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A gestão documental na construção civil é um dos pilares para garantir a continuidade das obras, reduzir riscos jurídicos e evitar passivos trabalhistas. Em um setor onde a alta rotatividade de mão de obra e a presença de múltiplos prestadores de serviço são uma realidade, manter o controle sobre a documentação de terceiros e colaboradores é uma necessidade estratégica.

Neste artigo, explicamos como a falta de controle sobre documentos trabalhistas e de segurança pode comprometer o andamento da obra, e como implementar um processo de gestão eficaz para evitar prejuízos e garantir conformidade legal.

De acordo com o Panorama da Construção 2023, lançado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), mais de 60% das paralisações de obras públicas ocorrem por falhas de documentação ou inadequação contratual, o que demonstra o impacto direto da gestão documental na operação.

Leia também: 3 dicas definitivas para evitar os riscos na contratação de terceiros

Por que a gestão documental é crítica na construção civil?

A construção civil é um dos setores com maior complexidade regulatória no Brasil, com inúmeras obrigações legais em canteiros de obra, como a apresentação de documentos exigidos pela CLT, NR-18, NR-35, além de convenções coletivas e legislações municipais e estaduais.

Sem um sistema eficaz de controle, documentos como ASOs (Atestados de Saúde Ocupacional), certificados de treinamentos obrigatórios (ex: trabalho em altura), comprovantes de entrega de EPIs e registros de vínculo empregatício podem ficar desatualizados ou ausentes — colocando a empresa em risco de:

  • Multas e interdições por fiscalização
  • Paralisação de obras por descumprimento de normas
  • Responsabilidade solidária em processos trabalhistas
  • Inadimplência em contratos com órgãos públicos ou grandes incorporadoras

Riscos da má gestão documental x Soluções preventivas

Problema recorrente Consequência para a obra Solução com gestão documental
Falta de ASO ou exames periódicos Multas e afastamentos legais Controle digital de validade e alertas
Terceirizado sem registro em carteira Ação trabalhista com responsabilidade solidária Validação prévia de documentação do prestador
Ausência de treinamento obrigatório (NR-35, NR-18) Interdição da atividade e paralisação Checklists integrados e cobrança preventiva
Atraso na entrega de folhas de pagamento ou FGTS Rescisões contestadas e impactos financeiros Auditoria mensal automatizada

Como implementar uma gestão documental eficiente no canteiro de obras?

  1. Mapeie os documentos obrigatórios por função e risco

Cada cargo dentro da obra exige uma documentação específica. Um servente, um eletricista e um trabalhador em altura, por exemplo, têm exigências legais distintas. O mapeamento ajuda a evitar generalizações e lacunas.

  1. Padronize os processos com prestadores de serviço

A terceirização na construção civil exige ainda mais rigor documental. É fundamental estabelecer contratos claros, exigir documentação desde o onboarding e manter um canal direto de atualização contínua.

  1. Digitalize e centralize os documentos

Sistemas de gestão documental digital permitem controlar prazos de validade, receber alertas automáticos e gerar relatórios em tempo real. Isso reduz erros manuais e facilita auditorias internas ou externas.

  1. Audite e atualize periodicamente

Não basta coletar a documentação no início do projeto. A cada mês, devem ser feitas conferências de validade, atualizações de folha, comprovação de recolhimentos e evidências de treinamentos, evitando acúmulo de passivos trabalhistas no setor de construção.

Gestão documental na construção civil como diferencial competitivo

Como você pôde observar neste artigo, a gestão documental na construção civil deixou de ser apenas uma exigência legal. Em grandes obras e concorrências públicas, ela já é critério de escolha para contratação. Empresas com estrutura madura nesse aspecto conseguem evitar paralisações por falta de documentação, reduzir custos jurídicos e transmitir mais segurança aos contratantes.

A Executiva atua com soluções completas para controle de documentos trabalhistas em obras, integrando compliance, tecnologia inovadora através do sistema SG3 e acompanhamento contínuo de terceiros por meio de auditorias ativas — com foco na prevenção de riscos e na fluidez operacional.

Quer proteger sua obra de imprevistos e passivos invisíveis? Agende uma conversa com nosso time e veja como implementamos essas medidas no seu canteiro de obras.

Chame no WhatsApp: (11) 93414-7700 | E-mail comercial@executiva.com.br

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A terceirização de mão-de-obra na indústria é uma prática consolidada em muitos setores produtivos. Seja em áreas como logística, manutenção, segurança, limpeza, facilities ou até no apoio à produção, a presença de terceiros é cada vez mais comum para garantir flexibilidade, redução de custos e foco no core business.

Contudo, sem uma gestão de terceiros bem estruturada, essa prática pode trazer riscos trabalhistas, operacionais e de compliance, que impactam diretamente a produtividade e a reputação das empresas.

Neste artigo, vamos demonstrar como mitigar riscos na terceirização industrial e implementar uma abordagem que alia segurança jurídica e eficiência operacional. Ao final, você entenderá por que contar com uma consultoria em gestão de terceiros faz toda a diferença para o sucesso da operação.

Leia também: Fornecedores ideais: 3 principais desafios na escolha e como superá-los com tecnologia

Terceirização na indústria: por que ela cresce tanto?

A terceirização se tornou peça-chave para a competitividade industrial. Segundo estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), 69% das indústrias brasileiras utilizam serviços terceirizados em pelo menos uma etapa da operação, sendo que a maioria reconhece ganhos em eficiência e agilidade (Pesquisa CNI, 2022).

