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A maturidade da gestão de terceiros tornou-se um tema crítico para empresas que dependem de fornecedores, prestadores de serviço e parceiros operacionais. 

Em um cenário de aumento da fiscalização, exigências regulatórias e riscos trabalhistas, ambientais e de segurança do trabalho, não basta apenas contratar. É preciso gerir de forma estruturada, previsível e estratégica.

Mas, afinal, em que nível de maturidade da gestão de terceiros a sua empresa se encontra?

Para facilitar esse diagnóstico, listamos os três níveis principais da maturidade da gestão de terceiros. Com base neles, entenda como cada estágio impacta diretamente a operação, a conformidade e os resultados do negócio.

Leia também: SG3: a evolução que transforma dados em resultados para o seu negócio

Nível 1: Gestão reativa e documental

Neste estágio, a empresa atua apenas para cumprir exigências mínimas. A gestão de terceiros é vista como um custo necessário, e não como uma estratégia de proteção e eficiência.

Principais características:

  • Foco quase exclusivo em documentos e cadastros;
  • Conferência manual de informações;
  • Ações realizadas apenas quando surgem problemas, auditorias ou notificações;
  • Baixo controle sobre riscos operacionais e legais.

Neste nível, a empresa está altamente exposta a passivos trabalhistas, multas, interdições e acidentes.

Nível 2: Gestão estruturada e padronizada

Aqui, a organização já compreendeu a importância da maturidade da gestão de terceiros e passou a estruturar processos, fluxos e critérios claros.

Principais características:

  • Padronização de processos de homologação;
  • Controles mais eficientes de documentos e prazos;
  • Indicadores básicos de desempenho;
  • Integração parcial entre as áreas de suprimentos, jurídico, SST e compliance.

O risco é reduzido, mas ainda existem gargalos operacionais e dependência de controles manuais ou sistemas fragmentados.

Nível 3: Gestão estratégica, integrada e inteligente

No nível mais alto de maturidade, a gestão de terceiros deixa de ser apenas operacional e passa a ser um pilar estratégico do negócio.

Principais características:

  • Automação dos processos;
  • Integração entre áreas e sistemas;
  • Monitoramento em tempo real de riscos, conformidade e desempenho;
  • Uso de dados para tomada de decisão;
  • Gestão preventiva, não apenas corretiva.

Neste patamar, a empresa transforma a gestão de terceiros em vantagem competitiva, com redução de custos, aumento de segurança e total conformidade.

Veja, na tabela abaixo, um resumo dos níveis de maturidade da gestão de terceiros:

Nível Foco Principal Riscos Tecnologia
Nível 1 Cumprimento mínimo de documentos Altíssimos Baixa ou inexistente
Nível 2 Padronização e controle Moderados Parcial
Nível 3 Estratégia, prevenção e inteligência Mínimos Alta e integrada

Por que evoluir na maturidade da gestão de terceiros é urgente?

Empresas em níveis iniciais de maturidade convivem diariamente com riscos invisíveis que podem resultar em acidentes, paralisações, ações trabalhistas, sanções administrativas e danos à reputação. Já organizações maduras operam com previsibilidade, proteção jurídica e maior eficiência operacional.

A pergunta que fica é direta: sua empresa reage aos problemas ou se antecipa a eles?

Conte com quem é referência no mercado para obter maturidade na gestão de terceiros

A Executiva possui mais de 25 anos de expertise no mercado de gestão de terceiros, atuando com inteligência, conformidade e tecnologia para proteger operações, reduzir riscos e aumentar a eficiência dos contratos.

Se a sua empresa deseja evoluir o nível de maturidade da gestão de terceiros e atuar com segurança real, a Executiva é a melhor aliada para esse desafio.

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Tomar decisões estratégicas nunca exigiu tanto das empresas. Nos últimos anos, a gestão de terceiros se tornou ainda mais complexa e passou a depender de informações rápidas, organizadas e confiáveis. Sem isso, as organizações operam no escuro, acumulam riscos e apenas reagem a problemas em vez de preveni-los.

A nova versão do SG3, a plataforma de gestão de terceiros da Executiva, foi desenvolvida para mudar essa realidade. Recentemente, o sistema evoluiu para ajudar empresas a transformar dados inteligentes em decisões estratégicas, com mais segurança, clareza e controle sobre fornecedores e equipes terceirizadas.

Leia também: SG3: a evolução que transforma dados em resultados para o seu negócio

O SG3 ficou mais simples, robusto e inteligente

A estrutura do SG3 continua sólida, mas graças ao trabalho dedicado do setor de tecnologia da Executiva ganhou novas camadas de inteligência, automação e integração. A plataforma agora conecta informações dispersas, interpreta padrões e apresenta tudo de forma organizada. Dessa forma, o que antes exigia planilhas e cruzamento manual de dados agora aparece em poucos cliques.

