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A terceirização faz parte da rotina de empresas de diferentes setores, como indústria, construção civil, logística, energia, facilities, varejo e serviços. Ela permite ampliar a capacidade operacional, acessar especialidades técnicas e ganhar flexibilidade. Mas, quando não é bem gerida, também pode gerar um risco relevante: o passivo trabalhista de terceiros.

Esse passivo ocorre quando falhas cometidas pela empresa contratada acabam gerando impactos jurídicos, financeiros ou operacionais para a contratante. Entre os problemas mais comuns estão ausência de pagamento de salários, encargos não recolhidos, jornadas irregulares, falta de benefícios obrigatórios, documentação incompleta, descumprimento de normas de saúde e segurança e vínculos trabalhistas mal caracterizados.

Por isso, reduzir o passivo trabalhista de terceiros não depende apenas de contratar fornecedores conhecidos ou negociar bons contratos. É preciso estruturar um processo contínuo de prevenção, controle documental e acompanhamento da conformidade.

A dimensão do risco trabalhista no Brasil ajuda a explicar por que a gestão de terceiros precisa ser tratada como uma frente estratégica. Segundo o Relatório Geral da Justiça do Trabalho 2024, divulgado pelo Tribunal Superior do Trabalho, a Justiça do Trabalho recebeu 4.090.375 processos em 2024, um aumento de 19,3% em relação ao ano anterior e o maior volume dos últimos 20 anos. 

Quando considerados apenas os casos novos, foram 3.599.940 novas ações trabalhistas. Esse cenário reforça a importância de prevenir falhas antes que elas se transformem em passivos, especialmente em contratos com trabalhadores terceiros, nos quais a contratante pode ser chamada a responder por obrigações não cumpridas pelo fornecedor.

Leia também: Riscos Psicossociais: O Foco deve estar no Trabalho, não Apenas no Trabalhador.

O que gera passivo trabalhista de terceiros?

O passivo trabalhista de terceiros geralmente nasce de uma combinação de fatores: contratação sem análise prévia, documentação desatualizada, ausência de fiscalização, falhas no contrato e baixa visibilidade sobre a rotina dos trabalhadores terceirizados.

Na prática, a contratante pode ser exposta a riscos quando permite a atuação de fornecedores que não comprovam regularidade trabalhista, previdenciária e fiscal. O mesmo acontece quando não há controle sobre documentos como folha de pagamento, comprovantes de recolhimento de FGTS, INSS, recibos de salário, exames ocupacionais, treinamentos obrigatórios, EPIs e registros de jornada.

O problema é que muitas empresas só percebem essas falhas quando já existe uma ação trabalhista, uma auditoria, uma fiscalização ou uma paralisação operacional.

Como reduzir o passivo trabalhista de terceiros?

O primeiro passo é fazer a homologação de fornecedores antes da contratação. Essa etapa permite avaliar se a empresa terceirizada tem regularidade documental, capacidade econômica, histórico compatível e condições mínimas para executar o serviço com segurança.

Depois da homologação, é essencial formalizar contratos bem estruturados, com cláusulas claras sobre obrigações trabalhistas, previdenciárias, saúde e segurança, apresentação de documentos, responsabilidades, penalidades, auditorias e possibilidade de bloqueio em caso de irregularidades.

Outro ponto decisivo é a gestão documental contínua. Não basta pedir documentos no início do contrato. Certidões vencem, equipes mudam, treinamentos expiram e novas pendências podem surgir durante a prestação do serviço. Por isso, a contratante precisa acompanhar periodicamente a conformidade dos fornecedores e dos trabalhadores terceiros alocados.

Também é importante criar critérios de risco. Fornecedores com mão de obra residente, atuação em áreas críticas, atividades perigosas ou grande volume de trabalhadores devem ter monitoramento mais rigoroso. Essa priorização evita que a empresa trate todos os terceiros da mesma forma e concentre esforços onde o risco é maior.

Documentos que ajudam a prevenir riscos

Entre os documentos que podem apoiar a redução do passivo trabalhista de terceiros estão:

Documento Por que acompanhar
Folha de pagamento Comprova remuneração dos trabalhadores
Comprovante de FGTS e INSS Ajuda a verificar recolhimentos obrigatórios
Recibos de salário e benefícios Evidenciam cumprimento das obrigações trabalhistas
ASO e exames periódicos Apoiam a conformidade em saúde ocupacional
Fichas de EPI Demonstram entrega de equipamentos de proteção
Treinamentos obrigatórios Reduzem riscos em atividades operacionais e de segurança
Certidões fiscais e trabalhistas Indicam regularidade da empresa fornecedora

8 boas práticas para reduzir o passivo trabalhista de terceiros

Para reduzir riscos de forma consistente, a empresa contratante precisa adotar medidas preventivas antes e durante a execução do contrato. Algumas boas práticas incluem:

  1. Homologar fornecedores antes da contratação, avaliando regularidade fiscal, trabalhista, previdenciária e capacidade financeira;
  2. Incluir cláusulas contratuais específicas sobre obrigações trabalhistas, envio de documentos, auditorias, penalidades e possibilidade de bloqueio por irregularidade;
  3. Acompanhar mensalmente documentos como folha de pagamento, FGTS, INSS, recibos de salário, benefícios e registros obrigatórios;
  4. Controlar documentos de saúde e segurança, como ASO, treinamentos, fichas de EPI e certificados exigidos para atividades de risco;
  5. Classificar fornecedores por nível de criticidade, priorizando contratos com mão de obra residente, atividades perigosas ou alto volume de trabalhadores;
  6. Manter evidências organizadas para auditorias, fiscalizações e eventuais defesas trabalhistas;
  7. Usar tecnologia para controlar vencimentos, pendências, aprovações, histórico documental e indicadores de risco;
  8. Realizar auditorias periódicas para verificar se as obrigações previstas em contrato estão sendo cumpridas na prática.

Essas medidas ajudam a transformar a gestão de riscos terceiros em um processo preventivo, e não apenas em uma reação quando o problema já chegou ao jurídico.

Monitoramento é tão importante quanto a contratação

A redução do passivo trabalhista de terceiros depende de uma mudança de lógica: sair do controle pontual e avançar para o monitoramento contínuo.

Com processos manuais, planilhas e documentos espalhados em e-mails, a empresa perde rastreabilidade e aumenta o risco de aprovar pendências sem perceber. Já com uma gestão estruturada, é possível acompanhar vencimentos, identificar não conformidades, bloquear acessos, priorizar riscos e manter evidências organizadas para auditorias e fiscalizações.

Precisando reduzir os passivos trabalhistas da sua empresa? Conte com a Executiva!

Há quase 30 anos a Executiva apoia empresas na redução do passivo trabalhista de terceiros com soluções completas para homologação de fornecedores, gestão documental, auditorias, mapeamento de riscos, monitoramento de conformidade e tecnologia aplicada à gestão de terceiros.

Com o apoio da Executiva, sua empresa ganha mais visibilidade sobre fornecedores e trabalhadores terceiros, reduz falhas documentais e fortalece a segurança jurídica da operação.

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A gestão de riscos de terceiros deixou de ser uma preocupação restrita às áreas de compliance ou suprimentos. Hoje, ela ocupa espaço cada vez mais estratégico dentro das organizações.

O motivo é simples: as empresas estão mais dependentes do que nunca de fornecedores, parceiros, prestadores de serviço e ecossistemas externos para manter suas operações funcionando.

E essa realidade aumentou significativamente a exposição aos riscos.

Um novo estudo global da KPMG, intitulado 2026 Global Third-Party Risk Management Survey: Achieving resilience in third-party risk management (Pesquisa Global de Gestão de Riscos de Terceiros 2026: alcançando resiliência na gestão de riscos de terceiros), revelou um cenário que acende um alerta importante para lideranças empresariais: 

Um terço das organizações sofreu perdas financeiras ou danos reputacionais nos últimos três anos causados por vulnerabilidades relacionadas a terceiros, enquanto 28% enfrentaram interrupções na cadeia de suprimentos.

Este dado reforça uma realidade que muitas empresas ainda subestimam: os maiores riscos corporativos nem sempre estão dentro da própria operação. Muitas vezes, eles estão espalhados ao longo da cadeia terceirizada.

Leia também: Gestão de documentos: o pilar invisível da conformidade de colaboradores e terceiros

O crescimento da complexidade operacional

Segundo o relatório, a transformação digital acelerada, o aumento das ameaças cibernéticas, a pressão regulatória global e as cadeias de suprimentos cada vez mais interconectadas mudaram completamente o cenário da TPRM (Third-Party Risk Management).

Hoje, uma única vulnerabilidade em um fornecedor pode desencadear impactos em toda a empresa.

O próprio estudo destaca que os riscos cibernéticos e regulatórios passaram a dominar as estratégias de TPRM no mundo corporativo. Cerca de 48% das organizações apontam o cyber risk como prioridade máxima, enquanto 45% destacam o compliance regulatório como a principal preocupação.

Na prática, isso significa que a gestão de terceiros passou a influenciar diretamente os seguintes fatores:

  • continuidade operacional;
  • segurança da informação;
  • reputação corporativa;
  • governança;
  • resiliência da cadeia de suprimentos;
  • capacidade de resposta a crises.

O problema não é apenas identificar riscos

O estudo da KPMG demonstra que muitas empresas até reconhecem a importância da TPRM, mas ainda enfrentam dificuldades para transformar isso em capacidade operacional efetiva.