Ao permitir que a empresa concentre esforços em áreas estratégicas, a terceirização ajuda a reduzir custos fixos, aumentar a escalabilidade e ajustar o time operacional conforme a demanda.

Todavia, esses benefícios só se concretizam quando a terceirização é feita com responsabilidade, critérios técnicos e governança adequada.

Conheça os principais riscos da terceirização na indústria

Mesmo com ampla utilização, muitos gestores ainda subestimam os riscos da terceirização na indústria. Os mais recorrentes, incluem:

  • Riscos trabalhistas na indústria: passivos gerados por má gestão de folha, jornadas, EPIs ou condições de trabalho inadequadas.
  • Falta de controle de acesso e segurança: terceiros circulando em áreas críticas sem monitoramento, colocando em risco pessoas, processos e dados.
  • Não conformidade com normas legais e regulatórias: especialmente em setores que demandam alto nível de rastreabilidade e auditoria. Aqui, a conformidade legal na terceirização se torna um fator-chave para evitar sanções.
  • Impacto na performance da linha produtiva: profissionais desqualificados, alta rotatividade e ausência de indicadores comprometem a produtividade.

Ignorar esses fatores pode comprometer toda a cadeia produtiva, além de gerar responsabilidade solidária para a contratante, conforme previsto pela legislação trabalhista.

Como mitigar riscos e garantir eficiência com terceirizados?

Para transformar a terceirização em uma vantagem competitiva, e não em um passivo oculto, algumas boas práticas são determinantes:

  1. Estabeleça critérios técnicos de contratação

Escolha fornecedores com histórico comprovado, compliance validado e estrutura para atender às exigências da sua indústria.

  1. Formalize contratos com cláusulas claras

Inclua obrigações relacionadas à saúde e segurança, metas operacionais, responsabilidade solidária e gestão de pessoal. A assessoria jurídica especializada é indispensável nesse processo.

  1. Acompanhe indicadores de performance (KPIs)

Mensure produtividade, qualidade e segurança dos terceirizados. Isso permite ajustes ágeis e garante alinhamento com os objetivos industriais.

  1. Implemente uma gestão centralizada de terceiros

Utilize sistemas, processos e equipes focadas exclusivamente na gestão de terceiros na indústria, promovendo controle, rastreabilidade e prevenção de riscos.

  1. Promova treinamentos e integração operacional

Integrar o terceirizado à cultura da empresa e às práticas de segurança garante maior alinhamento e resultados consistentes.

Terceirização na indústria exige gestão profissional

Contar com parceiros terceirizados é uma necessidade real para a indústria moderna. No entanto, o que diferencia operações bem-sucedidas daquelas que acumulam problemas é a qualidade da gestão dos terceiros envolvidos.

Na Executiva, temos expertise em gestão estratégica de terceiros na indústria, atuando com foco em compliance, prevenção de riscos e melhoria contínua dos processos operacionais. Nossa atuação engloba desde auditorias, mapeamentos e homologação de fornecedores até a gestão de facilities industriais, com visão integrada e foco em resultados.

Quer saber como aplicar a terceirização de forma segura e eficiente na sua indústria? Entre em contato agora mesmo com o nosso time comercial e descubra como mitigar os riscos das suas operações industriais. Nosso time pode mapear com você os gargalos críticos e estruturar um plano sob medida.

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Em um cenário cada vez mais orientado à proteção das informações, terceiros com acesso a dados sensíveis representam uma vulnerabilidade muitas vezes negligenciada pelas empresas. Mesmo com políticas internas bem definidas, é comum que prestadores de serviços externos tenham algum nível de acesso a informações estratégicas, pessoais ou confidenciais.

O estudo global Cost of a Data Breach Report, realizado pela IBM Security em parceria com o Ponemon Institute aponta que 19% das violações de dados em 2023 envolveram fornecedores ou parceiros terceirizados, um dado que reforça o impacto direto da cadeia de terceiros na segurança da informação das empresas.

Em 2023, a Latitude Financial, empresa de serviços financeiros da Austrália, sofreu um dos maiores vazamentos de dados do país. O ataque cibernético começou justamente por meio de um fornecedor terceirizado, que teve credenciais comprometidas. O resultado: dados de mais de 14 milhões de clientes expostos, incluindo documentos de identidade e informações financeiras. A empresa enfrentou prejuízo financeiro, perda de confiança e investigações regulatórias.

Mas quais são os riscos invisíveis dessa exposição? E como proteger seu negócio de consequências jurídicas, reputacionais e financeiras?

Neste artigo, vamos explicar os principais riscos com terceiros que lidam com dados sensíveis na terceirização e o que sua empresa pode fazer para atuar de forma preventiva e segura. Boa leitura! 

Leia também: Mitigação de Riscos na Gestão de Terceiros: como proteger sua empresa de passivos ocultos?

 

  1. Vazamento de dados estratégicos

Muitas organizações concentram esforços na proteção de seus sistemas internos, mas se esquecem de mapear o nível de acesso concedido a parceiros terceirizados. Isso pode abrir brechas para o vazamento de dados sensíveis, tais como:

  • Informações de clientes e fornecedores;
  • Planos de negócios e documentos contratuais;
  • Dados pessoais de colaboradores (como CPF, endereço e prontuários médicos).

Em um eventual incidente, a responsabilidade recai também sobre o tomador do serviço, especialmente à luz da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). Por isso, a gestão de risco empresarial precisa incluir tanto as ações internas quanto o monitoramento da atuação dos terceiros envolvidos nas rotinas operacionais.