Essa evolução permite que gestores tenham uma visão direta e completa da operação, o que inclui indicadores mais claros, análises mais profundas e alertas que antecipam riscos.

A presença da Exia: inteligência aplicada ao dia a dia

A Exia, inteligência artificial da Executiva, ganhou papel central no SG3. Com ela, a plataforma identifica inconsistências de modo mais assertivo, aponta riscos e transforma dados brutos em informações relevantes para o negócio.

A IA opera em três linhas principais:

  1. Analisa documentos e identifica problemas que poderiam passar despercebidos;
  2. Sinaliza riscos atuais e históricos com necessidade de ação imediata;
  3. Organiza dados complexos em painéis simples, fáceis de interpretar.

Esse processo reduz erros manuais e aumenta a precisão das decisões. É o que permite transformar dados inteligentes em decisões estratégicas de verdade.

Dashboards intuitivos: informação que gera ação

Os dashboards do SG3 foram redesenhados para tornar a operação mais visual e intuitiva. Agora, gestores acompanham em tempo real os seguintes aspectos:

  • Situação documental dos fornecedores
  • Pendências críticas e níveis de conformidade
  • Movimentação de colaboradores terceirizados
  • Indicadores de auditoria e desempenho por período

Essa organização facilita a leitura do cenário e ajuda a identificar tendências antes que se tornem problemas.

Decisões mais rápidas e alinhadas ao negócio

Ao centralizar dados e eliminar ruídos, o SG3 reduz o tempo de resposta das equipes e fortalece a governança. Processos antes manuais se tornam automáticos. Riscos passam a ser monitorados com precisão. A empresa ganha consistência, previsibilidade e maior capacidade de adaptação.

A qualidade da informação também contribui para reduzir passivos trabalhistas, retrabalho e custos operacionais. Assim, a maturidade na gestão se traduz em segurança e eficiência.

Sua empresa precisa transformar dados inteligentes em decisões estratégicas?

Conforme você pôde observar neste artigo, a evolução do SG3 marca um novo padrão para empresas que tratam a gestão de terceiros como parte estratégica do negócio. Com IA integrada, dashboards redesenhados e processos automatizados, a plataforma permite que líderes tomem decisões baseadas em dados claros, e não em interpretações fragmentadas.

Se o objetivo da sua empresa é transformar dados inteligentes em decisões estratégicas, a Executiva está pronta para apoiar esse movimento. Conheça o novo SG3 e descubra como uma gestão mais simples, precisa e inteligente pode fortalecer toda a sua operação.

Chame no WhatsApp: (11) 93414-7700 | E-mail comercial@executiva.com.br.

Posted by & filed under JURÍDICO - TRABALHISTA.

Nos últimos anos, o debate sobre trabalho análogo à escravidão no agro voltou ao centro das discussões. 

Casos detectados em indústrias ligadas ao agronegócio, incluindo vinícolas do Rio Grande do Sul, mostraram que ainda existem falhas sérias na forma como muitas empresas controlam suas cadeias produtivas

Eles também evidenciaram algo básico: quando a gestão de terceiros não funciona, o risco trabalhista e reputacional aumenta de forma imediata.

Leia também: Gestão de terceiros: como evitar riscos e salvar seu negócio amanhã

 

Complexidade do agronegócio: quando o risco se instala?

O agronegócio costuma operar com cadeias extensas, mão de obra numerosa e fornecedores espalhados pelo país. Em um ambiente assim, a falta de controle documental, a ausência de indicadores e a pouca visibilidade sobre prestadores criam espaço para irregularidades. Basta um fornecedor trabalhar fora das regras para toda a marca ser afetada.

A raiz do problema é conhecida. A sazonalidade do setor exige contratações rápidas, muitas vezes com prestadores pouco estruturados. Documentações chegam incompletas, informações se perdem no fluxo e as empresas têm dificuldade em acompanhar, em tempo real, quem está de fato apto a atuar. Quando a operação acelera e o controle não acompanha, o risco se instala.

A importância da tecnologia para a conformidade no agro

A tecnologia mudou esse cenário. Hoje, plataformas especializadas permitem:

  • Centralizar documentos
  • Automatizar conferências
  • Monitorar terceiros com precisão. 

Em linhas gerais, elas substituem processos manuais lentos por análises rápidas e contínuas, que reduzem lacunas e tornam a cadeia rastreável.

O SG3, plataforma de gestão de terceiros da Executiva, é um exemplo desse avanço. Ele valida documentos, identifica pendências, acompanha o status de cada fornecedor e utiliza inteligência artificial da Exia para transformar dados em informações úteis. 

