa que falhas na seleção, no monitoramento e na fiscalização dos terceiros podem se transformar rapidamente em passivos jurídicos, multas, sanções administrativas e crises de imagem.

Reputação no agronegócio e gestão de terceiros

Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego MTE), somente no caso que envolveu algumas das principais vinícolas de Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, em 2023, 208 trabalhadores terceirizados foram resgatados de condições análogas à escravidão durante a colheita da uva. 

À época, a ação de fiscalização confirmou vínculos indiretos por meio de empresas terceirizadas e apontou jornadas exaustivas, alojamentos precários, restrição de liberdade e violência.

Além do impacto social gravíssimo, o caso gerou danos reputacionais imediatos às marcas envolvidas, com rompimentos de contratos comerciais, questionamentos de certificações e perda de confiança do mercado consumidor e internacional. O episódio se tornou referência nacional sobre os riscos da terceirização sem governança no agronegócio.

Principais riscos de uma gestão de terceiros mal estruturada no agronegócio

Quando não há um programa sólido de gestão de terceiros, a empresa fica exposta a:

  • Passivos trabalhistas decorrentes de irregularidades cometidas por prestadores;
  • Multas e sanções por descumprimento de normas ambientais e de segurança;
  • Crises de imagem e perda de credibilidade da marca;
  • Interrupções operacionais por falhas em colheita, transporte ou armazenagem;
  • Prejuízos financeiros causados por ações judiciais, retrabalho e perda de produção.

Como estruturar uma gestão de terceiros eficiente no agronegócio?

Uma gestão de terceiros segura e eficiente deve ser baseada em cinco pilares:

  1. Mapeamento completo de toda a cadeia de fornecedores e prestadores;
  2. Homologação rigorosa com análise documental, trabalhista, fiscal, ambiental e de segurança;
  3. Contratos claros com definição de responsabilidades, cláusulas de compliance e penalidades;
  4. Monitoramento contínuo das condições de trabalho, desempenho, segurança e prazos;
  5. Integração da gestão de terceiros com as áreas de compliance, jurídico, SST e gestão de riscos.

Empresas que adotam essa estrutura reduzem consideravelmente a exposição a riscos invisíveis que nascem fora de seus quadros diretos, mas recaem sobre sua responsabilidade.

Principais benefícios da gestão de terceiros no agronegócio

Ao implementar uma gestão de terceiros eficiente, o agronegócio passa a operar com:

  • Maior segurança jurídica e trabalhista;
  • Proteção efetiva da reputação da marca;
  • Continuidade operacional e previsibilidade;
  • Redução de custos com multas, ações e perdas produtivas;
  • Fortalecimento da governança e da imagem perante o mercado e investidores.

A Executiva possui mais de 25 anos de expertise no mercado de gestão de terceiros, atuando com inteligência, compliance e controle em operações complexas, inclusive no agronegócio.

Para empresas que atuam com terceiros e desejam proteger sua marca, reduzir riscos e elevar o nível de governança, a Executiva é a melhor aliada estratégica. 

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A maturidade da gestão de terceiros tornou-se um tema crítico para empresas que dependem de fornecedores, prestadores de serviço e parceiros operacionais. 

Em um cenário de aumento da fiscalização, exigências regulatórias e riscos trabalhistas, ambientais e de segurança do trabalho, não basta apenas contratar. É preciso gerir de forma estruturada, previsível e estratégica.

Mas, afinal, em que nível de maturidade da gestão de terceiros a sua empresa se encontra?

Para facilitar esse diagnóstico, listamos os três níveis principais da maturidade da gestão de terceiros. Com base neles, entenda como cada estágio impacta diretamente a operação, a conformidade e os resultados do negócio.

Leia também: SG3: a evolução que transforma dados em resultados para o seu negócio

Nível 1: Gestão reativa e documental

Neste estágio, a empresa atua apenas para cumprir exigências mínimas. A gestão de terceiros é vista como um custo necessário, e não como uma estratégia de proteção e eficiência.

Principais características:

  • Foco quase exclusivo em documentos e cadastros;
  • Conferência manual de informações;
  • Ações realizadas apenas quando surgem problemas, auditorias ou notificações;
  • Baixo controle sobre riscos operacionais e legais.

Neste nível, a empresa está altamente exposta a passivos trabalhistas, multas, interdições e acidentes.

Nível 2: Gestão estruturada e padronizada

Aqui, a organização já compreendeu a importância da maturidade da gestão de terceiros e passou a estruturar processos, fluxos e critérios claros.

Principais características:

  • Padronização de processos de homologação;
  • Controles mais eficientes de documentos e prazos;
  • Indicadores básicos de desempenho;
  • Integração parcial entre as áreas de suprimentos, jurídico, SST e compliance.

O risco é reduzido, mas ainda existem gargalos operacionais e dependência de controles manuais ou sistemas fragmentados.

Nível 3: Gestão estratégica, integrada e inteligente

No nível mais alto de maturidade, a gestão de terceiros deixa de ser apenas operacional e passa a ser um pilar estratégico do negócio.

Principais características:

  • Automação dos processos;
  • Integração entre áreas e sistemas;
  • Monitoramento em tempo real de riscos, conformidade e desempenho;
  • Uso de dados para tomada de decisão;
  • Gestão preventiva, não apenas corretiva.

Neste patamar, a empresa transforma a gestão de terceiros em vantagem competitiva, com redução de custos, aumento de segurança e total conformidade.

Veja, na tabela abaixo, um resumo dos níveis de maturidade da gestão de terceiros:

Nível Foco Principal Riscos Tecnologia
Nível 1 Cumprimento mínimo de documentos Altíssimos Baixa ou inexistente
Nível 2 Padronização e controle Moderados Parcial
Nível 3 Estratégia, prevenção e inteligência Mínimos Alta e integrada

Por que evoluir na maturidade da gestão de terceiros é urgente?

Empresas em níveis iniciais de maturidade convivem diariamente com riscos invisíveis que podem resultar em acidentes, paralisações, ações trabalhistas, sanções administrativas e danos à reputação. Já organizações maduras operam com previsibilidade, proteção jurídica e maior eficiência operacional.

A pergunta que fica é direta: sua empresa reage aos problemas ou se antecipa a eles?

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A Executiva possui mais de 25 anos de expertise no mercado de gestão de terceiros, atuando com inteligência, conformidade e tecnologia para proteger operações, reduzir riscos e aumentar a eficiência dos contratos.

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