  1. Uso indevido de acessos físicos e digitais

Outro risco invisível é o uso indevido de credenciais ou acessos físicos, muitas vezes concedidos sem um controle rigoroso. Empresas terceiras podem ter:

  • Chaves de áreas restritas;
  • Crachás de acesso irrestrito;
  • Logins compartilhados em sistemas ou planilhas;
  • Participação em grupos de WhatsApp corporativos.

O resultado pode ser desde a perda de documentos até o comprometimento de informações críticas. A ausência de uma política clara de controle de acessos para terceiros aumenta significativamente esse risco — e o pior: sem deixar rastros imediatos.

  1. Fragilidade contratual e ausência de cláusulas de confidencialidade

Por fim, você sabia que muitos contratos com terceiros não incluem cláusulas específicas sobre proteção de dados, sigilo e responsabilização? Sem essa blindagem jurídica, torna-se difícil agir em caso de incidente, além de enfraquecer a posição da empresa diante de órgãos fiscalizadores ou em uma ação judicial.

Nesse sentido, é fundamental garantir que os contratos contenham:

  • Cláusulas de confidencialidade robustas;
  • Definição clara de quais dados podem ser acessados;
  • Regras sobre descarte de informações e devolução de materiais;
  • Previsão de penalidades por uso indevido de dados.

Essa é uma das primeiras etapas para uma gestão de terceiros eficaz e segura.

 

Como mitigar esses riscos invisíveis?

A boa notícia é que os riscos com terceiros podem ser mitigados com uma gestão estratégica e preventiva, que envolva:

  • Mapeamento de riscos terceirizados (por área, tipo de dado acessado e frequência de contato);
  • Auditorias periódicas e controles de acesso atualizados;
  • Treinamentos e orientações aos prestadores de serviço sobre sigilo e responsabilidade;
  • Padronização contratual, com apoio jurídico especializado.

Sem dúvida alguma, contar com o suporte de uma empresa especializada em gestão de terceiros e riscos corporativos ajuda a aplicar essas práticas com expertise e segurança, sem sobrecarregar sua equipe interna.

 

Conte com a Executiva para auxiliar o seu negócio

Na Executiva, atuamos com uma metodologia estruturada para gestão de terceiros com acesso a dados sensíveis, integrando compliance, segurança da informação, jurídico e operações.

Apoiamos sua empresa na identificação de riscos invisíveis, estruturação de contratos, definição de acessos e implementação de políticas claras. Tudo para garantir que a terceirização seja um diferencial — e não uma ameaça — ao seu negócio.

Quer saber como proteger melhor sua empresa? Fale com nossos especialistas e obtenha mais detalhes sobre as capacitações personalizadas da Executiva. Mais do que alertar sobre os riscos, nós ajudamos a eliminar falhas estruturais na sua cadeia de terceiros.

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A gestão de terceiros na área da saúde vai muito além de contratos e planilhas. Em um setor onde vidas estão em jogo, falhas na terceirização podem comprometer a segurança de pacientes, a conformidade legal e a reputação da instituição. Neste artigo, entenda por que a escolha e o acompanhamento rigoroso de terceiros são um pilar estratégico — e como evitar os riscos invisíveis dessa prática.

Segundo dados da Fiocruz, cerca de 1.400 municípios brasileiros já adotam esse modelo de gestão. Neste artigo, mostraremos por que a gestão de terceiros na área da saúde exige muito mais do que apenas controles burocráticos.

Leia também: 4 diferenciais da Executiva para tornar a gestão de fornecedores mais eficiente e segura

O que são terceiros na área da saúde?

Terceiros na área da saúde são empresas contratadas para prestar serviços essenciais ou de apoio em hospitais, clínicas, laboratórios e demais instituições do setor. Isso inclui serviços como limpeza, vigilância, manutenção, recepção, TI, logística hospitalar, enfermagem terceirizada, entre outros.

Esses profissionais, apesar de não integrarem diretamente o quadro funcional da instituição, atuam em ambientes sensíveis e, muitas vezes, têm contato direto com pacientes, informações sigilosas e estruturas críticas da operação hospitalar.

Riscos da má gestão de terceiros na saúde

A falta de uma gestão eficaz de terceiros na área da saúde pode gerar consequências graves, tais como:

  • Quebra de protocolos de segurança sanitária;
  • Falhas que podem comprometer a segurança de informações e a conformidade com normas regulatórias;
  • Ações trabalhistas com alto impacto financeiro;
  • Penalidades por não conformidade com normas regulatórias (como RDCs da Anvisa);
  • Comprometimento da reputação da instituição.

Ou seja, mais do que um desafio administrativo, estamos falando de riscos reais à integridade física, emocional e jurídica da organização e das pessoas.

Boas práticas para gestão de terceiros na área da saúde

Para garantir segurança e eficiência no controle de terceiros na área da saúde, algumas práticas são indispensáveis:

  1. Controle documental rigoroso

Verificação contínua de registros como contratos, certificados, exames periódicos e treinamentos obrigatórios.

  1. Monitoramento de conformidade

Checagem em tempo real do cumprimento das normas de saúde, segurança e higiene por parte dos prestadores.

  1. Auditorias periódicas

Avaliações técnicas e administrativas para identificar falhas antes que elas gerem consequências graves.

  1. Capacitação e integração

Inclusão dos terceiros em treinamentos de biossegurança, políticas internas e protocolos da instituição.