Mais controle, menos risco e maior transparência

O resultado inclui mais controle, menos risco e maior transparência sobre todas as etapas da operação. Empresas do agro passam a enxergar seus fornecedores de ponta a ponta e conseguem agir antes que qualquer irregularidade gere um passivo.

Mas tecnologia não funciona sem governança. Critérios claros de contratação, auditorias constantes e comunicação direta com fornecedores são partes imprescindíveis dessa construção. A tecnologia mantém o ritmo e a escala que a operação exige. Por sua vez, a governança garante que todos sigam o mesmo padrão.

Visibilidade e rastreabilidade para combater o trabalho análogo à escravidão no agro

Combater o trabalho análogo à escravidão no agro exige exatamente isso: visibilidade, rastreabilidade e decisões baseadas em dados. Empresas que dependem de processos manuais vivem no escuro. Já as organizações que confiam sua gestão de terceiros a quem tem expertise reconhecida no mercado reduzem riscos, protegem sua reputação e fortalecem sua relação com o mercado.

As organizações do agronegócio podem contar com a Executiva para conduzir uma gestão de terceiros completa, digital e orientada à prevenção. Com o SG3, sua cadeia produtiva opera com integridade, segurança e confiança.

Entre em contato agora mesmo e descubra como podemos apoiar suas operações: (11) 93414-7700. 

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Você sabia que, de acordo com levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), 72% das empresas brasileiras ainda encontram dificuldades no cumprimento de obrigações do eSocial, especialmente em relação aos eventos de Saúde e Segurança do Trabalho (SST)?

A partir de 2026, as exigências do sistema serão ampliadas, exigindo maior atenção dos empregadores à conformidade e à qualidade das informações prestadas.

Neste artigo, vamos explicar o que muda nos eventos de SST no eSocial em 2026, quais os principais impactos para as empresas e como se preparar desde já para evitar multas, passivos trabalhistas e problemas de fiscalização.

Leia também: SST: por que considerar ir além do cumprimento de obrigações?

O que é eSocial e qual o papel dos eventos SST?

O eSocial é o sistema do governo federal que unifica o envio de informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais das empresas. Dentro dele, os eventos de SST (Saúde e Segurança do Trabalho) têm papel fundamental: garantir que os dados relacionados a condições de trabalho, saúde ocupacional e riscos ambientais estejam atualizados e corretos.

Exemplos de eventos de SST:

  • S-2210: Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT)
  • S-2220: Monitoramento da Saúde do Trabalhador
  • S-2240: Condições Ambientais do Trabalho (fatores de risco)

O que muda em 2026?

Até o momento, as mudanças oficiais já confirmadas são:

  • Atualização de certificados digitais: a implantação do novo padrão de segurança do eSocial, inicialmente prevista para 2025, foi prorrogada para 2026.
  • Inclusão de fatores psicossociais no GRO (NR-1): a partir de 26 de maio de 2026, será obrigatório incluir riscos psicossociais (como estresse e assédio) no inventário de riscos ocupacionais.
  • Novas regras de multas (Portaria MTE nº 1.131/2025): houve padronização dos valores de multas por trabalhador e ajustes nos critérios de desconto, o que aumenta o peso das penalidades por falhas em SST.

Importante: outras alterações estão em discussão, como maior detalhamento em exames ocupacionais, prazos mais rígidos para envio de acidentes de trabalho e expansão de fatores de risco no S-2240, mas ainda não foram publicadas oficialmente. Nesse sentido, recomendamos acompanhar frequentemente as atualizações no Portal do eSocial e as portarias do MTE.

Quais os impactos para as empresas?

Não se adequar às novas regras pode gerar consequências sérias para as empresas, entre as quais destacamos:

  • Multas administrativas por atraso ou inconsistência nos eventos
  • Aumento de passivos trabalhistas em ações judiciais
  • Risco de autuações fiscais em auditorias
  • Comprometimento da imagem corporativa, diante de falhas em saúde e segurança

Como se preparar desde já?

Para evitar surpresas em 2026, é fundamental adotar medidas preventivas e estratégicas:

  1. Mapear processos internos relacionados à saúde e segurança do trabalho;
  2. Treinar equipes de RH e SESMT para adequação às novas exigências;
  3. Revisar contratos de terceiros, garantindo que fornecedores também estejam em conformidade;
  4. Investir em tecnologia, com sistemas integrados que facilitem o envio automático dos eventos de SST;
  5. Auditar informações já prestadas, corrigindo inconsistências antes de fiscalizações.