Um dos principais gargalos está na integração entre TPRM e ERM (Enterprise Risk Management).

Embora a maioria das empresas afirme possuir algum nível de integração, apenas uma pequena parcela consegue consolidar dados, áreas e processos de forma realmente estratégica.

Na prática, isso cria operações fragmentadas, com informações descentralizadas, baixa rastreabilidade e dificuldade para antecipar ameaças.

Outro ponto crítico destacado pela pesquisa é a qualidade dos dados.

Apenas 17% das organizações afirmam possuir dados realmente confiáveis para sustentar suas decisões em TPRM.

Sem dados estruturados, até mesmo iniciativas de automação e inteligência artificial tendem a gerar resultados limitados.

A nova geração da TPRM será baseada em inteligência e monitoramento contínuo

O relatório destaca que empresas mais maduras estão deixando para trás modelos reativos e excessivamente burocráticos.

O movimento agora é construir programas de TPRM mais inteligentes, integrados e contínuos, com apoio de:

  • automação;
  • inteligência artificial;
  • monitoramento em tempo real;
  • dashboards consolidados;
  • análises preditivas;
  • integração entre áreas de risco, compliance e operações.

Mais da metade das organizações já explora o uso de IA em processos relacionados à gestão de terceiros. O foco não está apenas em acelerar auditorias ou reduzir tarefas manuais, mas em ampliar capacidade analítica, previsibilidade e velocidade de resposta.

O que isso significa para as empresas?

Em setores como indústria, logística, mineração, energia, offshore, infraestrutura e varejo, onde milhares de terceiros atuam simultaneamente em operações críticas, o impacto é ainda maior.

Empresas que ainda operam com controles manuais, dados descentralizados e pouca integração tendem a enfrentar mais dificuldades para:

  • antecipar riscos;
  • garantir compliance;
  • responder rapidamente a incidentes;
  • atender exigências regulatórias;
  • sustentar indicadores ESG;
  • proteger sua reputação.

Nesse cenário, a TPRM deixa de ser apenas uma função operacional. Ela se torna parte relevante da estratégia de resiliência corporativa.

Gestão de terceiros exige inteligência operacional

A Executiva atua com gestão estratégica de terceiros, combinando tecnologia, inteligência de dados, automação e monitoramento contínuo de auditores especializados para ampliar a visibilidade operacional e fortalecer a governança corporativa.

Com a plataforma SG3 integrada à Exia, a inteligência artificial da Executiva, as empresas conseguem transformar grandes volumes de dados em inteligência aplicada à gestão de riscos, compliance e tomada de decisão.

Em um cenário cada vez mais complexo e conectado, construir resiliência operacional depende diretamente da capacidade de enxergar, monitorar e agir sobre os riscos espalhados ao longo da cadeia terceirizada.

Porque hoje, mais do que nunca, gestão de terceiros é gestão de risco corporativo.

Fale com um consultor especializado da Executiva e descubra como estruturar uma gestão de riscos de terceiros mais inteligente, segura e eficiente: (11) 93414-7700

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Durante muito tempo, as estratégias de gestão de terceiros estiveram concentradas em aspectos como documentação, compliance trabalhista, regularidade fiscal e controle operacional. Contudo, o avanço das pautas ESG trouxe uma mudança importante para o centro das decisões corporativas: o bem-estar dos trabalhadores terceirizados também passou a representar um indicador crítico de risco.

Atualmente, empresas de setores como indústria, energia, mineração, logística, infraestrutura e óleo & gás já entendem que problemas relacionados à saúde mental, condições de trabalho, jornadas excessivas, segurança ocupacional e clima organizacional podem gerar impactos diretos na operação, na reputação e até na continuidade do negócio.

Muito além de uma discussão sobre responsabilidade social, trata-se de gestão estratégica de riscos.

Leia também: Da gestão documental à resiliência operacional: por que Supply Chain Assurance virou tema de board

O que ESG tem a ver com gestão de terceiros?

A sigla ESG representa três pilares fundamentais da sustentabilidade corporativa:

  • Environmental (Ambiental)
  • Social (Social)
  • Governance (Governança)

No contexto da gestão de terceiros, o “S” de Social ganhou enorme relevância nos últimos anos, especialmente após o aumento das exigências regulatórias, da pressão de investidores e do crescimento das discussões sobre saúde mental e condições dignas de trabalho.

Isso significa que as empresas contratantes passaram a ser cobradas não apenas pelos seus próprios indicadores internos, mas também pelas condições oferecidas aos trabalhadores de fornecedores e prestadores de serviço.

Em outras palavras: o risco da cadeia terceirizada agora também é um risco ESG.