A responsabilidade legal da contratante

De acordo com a legislação trabalhista e com normas como a NR-1 e a NR-32, a instituição contratante pode, em determinadas situações, ser responsabilizada solidariamente pelos riscos aos quais os terceiros estão expostos — especialmente quando há omissão no cumprimento das obrigações legais relacionadas à saúde, segurança do trabalho e condições adequadas de atuação.

Entretanto, essa responsabilidade não se estende de forma automática a todas as áreas, como questões sanitárias específicas ou obrigações relacionadas à LGPD, que envolvem competências próprias e normativos distintos. Justamente por isso, é essencial que o contrato com terceiros seja bem estruturado, e que haja acompanhamento ativo e integração efetiva, garantindo não apenas o compliance trabalhista, mas também a segurança ética, técnica e profissional na rotina da prestação de serviços.

Como proteger sua instituição com uma gestão eficiente?

A Executiva, empresa com mais de duas décadas e meia de atuação no mercado, oferece soluções completas e integradas para a gestão de terceiros na área da saúde, com foco em conformidade, segurança e eficiência.

Descubra como as capacitações personalizadas da Executiva podem ajudar sua organização a proteger vidas, dados e reputação.

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Encontrar os fornecedores ideais é uma tarefa estratégica — e muitas vezes desafiadora — para empresas que desejam garantir qualidade, compliance e segurança em sua operação.

Afinal, escolher mal um parceiro pode gerar impactos que vão muito além do preço pago: atrasos, não conformidades, riscos legais e até danos à reputação são algumas das consequências mais comuns.

Se a sua empresa ainda encontra dificuldades para estruturar uma base de fornecedores confiável e eficiente, este artigo certamente vai lhe ajudar.

Leia também: SGFor: A solução completa para uma gestão eficiente e segura de fornecedores e colaboradores terceirizados

A seguir, destacamos os três principais desafios ao buscar fornecedores ideais e como superá-los com assertividade.

  1. Falta de critérios objetivos na escolha de fornecedores

Você sabia que um dos principais obstáculos na escolha de fornecedores está na ausência de critérios claros e padronizados para análise? Muitas empresas ainda utilizam processos informais ou baseados em indicações, sem levar em conta indicadores técnicos, jurídicos e de conformidade.

Como resolver:

Estruture uma política de homologação que envolva análise documental, avaliação de performance, histórico de atuação e capacidade técnica. Quanto mais dados e critérios objetivos, mais fácil será selecionar parceiros alinhados aos seus padrões de qualidade.

  1. Monitoramento insuficiente da conformidade dos fornecedores

Mesmo após a contratação, a relação com o fornecedor precisa ser constantemente acompanhada. Muitas empresas negligenciam esse processo, o que pode abrir margem para problemas como inadimplência, descumprimento de normas legais ou uso de mão de obra irregular.

Como resolver:

Implemente uma minuciosa auditoria dos documentos enviados, além de contar com um sistema capaz de analisar dados utilizando algoritmos e exibir o histórico e desempenho dos fornecedores de forma intuitiva.

  1. Baixa visibilidade sobre riscos e desempenho de fornecedores

Sem uma base de dados integrada e atualizada, é difícil ter uma visão clara sobre quais fornecedores representam risco para a operação. A ausência de informações estratégicas impede a tomada de decisões eficazes e expõe a empresa a passivos ocultos.

Como resolver:

Utilize uma plataforma que centraliza informações sobre cada fornecedor, como indicadores de risco, nível de conformidade, pendências e histórico de atuação. Ter essa visibilidade permite agir de forma preventiva, antes que pequenos problemas se tornem grandes dores de cabeça.

Revolucione sua gestão de fornecedores com o SGFor!

Sem dúvida alguma, encontrar os fornecedores ideais exige mais do que boas intenções — é preciso método, tecnologia e acompanhamento contínuo. Os desafios são, inegavelmente, reais, mas totalmente superáveis com as ferramentas certas.

Pensando nisso, a Executiva desenvolveu o SGFor, um sistema completo de gestão de fornecedores que ajuda sua empresa a identificar os melhores parceiros, garantir a conformidade e reduzir riscos. Com tecnologia de ponta e apoio dos melhores especialistas do mercado, o SGFor transforma a gestão de terceiros em um processo seguro, ágil e estratégico.

Quer encontrar os fornecedores ideais para sua empresa? Conheça o SGFor e eleve seu padrão de gestão.

Entre em contato agora mesmo com o nosso time comercial e descubra como podemos revolucionar a gestão de fornecedores do seu negócio:

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A saúde ocupacional é uma das bases para um ambiente de trabalho seguro, produtivo e em conformidade com a legislação. Entre os principais instrumentos dessa área estão o PCMSO e ASO, dois documentos obrigatórios da NR-7, que são fundamentais tanto para a prevenção de doenças quanto para a mitigação de riscos trabalhistas e legais.

Mas, afinal, o que são esses documentos? Quem é responsável por sua elaboração? E qual a relação deles com a gestão de terceiros? A seguir, explicamos tudo o que você precisa saber sobre o PCMSO e o ASO, sua função na preservação da saúde do trabalhador e o impacto na rotina das empresas.

Leia também: Gerenciamento de Riscos Ocupacionais: o guia completo

 

O que é PCMSO?

O Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) é regulamentado pela NR-7 (Norma Regulamentadora nº 7) do Ministério do Trabalho. Ele tem como objetivo promover e preservar a saúde dos trabalhadores, por meio de ações preventivas, diagnósticas e de controle médico ocupacional contínuo.