Confira, na tabela abaixo, os principais eventos de SST no eSocial:

Evento Nome oficial O que muda em 2026
S-2210 Comunicação de Acidente de Trabalho Exigência de envio em tempo real
S-2220 Monitoramento da Saúde do Trabalhador Maior detalhamento de exames ocupacionais
S-2240 Condições Ambientais do Trabalho Expansão da lista de fatores de risco


Conforme você pôde observar neste artigo, o eSocial e os eventos SST em 2026 vão exigir maior maturidade na gestão de informações trabalhistas e de saúde ocupacional. Nesse sentido, as empresas que se prepararem desde já terão vantagem competitiva, evitando penalidades e garantindo processos mais transparentes e seguros.

Na Executiva, apoiamos organizações em todas as etapas da gestão de terceiros e conformidade regulatória, ajudando a reduzir riscos e assegurar tranquilidade frente às mudanças do mercado e da legislação.

Fale com nossos especialistas e saiba como preparar sua empresa para o eSocial de 2026.

Chame no WhatsApp: (11) 93414-7700 | E-mail comercial@executiva.com.br

FAQ – Perguntas Frequentes

  1. Quais são os eventos de SST mais importantes no eSocial?

Os principais são o S-2210 (CAT), o S-2220 (Monitoramento da Saúde do Trabalhador) e o S-2240 (Condições Ambientais do Trabalho).

  1. O que acontece se a empresa não enviar corretamente os eventos SST?

A organização pode sofrer multas, ações trabalhistas e até autuações fiscais por descumprimento das regras.

  1. Como se preparar para as mudanças do eSocial em 2026?

Revendo processos, treinando equipes, investindo em sistemas integrados e contando com parceiros especializados em compliance trabalhista.

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Segundo levantamento recente do Tribunal Superior do Trabalho (2025), mais de 30% das ações trabalhistas no Brasil envolvem prestadores de serviço terceirizados, reforçando que erros na contratação e monitoramento podem gerar passivos expressivos e comprometer contratos estratégicos.

Apesar da relevância do tema, nossa experiência de quase três décadas atesta que muitos gestores ainda cometem erros básicos que poderiam ser facilmente evitados com processos devidamente estruturados e tecnologia adequada.

Leia também: Gestão de Risco de Terceiros (TPRM): o que é, por que ela importa e como começar

Neste artigo, vamos apresentar os cinco erros mais comuns na gestão de prestadores de serviço, explicar por que eles acontecem e como sua empresa pode corrigi-los com práticas de compliance trabalhista, gestão de contratos e monitoramento de fornecedores:

  1. Falhar no processo de seleção de prestadores

Um dos erros mais recorrentes é contratar prestadores sem critérios claros. Isso aumenta riscos trabalhistas, financeiros e de compliance.

Como evitar:

  • Definir critérios objetivos de seleção
  • Exigir documentação atualizada e comprovação de experiência
  • Avaliar histórico de conformidade regulatória
  1. Não monitorar desempenho continuamente

Muitas empresas avaliam seus prestadores apenas no momento da contratação, mas deixam de acompanhar a execução do serviço.

Como evitar:

  • Criar indicadores de desempenho (KPIs)
  • Realizar auditorias periódicas
  • Usar sistemas digitais para registrar e acompanhar entregas

Com um bom sistema de gestão de terceiros, é possível identificar falhas rapidamente e agir antes que elas comprometam a operação.

  1. Ignorar requisitos legais e regulatórios

A falta de atenção às normas trabalhistas e de segurança do trabalho pode gerar multas, ações judiciais e até paralisação de atividades.

Como evitar:

  • Acompanhar atualizações de normas regulatórias
  • Manter registros organizados e prontos para auditorias
  • Contratar parceiros especializados em compliance de terceiros para garantir conformidade
  1. Comunicar-se de forma ineficaz

Erros de comunicação geram ruídos que afetam prazos, qualidade e segurança das operações.

Como evitar:

  • Estabelecer canais formais de comunicação
  • Definir pontos de contato e responsáveis claros
  • Documentar acordos, prazos e responsabilidades

Uma gestão eficiente de contratos de serviços depende de comunicação transparente entre contratante e prestador.

  1. Não investir em tecnologia e automação

Planilhas manuais e controles descentralizados aumentam a chance de falhas humanas.

Como evitar:

  • Centralizar informações em um sistema único
  • Automatizar processos de cadastro, monitoramento e auditoria
  • Gerar relatórios em tempo real para tomada de decisão

Investir em soluções digitais para gestão de prestadores de serviço permite otimizar processos, reduzir riscos e garantir escalabilidade.