O dado que acendeu o alerta nas empresas

Um estudo global recente da consultoria Deloitte revelou que 84% dos executivos acreditam que questões relacionadas à força de trabalho e ao bem-estar dos colaboradores impactam diretamente a performance e a resiliência dos negócios.

Ao mesmo tempo, cresce o entendimento de que riscos humanos não tratados tendem a gerar:

  • aumento de acidentes de trabalho;
  • maior rotatividade;
  • queda de produtividade;
  • passivos trabalhistas;
  • desgaste reputacional;
  • interrupções operacionais;
  • impactos em auditorias ESG e compliance.

Esse movimento também se conecta ao avanço das regulamentações relacionadas aos riscos psicossociais no ambiente corporativo, tema que ganhou ainda mais força no Brasil com as mudanças recentes na Norma Regulamentadora número 1 (NR-01).

O risco invisível dentro da cadeia terceirizada

Em muitas operações, especialmente nas mais complexas, milhares de trabalhadores terceirizados atuam diariamente em atividades críticas.

São equipes presentes em:

  • manutenção industrial;
  • operações logísticas;
  • obras;
  • facilities;
  • transporte;
  • portos;
  • mineração;
  • operações offshore;
  • plantas industriais.

Quando não existe acompanhamento adequado das condições desses profissionais, a empresa contratante perde visibilidade sobre riscos importantes da própria operação.

E o problema é que muitos desses riscos não aparecem apenas em auditorias documentais.

Eles surgem em uma série de sinais, tais como:

Indicador Possível impacto operacional
Alto índice de afastamentos Queda de produtividade
Excesso de jornadas Aumento do risco de acidentes
Rotatividade elevada Perda de eficiência operacional
Falhas em treinamentos Não conformidades e riscos legais
Clima organizacional Maior probabilidade de incidentes
Baixa rastreabilidade Fragilidade em auditorias ESG

ESG deixou de ser apenas reputação

Hoje em dia, existe um erro comum no mercado: tratar o ESG como uma iniciativa exclusivamente voltada à imagem institucional.

Na prática, empresas mais maduras já utilizam indicadores ESG como parte da estratégia de governança operacional e mitigação de riscos.

Isso acontece porque investidores, conselhos administrativos e grandes contratantes passaram a avaliar a cadeia de terceiros com muito mais profundidade.

No cenário atual, algumas perguntas se tornaram inevitáveis:

  1. Os terceiros possuem gestão adequada de saúde e segurança?
  2. Existem controles eficientes sobre riscos psicossociais?
  3. A operação possui rastreabilidade?
  4. Há monitoramento contínuo de conformidade?
  5. Os dados estão centralizados?
  6. Existe capacidade de resposta rápida em caso de incidentes?

Quanto menor a visibilidade sobre essas informações, maior a exposição da empresa.

Tecnologia e inteligência de dados se tornaram fundamentais

Diante desse cenário, processos manuais já não conseguem acompanhar o nível de complexidade exigido pela gestão moderna de terceiros.

Empresas que ainda trabalham com controles descentralizados, planilhas e acompanhamento reativo enfrentam dificuldades para:

  • consolidar informações;
  • gerar rastreabilidade;
  • monitorar indicadores críticos;
  • identificar riscos antecipadamente;
  • apoiar decisões estratégicas.

É exatamente nesse contexto que plataformas inteligentes de gestão de terceiros ganham protagonismo.

A Executiva atua com gestão estratégica de terceiros apoiada por tecnologia, automação e inteligência de dados, utilizando a plataforma SG3 para ampliar a visibilidade operacional, fortalecer o compliance e apoiar uma gestão mais segura e eficiente.

Além disso, a Exia, inteligência artificial da Executiva, permite transformar grandes volumes de dados em inteligência operacional para auditorias documentais, automação de processos e identificação mais ágil de riscos – tudo isso com verificação humana de auditores experientes. 

O futuro da gestão de terceiros será cada vez mais humano

A evolução da gestão de terceiros mostra que o mercado está abandonando uma visão puramente burocrática e documental.

As empresas mais preparadas já entenderam que bem-estar, segurança, saúde mental e qualidade das relações de trabalho também influenciam diretamente:

  • a continuidade operacional;
  • a produtividade;
  • a reputação corporativa;
  • a resiliência da cadeia;
  • os resultados financeiros.

No fim, ESG na gestão de terceiros não é apenas uma pauta social. É uma estratégia de proteção operacional e inteligência corporativa.

Sua empresa possui visibilidade real sobre os riscos da cadeia terceirizada?

Há quase três décadas a Executiva ajuda empresas de diversos portes e setores a fortalecerem sua gestão de terceiros com tecnologia, rastreabilidade, inteligência de dados e monitoramento contínuo de riscos.

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