O PCMSO deve ser elaborado e implementado por todas as empresas que contratam trabalhadores sob o regime da CLT, independentemente do porte ou segmento. Trata-se de um instrumento essencial para o acompanhamento da saúde do trabalhador ao longo da sua jornada. Entre suas principais diretrizes estão:

  • Planejamento e execução de exames médicos ocupacionais (também chamados de exames ocupacionais);
  • Acompanhamento da saúde dos trabalhadores expostos a riscos;
  • Registro e arquivamento de informações médicas;
  • Encaminhamento para exames complementares, quando necessário;
  • Relatórios estatísticos e comunicação de agravos à saúde.

E o que é o ASO?

Por sua vez, o Atestado de Saúde Ocupacional (ASO) é o documento que comprova a realização dos exames ocupacionais previstos no PCMSO. Ele atesta se o colaborador está apto ou inapto para exercer suas atividades, com base em avaliações clínicas e, quando necessário, exames complementares.

O ASO é mais um dos documentos obrigatórios da NR-7 e deve ser emitido em momentos estratégicos da relação de trabalho, sempre com foco na integridade física e mental do profissional. Existem cinco tipos de ASO:

  1. Admissional: realizado antes do início das atividades;
  2. Periódico: realizado em intervalos regulares, conforme o risco da função;
  3. Retorno ao trabalho: após afastamentos iguais ou superiores a 30 dias;
  4. Mudança de Risco: quando há alteração nos riscos da atividade exercida;
  5. Demissional: realizado na rescisão do contrato de trabalho.

Empresas que contratam terceiros também precisam se atentar ao cumprimento dessas obrigações. Isso porque, em casos de acidentes ou doenças ocupacionais, o tomador pode ser responsabilizado solidariamente caso a empresa contratada não esteja em conformidade com a legislação trabalhista e de saúde ocupacional.

Portanto, monitorar se os prestadores de serviço estão com o PCMSO atualizado e os ASOs devidamente emitidos é essencial para evitar passivos ocultos, ações judiciais e autuações.

Assim, podemos concluir que tanto o PCMSO quanto o ASO são pilares da saúde ocupacional, integrando as exigências legais cuja função é garantir a segurança dos colaboradores e a conformidade das empresas. Para quem contrata terceiros, acompanhar a emissão e a validade desses documentos é uma estratégia indispensável para evitar riscos legais e garantir ambientes mais seguros.

Perguntas Frequentes

O que é PCMSO e qual sua obrigatoriedade?

O PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) é um programa obrigatório previsto na NR-7 do Ministério do Trabalho. Todas as empresas que contratam trabalhadores pelo regime CLT devem implementá-lo, independentemente do número de empregados ou grau de risco da atividade.

O que é ASO e qual sua obrigatoriedade?

O ASO (Atestado de Saúde Ocupacional) é o documento que comprova a realização dos exames médicos obrigatórios definidos pelo PCMSO. Deve ser emitido nas admissões, demissões, mudanças de função, retornos ao trabalho e periodicamente, conforme os riscos ocupacionais identificados.

Quem é responsável pela elaboração do PCMSO e do ASO?

A responsabilidade pela elaboração do PCMSO é do empregador, mas sua implementação deve ser coordenada por um médico do trabalho. O ASO é emitido após a avaliação clínica realizada por esse profissional, com base nos exames previstos no programa.

Qual a relação do PCMSO e do ASO com a gestão de terceiros?

As empresas que contratam prestadores de serviços devem assegurar que esses profissionais também estejam em conformidade com o PCMSO e apresentem seus respectivos ASOs. Essa exigência reforça a responsabilidade solidária na gestão de saúde e segurança do trabalho, reduz riscos legais e garante condições adequadas para todos que atuam no ambiente corporativo.

Precisando garantir a saúde ocupacional da sua empresa e evitar surpresas?

A Executiva é especialista em gestão de terceiros e conta com os melhores profissionais e tecnologia de ponta para apoiar empresas na verificação e controle de documentos como o PCMSO e o ASO, oferecendo soluções completas para mitigar riscos e garantir conformidade.

Quer garantir a saúde ocupacional da sua empresa e evitar surpresas desagradáveis? Fale com a Executiva!

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A Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) passou por mudanças importantes que impactam diretamente a forma como as empresas devem lidar com a saúde e segurança de seus colaboradores.

Se sua organização ainda está se adaptando, este é o momento ideal para entender o que mudou e como aproveitar o período de transição para estruturar uma gestão mais eficiente e em conformidade.

Neste artigo, explicamos o que é a NR-1, suas principais competências e as mudanças que passaram a valer em 2026 — com foco especial na inclusão dos riscos psicossociais e nas novas obrigações dos empregadores.

Leia também: PGR por tomador: responsabilidades e atualizações que você precisa conhecer

 

O que é a NR-1?

A NR-1 é a norma que estabelece as disposições gerais sobre saúde e segurança no trabalho, funcionando como a base para a aplicação de todas as outras normas regulamentadoras (NRs) do Ministério do Trabalho. Ela define os direitos e deveres de empregadores e empregados, as diretrizes do Programa de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (PGR) e os critérios para treinamentos, capacitações e auditorias.

 

Principais competências da NR-1

A norma determina:

  • A Gestão de Riscos Ocupacionais (GRO);
  • A obrigatoriedade do PGR;
  • As diretrizes para avaliação de riscos;
  • Requisitos para capacitação de trabalhadores;

Com isso, a NR-1 atua como um eixo integrador entre diversas NRs, promovendo uma gestão mais coordenada e preventiva da segurança do trabalho.