Na tabela abaixo, veja um comparativo entre erros comuns relacionados à gestão de prestadores de serviços e os benefícios diretos ao corrigi-los:

Erro comum Como corrigir Benefício direto
Selecionar prestadores sem critérios Definir parâmetros objetivos de seleção Reduz riscos trabalhistas
Não monitorar desempenho dos serviços Estabelecer KPIs e auditorias Melhora qualidade dos serviços
Comunicação ineficaz Criar canais formais e documentar Aumenta eficiência operacional
Não investir em tecnologia Automatizar processos de gestão Reduz falhas e custos
Ignorar requisitos legais Acompanhar normas e manter registros Evita multas e sanções

A gestão de prestadores de serviço exige organização, transparência e tecnologia. Evitar os erros mais comuns garante maior eficiência, conformidade legal e segurança para a sua operação.

Na Executiva, oferecemos soluções completas para ajudar empresas a estruturar processos de forma inteligente, reduzir riscos e fortalecer a governança sobre terceiros.

Entre em contato agora mesmo e descubra como melhorar a gestão de prestadores de serviço na sua empresa:

Chame no WhatsApp: (11) 93414-7700 | E-mail comercial@executiva.com.br

FAQ – Perguntas Frequentes

  1. O que é gestão de prestadores de serviço?

É o processo de selecionar, contratar, monitorar e avaliar fornecedores externos de forma estruturada e segura.

  1. Quais os principais riscos de uma má gestão de prestadores de serviço?

Desde ações trabalhistas até perda de eficiência, falhas de compliance e danos à reputação da empresa.

  1. Como a tecnologia pode ajudar na gestão de prestadores de serviço?

Automatizando processos, centralizando informações e garantindo monitoramento contínuo em tempo real.

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A pressão do mercado e dos órgãos reguladores sobre práticas de ESG na gestão de terceiros nunca foi tão intensa — especialmente no Brasil. Em 2025, empresas de diversos setores já se movimentam para atender às novas exigências da Agenda Regulatória do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e às diretrizes ambientais vinculadas ao Plano de Transição Ecológica. Além disso, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) passou a cobrar relatórios de sustentabilidade mais robustos, com informações sobre a cadeia de fornecedores.

De acordo com estudo da KPMG (2024), 74% das empresas globais já incluem critérios de ESG na seleção e monitoramento de fornecedores. No Brasil, esse movimento ganha força com setores de alto impacto, como óleo e gás, mineração e construção civil, sendo os primeiros a sofrer maior fiscalização. O recado é claro: o ESG deixou de ser diferencial competitivo e se tornou requisito básico para garantir conformidade, reduzir riscos e atrair investidores.

Neste artigo, explicamos como integrar ESG na gestão de terceiros, quais práticas adotar e por que elas são fundamentais para manter sua organização em conformidade com normas trabalhistas, ambientais e de governança.

Leia também: Terceirização de atividade-fim é legal: quais são os impactos para empresas privadas?

 

O que significa ESG na gestão de terceiros?

ESG (Environmental, Social and Governance) refere-se a um conjunto de critérios que avaliam o impacto ambiental, social e a qualidade da governança corporativa de uma empresa. Este conceito ganhou forma a partir de 2004, quando o Pacto Global das Nações Unidas conclamou companhias do setor financeiro a aderirem a essas políticas e práticas. Quando aplicado à gestão de terceiros, significa:

  • Selecionar fornecedores com base em critérios socioambientais e de governança
  • Monitorar continuamente riscos trabalhistas, ambientais e de compliance
  • Documentar e comprovar conformidade em auditorias e fiscalizações

Assim, ESG na gestão de terceiros vai muito além de reduzir riscos: fortalece a reputação, melhora o relacionamento com stakeholders e abre portas para novos negócios.

 

Benefícios diretos do ESG na cadeia de fornecedores

A integração de práticas ESG garante:

  • Atender às exigências regulatórias (ex.: normas trabalhistas, ambientais e de anticorrupção)
  • Mitigar riscos de imagem associados a fornecedores que descumprem a legislação
  • Aumentar eficiência operacional, com processos claros de compliance
  • Reforçar a reputação da marca, transmitindo confiança ao mercado
  • Acessar linhas de crédito e investimentos, cada vez mais vinculados a métricas ESG

Passos práticos para integrar ESG na gestão de terceiros

  • Mapear riscos na cadeia de fornecedores

Avaliar impacto ambiental, práticas trabalhistas e histórico de compliance;

  • Definir critérios de seleção

Incluir cláusulas contratuais relacionadas a meio ambiente, diversidade, saúde e segurança do trabalho;

  • Monitorar continuamente

Implementar relatórios periódicos de conformidade e auditorias independentes;

  • Capacitar fornecedores

Investir em treinamentos para alinhamento de práticas sustentáveis;

  • Automatizar processos

Utilizar sistemas de gestão de terceiros que centralizem dados e permitam comprovar conformidade em tempo real.