Riscos psicossociais no trabalho

Um dos pontos centrais das mudanças na NR-1 está na inclusão dos riscos psicossociais que possam estar ligados ao trabalho — como estresse, assédio moral, sobrecarga de trabalho e conflitos interpessoais — no escopo do PGR. Esses fatores vêm ganhando destaque por seus impactos diretos na saúde mental dos trabalhadores e no aumento do absenteísmo, da rotatividade e de acidentes de trabalho.

Segurança do trabalho

A segurança do trabalho engloba o conjunto de medidas e práticas adotadas para preservar a integridade física e a saúde dos trabalhadores. Vai além do uso de EPIs: envolve cultura organizacional, gestão de riscos, treinamentos e conformidade com as normas regulamentadoras. Um ambiente seguro reduz afastamentos, evita passivos trabalhistas e contribui para a produtividade da equipe.

Saúde mental no ambiente de trabalho

A saúde mental no trabalho ganhou destaque nos últimos anos como parte essencial da saúde ocupacional. Pressão por resultados, jornadas extensas, conflitos e ausência de apoio são fatores que podem desencadear estresse, ansiedade e outras condições psicológicas. Prevenir esses problemas exige ações estruturadas de acolhimento, gestão adequada da carga de trabalho e um ambiente organizacional saudável e respeitoso.

PGR e GRO

 

O Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) faz parte do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), estrutura prevista pela NR-1 que obriga as empresas a identificarem, avaliarem e controlarem os riscos presentes no ambiente de trabalho. O PGR deve ser construído com base em evidências e atualizado periodicamente, servindo como ferramenta central para a prevenção de acidentes e doenças ocupacionais.

Para esclarecer as principais dúvidas acerca das mudanças na NR-1, a Executiva promoveu, em maio deste ano, um evento online sobre o tema, com a participação de especialistas renomados.

 Mudanças na NR-1 em 2026: o que será alterado?

A nova versão da norma reforça a gestão de riscos com foco na prevenção e responsabilidade compartilhada. Veja as principais mudanças:

  1. entenda o impacto

Em 2026, será obrigatório identificar, avaliar e controlar também os riscos psicossociais no ambiente de trabalho, considerando seus impactos na saúde dos colaboradores. 

  1. Capacitação obrigatória

A nova NR-1 estabelece critérios mais claros para treinamentos, que devem ser planejados com base no perfil dos trabalhadores e nas características específicas dos riscos identificados.

  1. Documentação e auditorias mais rigorosas

Com foco em rastreabilidade e transparência, a norma exige registros mais completos e auditáveis, reforçando a necessidade de plataformas digitais e sistemas integrados para controle.

  1. Foco na prevenção e responsabilidade compartilhada

Empregadores e empregados devem atuar conjuntamente na identificação e mitigação de riscos, promovendo um ambiente mais seguro, saudável e produtivo.

Conformidade com a nova NR-1: como sua empresa pode se preparar?

  • Mapeie os fatores psicossociais de risco presentes no ambiente de trabalho, como excesso de carga, conflitos interpessoais e pressão por resultados.
  • Inclua esses riscos no PGR, com avaliações qualitativas e quantitativas que ajudem a orientar decisões preventivas.
  • Capacite líderes e gestores para identificar sinais de adoecimento emocional e adotar condutas adequadas.
  • Promova uma cultura de escuta e apoio, com canais acessíveis e confiáveis para que os colaboradores relatem situações de estresse, assédio ou sobrecarga.
  • Conte com parceiros especializados, que ajudem na implementação de medidas técnicas e administrativas eficazes.

Mudanças na NR-1: período de adaptação às novas regras

O período de vigência das novas regras da NR-1, previsto inicialmente para começar em 26 de maio de 2025, foi postergado para 26 de maio de 2026. Primeiramente, a fiscalização terá caráter educativo, sem aplicação de multas. Contudo, a partir de 26 de maio de 2026, as empresas estarão sujeitas à fiscalização e possíveis penalidades por descumprimento das novas exigências.

Esse período de adaptação às mudanças na NR-1 é uma oportunidade estratégica para revisar práticas internas, capacitar lideranças, atualizar o PGR e implementar tecnologias que facilitem o monitoramento contínuo. Inegavelmente, as empresas que se antecipam e aproveitam esse momento saem na frente em termos de conformidade, cultura de segurança e bem-estar no trabalho.

Perguntas Frequentes

O que mudou na NR-1 em 2026?

A partir de 2026, a NR-1 passa a exigir a identificação, avaliação e controle dos riscos psicossociais no PGR, com foco nos impactos à saúde mental e emocional dos trabalhadores.

Como adequar o PGR aos riscos psicossociais?

É necessário mapear os fatores psicossociais no ambiente de trabalho, avaliá-los com critérios técnicos e incluí-los nas medidas de prevenção e controle do Programa de Gerenciamento de Riscos.

Qual o prazo de adaptação às novas regras da NR-1?

As empresas têm até 2026 para incluir os riscos psicossociais no PGR, conforme exigido pela Portaria MTP nº 3.713/2023. A recomendação é iniciar o processo o quanto antes.

Sabia que a Executiva pode apoiar sua empresa nessa jornada? Com expertise de mais de duas décadas e meia em gestão de riscos e conformidade trabalhista, oferecemos soluções completas para a sua companhia por meio de tecnologia de ponta, auditorias e capacitações personalizadas.

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A terceirização é uma prática estratégica para inúmeras empresas, contudo, sem uma gestão eficiente, ela pode se tornar uma fonte de passivos trabalhistas, fiscais e reputacionais. 

Por essas razões, a mitigação de riscos na gestão de terceiros é, portanto, uma prioridade para organizações que buscam crescimento sustentável, compliance e segurança jurídica.

Neste artigo, você entenderá por que a gestão de terceiros vai muito além da contratação e quais medidas são indispensáveis para proteger sua empresa de riscos invisíveis — mas potencialmente devastadores.

Leia também: 3 razões que contribuem para uma Gestão de Terceiros ineficiente (saiba como evitá-las)                                                                                               

 

Quais são os principais riscos na gestão de terceiros?

De acordo com a Lei da Terceirização (nº 13.429/2017), as empresas que contratam prestadores de serviços assumem, mesmo que indiretamente, uma parcela da responsabilidade sobre a conduta e regularidade dessas operações. Os riscos mais comuns incluem:

  • Passivos trabalhistas: falta de pagamento de encargos, verbas rescisórias ou ausência de registros adequados por parte da contratada podem gerar ações contra o tomador.
  • Irregularidades fiscais e previdenciárias: empresas terceirizadas que não mantêm sua regularidade fiscal colocam o contratante em risco solidário.
  • Acidentes de trabalho e segurança: a falta de um PGR adequado ou o descumprimento de normas de segurança pode gerar responsabilizações cíveis e criminais.
  • Danos à imagem e reputação: terceiros que agem em desacordo com os valores da sua empresa podem prejudicar a credibilidade do seu negócio no mercado.

 

Como funciona a mitigação de riscos na gestão de terceiros?

A mitigação de riscos na gestão de terceiros exige uma atuação estruturada e contínua, com processos bem definidos, monitoramento constante e uso de tecnologia. Entre os principais pilares dessa mitigação estão:

  1. Due diligence preventiva

Antes de contratar qualquer fornecedor, é fundamental verificar sua regularidade jurídica, trabalhista e fiscal. Isso inclui a análise de certidões, histórico de atuação e reputação no mercado.

  1. Cláusulas contratuais bem definidas

É essencial estabelecer cláusulas específicas que definam as obrigações legais da contratada, incluindo questões como responsabilidade sobre encargos, normas de segurança, e prestação periódica de contas.

  1. Monitoramento contínuo

Acompanhar mensalmente o cumprimento das obrigações legais dos terceiros é uma das formas mais eficazes de prevenir surpresas desagradáveis. Isso envolve a coleta e validação de documentos, como comprovantes de recolhimento de FGTS, INSS, folhas de pagamento e certificados de saúde e segurança.

  1. Integração entre áreas

O sucesso da gestão de terceiros depende da atuação conjunta de setores como jurídico, segurança do trabalho, compras e RH. A comunicação entre essas áreas garante uma visão 360° dos riscos.

  1. Tecnologia como aliada

O uso de plataformas especializadas, como os sistemas SaaS SG3 e SGFor (desenvolvidos pela Executiva), permite automatizar o acompanhamento da documentação, gerar alertas de pendências e manter um histórico atualizado de cada fornecedor.

 

Mitigação de riscos: uma aliada estratégica de proteção ao seu negócio

Neste artigo, procuramos demonstrar que a mitigação de riscos na gestão de terceiros é um processo estratégico que protege sua empresa contra passivos ocultos e garante a conformidade com a legislação. Logo, ignorar esse tema pode custar caro — não apenas financeiramente, mas também em termos de imagem e confiança no mercado.

A Executiva conta com os melhores especialistas do setor e tecnologia de ponta para auxiliar as empresas na gestão completa de terceiros, assegurando conformidade, segurança e tranquilidade para sua operação.

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A gestão de riscos ocupacionais é uma obrigação legal e estratégica para qualquer empresa que contrata serviços terceirizados. Em meio a esse cenário, o PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) por tomador ganha destaque por ser um dos principais instrumentos de prevenção e conformidade com a NR-01, norma que estabelece as diretrizes de saúde e segurança no trabalho.

Mas o que exatamente o tomador de serviços precisa observar em relação ao PGR? E quais são as atualizações recentes que impactam sua responsabilidade? Neste artigo, reunimos os pontos essenciais para você entender seu papel, evitar autuações e proteger sua operação.

Leia também: SST: por que considerar ir além do cumprimento de obrigações?

 

O que é o PGR por tomador?

O PGR por tomador é o programa de gerenciamento de riscos elaborado ou supervisionado pela empresa que contrata serviços terceirizados. Seu objetivo é garantir que os riscos ocupacionais estejam mapeados, controlados e documentados conforme exigido pela legislação trabalhista — especialmente a NR-01.

Para esclarecer as principais dúvidas das organizações sobre este tema, a Executiva realizou em março deste ano um webinar gratuito, no qual reuniu especialistas como o Diretor de Operações Thiago Quadra, o especialista SESMT Pedro Becker e o Técnico em Segurança do Trabalho Helder Pereira. 

 

Principais responsabilidades do tomador

Sabia que as responsabilidades do tomador de serviços não se limitam ao simples repasse de informações? Nesse sentido, se faz necessário adotar uma postura ativa na gestão de riscos, com ações estruturadas, conforme mostrado na tabela abaixo:

Responsabilidade do Tomador Descrição
Conformidade Legal Garantir que a empresa cumpra a NR-01 em sua totalidade.
Definição de papéis Deixar claro quais são as obrigações da contratada e do tomador.
Elaboração do PGR Supervisionar ou realizar a avaliação preliminar, análise de riscos e plano de ação.
Gestão das informações Integrar os dados de risco da contratada no seu próprio PGR.