 

Critérios ESG aplicados à Gestão de Terceiros

Veja, na tabela abaixo, um exemplo prático de como implementar ESG na gestão de terceiros:

 

Dimensão ESG Prática aplicada na gestão de terceiros Benefício direto
Ambiental Exigir comprovação de descarte correto de resíduos Reduz passivos ambientais
Social Monitorar condições de trabalho e segurança Evita ações trabalhistas
Governança Adotar cláusulas anticorrupção em contratos Garante conformidade legal

 

Boas práticas complementares

  • Estabelecer indicadores mensuráveis (KPIs de ESG)
  • Publicar relatórios de sustentabilidade com dados de fornecedores
  • Adotar ferramentas digitais para auditoria e rastreabilidade
  • Conectar ESG à estratégia corporativa, não apenas à área de compliance.

Nos últimos anos, é praticamente um consenso de mercado que integrar ESG na gestão de terceiros deixou de ser opção e se tornou uma necessidade. Com práticas estruturadas, é possível fortalecer a reputação da empresa, atender órgãos reguladores e construir relações sólidas e sustentáveis com toda a cadeia de valor.

Na Executiva, ajudamos empresas a estruturar modelos eficientes de gestão de terceiros, garantindo conformidade, segurança jurídica e reputação sólida no mercado.

Entre em contato com nosso time comercial e descubra como implementar ESG na prática em sua organização.

Chame no WhatsApp: (11) 93414-7700 | E-mail comercial@executiva.com.br

 

FAQ – Perguntas Frequentes

  1. O que é ESG na gestão de terceiros?

É a aplicação de critérios ambientais, sociais e de governança no processo de seleção, contratação e monitoramento de fornecedores.

  1. Quais riscos a empresa corre sem adotar práticas ESG na gestão de terceiros?

Desde multas e sanções até danos reputacionais e perda de contratos estratégicos.

  1. Como começar a integrar ESG na gestão de terceiros?

Mapeando riscos, revisando contratos, treinando fornecedores e implementando soluções digitais para monitoramento contínuo.

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A terceirização tornou-se peça central nas estratégias de empresas que buscam eficiência, especialização e um diferencial competitivo no mercado. Contudo, sem gestão adequada, o que deveria gerar vantagem pode se transformar em um passivo milionário.

Multas trabalhistas, autuações por descumprimento de normas de segurança e danos à reputação são consequências diretas quando a conformidade não é monitorada em tempo real.

No primeiro semestre de 2025, segundo dados do MTE, o Brasil registrou 380.376 acidentes de trabalho com 1.689 vítimas fatais, um aumento de 9% nos acidentes e 5,63% nos óbitos em comparação com o mesmo período de 2024, com destaque negativo para os setores de construção civil e transporte, onde grande parte da força de trabalho é terceirizada.

Uma pergunta simples e direta: sua empresa sabe, neste momento, se todos os terceiros em operação estão em conformidade legal e de segurança?

 

Leia também: Terceirização de atividade-fim é legal: quais são os impactos para empresas privadas?

 

Normas, auditorias e a urgência de adequação

É inegável que a pressão regulatória não para de aumentar. Em 2023, foram contabilizados 2.888 acidentes fatais no Brasil, de acordo com dados do MTE. Construção civil e transporte rodoviário aparecem entre os setores mais afetados.

Esses números ajudam a demonstrar que não basta contratar terceiros. É indispensável comprovar, por meio de auditorias e fiscalizações, que a empresa exerce controle contínuo sobre condições de trabalho, obrigações contratuais e requisitos legais.

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, há cerca de sete meses, que a responsabilidade subsidiária da tomadora de serviços é configurada quando existe a comprovação de que a contratante foi negligente na fiscalização do contrato. Ou seja: não é possível terceirizar responsabilidades — a obrigação de vigiar e acompanhar é intransferível.

 

Responsabilidade subsidiária e solidária

A Lei da Terceirização nº 13.429/2017 reforçou que a empresa tomadora responde de forma subsidiária pelas obrigações trabalhistas se a contratada não cumprir seus deveres.

Na prática, se a terceirizada falha, o problema recai sobre a contratante. E, em casos de negligência grave ou fraude, a jurisprudência já reconhece situações de responsabilidade solidária, em que ambas podem ser cobradas conjuntamente.

O recado é direto: terceirizar, por si só, não elimina riscos, apenas os redistribui. E, cada vez mais, a responsabilidade recai sobre quem contrata.

 

O papel da tecnologia: prevenção em escala

O cenário atual exige mais do que relatórios manuais, frequentemente propensos a imprecisões e erros que geram graves prejuízos. É preciso ter visibilidade total e em tempo real sobre terceiros.