 

Quais são as atualizações recentes?

Com as revisões da NR 01, o tomador passou a ter um papel ainda mais crítico. Agora, além de elaborar o PGR próprio, ele deve garantir que os terceiros também estejam contemplados nas análises de risco. Isso exige integração entre as áreas de segurança, jurídico e operacional, além de um acompanhamento contínuo.

Outro ponto importante é a identificação dos riscos compartilhados. Ambientes com múltiplos empregadores exigem cooperação e troca de informações sobre os perigos existentes, além de planos de ação integrados.

 

Por que isso impacta diretamente sua empresa?

Ignorar essas exigências pode resultar em penalidades administrativas, aumento de passivos trabalhistas e, principalmente, em acidentes que comprometem vidas e a reputação da empresa. Por isso, o PGR por tomador precisa deixar de ser apenas um documento e se tornar parte da cultura de prevenção corporativa.

 

Precisa de apoio na estruturação do PGR da sua empresa?

Como você pôde observar neste artigo, o PGR por tomador é muito mais do que uma mera exigência legal, representando também uma ferramenta de gestão capaz de proteger vidas, evitar prejuízos e assegurar a continuidade do negócio.

A Executiva, que conta com mais de 25 anos de expertise no mercado, está ao lado das empresas nesse desafio. Com uma equipe composta pelos melhores especialistas em PGR e soluções robustas de gestão de terceiros, oferecemos suporte completo para garantir a conformidade legal e mitigar riscos de forma estratégica, agregando o máximo de segurança ao seu negócio.

Fale com um dos nossos consultores e descubra como simplificar a gestão de riscos do seu negócio com o máximo de excelência!

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No cenário corporativo de hoje, a eficiência operacional é um dos principais desafios das empresas. Processos manuais, falta de integração e baixa visibilidade podem impactar diretamente a produtividade e os resultados financeiros. Para superar essas barreiras, a Executiva oferece um portfólio de sistemas robustos, desenvolvidos para otimizar a gestão de terceiros e fornecedores.

Desenvolvidos por nossos especialistas em gestão de terceiros, o que inclui uma equipe de TI (Tecnologias da Informação) extremamente capacitada e dedicada, os sistemas da Executiva são projetados para garantir maior segurança, conformidade e eficiência operacional, proporcionando uma gestão mais estratégica e automatizada. 

Conheça, neste artigo, como cada uma dessas soluções pode transformar a gestão da sua empresa.

Leia também: Como a tecnologia contribui para simplificar a gestão de fornecedores?

 

SaaS SG3: a solução completa para a gestão de terceiros

O SaaS SG3 é um sistema avançado de gestão de terceiros, projetado para oferecer controle total sobre os prestadores de serviços. A ferramenta permite o gerenciamento de cadastros, documentação, riscos e conformidade legal, garantindo que todos os processos estejam alinhados às normativas vigentes. Além disso, o SaaS SG3 automatiza auditorias e facilita a comunicação entre contratante e fornecedor, reduzindo falhas e melhorando a segurança operacional. Conheça mais sobre esta solução: https://abrir.link/vWdGp 

 

SG3 Audita: auditoria eficiente e automatizada

Empresas que lidam com grande volume de fornecedores precisam garantir que todos estejam conformes com as normas e regulamentos internos. O aplicativo SG3 Audita simplifica esse processo, permitindo auditorias periódicas e automatizadas. O sistema analisa documentos, certificações e obrigações legais dos terceiros, fornecendo relatórios detalhados para tomada de decisão estratégica. Isso reduz riscos trabalhistas e melhora a transparência da gestão. Baixe o App no Google Play: https://abrir.link/ifdrZ 

 

SGFor: a melhor ferramenta para a sua gestão de fornecedores

O SGFor é um sistema dedicado à gestão eficiente de fornecedores, assegurando um fluxo estruturado de informações e permitindo avaliação de desempenho, compliance e negociação de contratos. Com ele, as empresas têm acesso a um banco de dados completo e atualizado de seus fornecedores, facilitando a seleção de parceiros estratégicos e garantindo uma cadeia de suprimentos mais eficiente e confiável. Conheça mais sobre esta solução: https://executiva.ac-page.com/SGFor 

 

UniEx: integração inteligente para processos mais ágeis

Com a nossa plataforma de Educação à Distância UniEx (Universidade Executiva), sua empresa disponibiliza cursos, treinamentos e capacitações 100% online para seus funcionários e fornecedores, garantindo a evolução contínua. Conheça mais sobre esta solução: https://uniex.executiva.adm.br/?site-executiva-sistemas 

 

Módulos personalizados para cada necessidade

Sabemos que cada empresa possui demandas específicas. Com base nisso, os módulos da Executiva são desenvolvidos para atender a essas particularidades. Seja para controle de contratos, análise de riscos ou gestão documental, os módulos podem ser personalizados conforme as necessidades do negócio, garantindo flexibilidade e eficiência na gestão operacional. Funcionalidades: crachá, bloqueio, APR e permissão de trabalho, integração, QR Code, avaliação de fornecedores, API de integração, formulário e gestão de frota. 

A adoção de sistemas especializados é essencial para empresas que buscam mais eficiência, segurança e controle na gestão de terceiros e fornecedores. Nesse sentido, as soluções desenvolvidas pela Executiva se destacam como a melhor opção do mercado, oferecendo tecnologia de ponta para otimizar processos e garantir conformidade, produtividade e redução de riscos.

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