Com base nisso, ferramentas dotadas de alta tecnologia como o SG3, o MSP e a Exia IA, desenvolvidas pela Executiva, já estão ajudando inúmeras empresas de diversos setores a transformar esse desafio em vantagem competitiva. Veja os principais benefícios:

  • Rastreabilidade completa – cada acesso, documento e autorização monitorados do início ao fim.
  • Auditoria em tempo real – conformidade validada instantaneamente, mesmo em áreas sem conexão.
  • Visão estratégica dos riscos – dashboards e relatórios que permitem agir antes que o problema vire passivo.

Em um contrato recente no setor portuário, por exemplo, o SG3 bloqueou automaticamente acessos de prestadores sem ASO atualizado — evitando que a contratante sofresse autuação em auditoria surpresa.

A mensagem é clara: muito mais do que uma mera tendência, a tecnologia implementada de forma estratégica é requisito de sobrevivência para a gestão de terceiros.

 

O próximo passo

Sem dúvida alguma, ignorar a gestão estratégica de terceiros hoje é abrir espaço para multas, passivos trabalhistas e danos à reputação amanhã.

A pergunta que os líderes precisam responder é simples: minha empresa está realmente pronta para a próxima fiscalização?

Na Executiva, acreditamos que compliance, tecnologia e gestão integrada não são artigos de luxo, mas sim condições imprescindíveis para quem deseja crescer de forma eficiente, sustentável e segura.

Chame um dos nossos consultores no WhatsApp agora mesmo e descubra como estruturar uma gestão de terceiros que protege sua empresa de multas e passivos ocultos: (11) 93414-7700 | E-mail comercial@executiva.com.br.

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Em setembro de 2024, o governo federal, por meio do Decreto nº 12.174/2024, introduziu normas mais protetivas para trabalhadores terceirizados da Administração Pública Federal. Embora essa regulamentação seja voltada ao serviço público, ela representa um gatilho importante para o setor privado refletir sobre suas práticas de terceirização.

Entre os principais pontos da nova norma, destacam-se regras mais claras para a seleção de fornecedores, exigência de comprovação de regularidade trabalhista e fiscal, e a ampliação de mecanismos de monitoramento da execução dos contratos.

Leia também: Saiba como os sistemas da Executiva contribuem para tornar as empresas mais eficientes

O que o decreto estabelece:

  • Flexibilidade na jornada de trabalho: permite a redução da carga de 44 para 40 horas semanais, sem corte salarial, alinhando a jornada aos órgãos que não operam nos finais de semana.
  • Compensação de horas e escalas adaptáveis: inclui recesso de fim de ano, escalas diferenciadas e frameworks para acomodar variações na demanda sem prejuízo ao trabalhador.
  • Critérios para licitações e propostas justas: só serão aceitas propostas cujos salários e benefícios estejam alinhados aos custos reais estimados nos editais.
  • Mecanismos de denúncia: exige que contratos administrativos contem com canais para relatar discriminação, violência e assédio no ambiente de trabalho.

Por que o setor privado deve prestar atenção?

Mesmo não sendo obrigado a seguir a regulamentação pública, o mercado privado enfrenta desafios similares: garantir que parceiros terceirizados cumpram obrigações legais, mantenham padrões de qualidade e operem com transparência.

Ao adotar práticas inspiradas na nova regra do setor público, as empresas privadas podem:

  1. Reduzir riscos trabalhistas e fiscais, evitando passivos inesperados;
  2. Aumentar a qualidade da prestação de serviços, com critérios claros e medição de desempenho;
  3. Fortalecer a governança, integrando compliance e gestão de contratos.

Boas práticas que podem ser aplicadas

Seleção criteriosa de fornecedores

Estabelecer critérios objetivos de qualificação, incluindo histórico de conformidade, saúde financeira e referências de mercado.

Fiscalização ativa

Monitorar a execução contratual por meio de auditorias periódicas e indicadores de desempenho.

Cláusulas de compliance

Incluir no contrato exigências claras sobre obrigações legais, políticas anticorrupção e regras de segurança do trabalho.

Treinamento e alinhamento

Garantir que equipes internas e fornecedores compreendam políticas e processos da empresa.

O que o setor privado pode aprender?

A principal lição relacionada à nova regra voltada aos terceiros da administração pública é que terceirização e conformidade caminham juntas. A experiência do setor público mostra que clareza nas regras, fiscalização constante e critérios de qualidade reduzem riscos, além de aumentarem a eficiência e a confiabilidade das operações.

No ambiente corporativo, aplicar esses princípios significa transformar a terceirização em um ativo estratégico, capaz de gerar valor e não apenas de reduzir custos.

Na Executiva, ajudamos empresas a implementar modelos de terceirização alinhados às melhores práticas de governança, inspirados tanto no setor privado quanto em experiências bem-sucedidas do setor público.

Nossos diferenciais incluem:

  • Mapeamento e qualificação de fornecedores com critérios objetivos de conformidade.
  • Gestão contínua de contratos, com indicadores de desempenho e auditorias.
  • Estruturação de processos de compliance integrados à terceirização.

Em um cenário de mudanças regulatórias e exigências crescentes, adotar as lições certas garante mais segurança, previsibilidade e resultados sustentáveis para o seu negócio. Entre em contato com o nosso time e veja como as nossas capacitações personalizadas podem auxiliar sua empresa. 

Chame no WhatsApp: (11) 93414-7700 | E-mail comercial@executiva.com.br

FAQ – Perguntas Frequentes

 

  1. O que muda com a nova regra para terceirizados no setor público?

Houve redução da jornada semanal para 40h sem corte salarial, critérios mais rígidos de licitação e mecanismos de denúncia obrigatórios.

  1. Essa regra se aplica ao setor privado?

Não diretamente, mas serve como referência de boas práticas para melhorar a conformidade e a governança.

  1. O que empresas privadas podem aprender com a nova regra?

Adotar critérios claros para seleção de fornecedores, fortalecer o compliance e criar canais de denúncia para colaboradores terceirizados.

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A gestão documental na construção civil é um dos pilares para garantir a continuidade das obras, reduzir riscos jurídicos e evitar passivos trabalhistas. Em um setor onde a alta rotatividade de mão de obra e a presença de múltiplos prestadores de serviço são uma realidade, manter o controle sobre a documentação de terceiros e colaboradores é uma necessidade estratégica.

Neste artigo, explicamos como a falta de controle sobre documentos trabalhistas e de segurança pode comprometer o andamento da obra, e como implementar um processo de gestão eficaz para evitar prejuízos e garantir conformidade legal.

De acordo com o Panorama da Construção 2023, lançado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), mais de 60% das paralisações de obras públicas ocorrem por falhas de documentação ou inadequação contratual, o que demonstra o impacto direto da gestão documental na operação.

Leia também: 3 dicas definitivas para evitar os riscos na contratação de terceiros

Por que a gestão documental é crítica na construção civil?

A construção civil é um dos setores com maior complexidade regulatória no Brasil, com inúmeras obrigações legais em canteiros de obra, como a apresentação de documentos exigidos pela CLT, NR-18, NR-35, além de convenções coletivas e legislações municipais e estaduais.

Sem um sistema eficaz de controle, documentos como ASOs (Atestados de Saúde Ocupacional), certificados de treinamentos obrigatórios (ex: trabalho em altura), comprovantes de entrega de EPIs e registros de vínculo empregatício podem ficar desatualizados ou ausentes — colocando a empresa em risco de:

  • Multas e interdições por fiscalização
  • Paralisação de obras por descumprimento de normas
  • Responsabilidade solidária em processos trabalhistas
  • Inadimplência em contratos com órgãos públicos ou grandes incorporadoras

Riscos da má gestão documental x Soluções preventivas

Problema recorrente Consequência para a obra Solução com gestão documental
Falta de ASO ou exames periódicos Multas e afastamentos legais Controle digital de validade e alertas
Terceirizado sem registro em carteira Ação trabalhista com responsabilidade solidária Validação prévia de documentação do prestador
Ausência de treinamento obrigatório (NR-35, NR-18) Interdição da atividade e paralisação Checklists integrados e cobrança preventiva
Atraso na entrega de folhas de pagamento ou FGTS Rescisões contestadas e impactos financeiros Auditoria mensal automatizada

Como implementar uma gestão documental eficiente no canteiro de obras?

  1. Mapeie os documentos obrigatórios por função e risco

Cada cargo dentro da obra exige uma documentação específica. Um servente, um eletricista e um trabalhador em altura, por exemplo, têm exigências legais distintas. O mapeamento ajuda a evitar generalizações e lacunas.

  1. Padronize os processos com prestadores de serviço

A terceirização na construção civil exige ainda mais rigor documental. É fundamental estabelecer contratos claros, exigir documentação desde o onboarding e manter um canal direto de atualização contínua.

  1. Digitalize e centralize os documentos

Sistemas de gestão documental digital permitem controlar prazos de validade, receber alertas automáticos e gerar relatórios em tempo real. Isso reduz erros manuais e facilita auditorias internas ou externas.

  1. Audite e atualize periodicamente

Não basta coletar a documentação no início do projeto. A cada mês, devem ser feitas conferências de validade, atualizações de folha, comprovação de recolhimentos e evidências de treinamentos, evitando acúmulo de passivos trabalhistas no setor de construção.

Gestão documental na construção civil como diferencial competitivo

Como você pôde observar neste artigo, a gestão documental na construção civil deixou de ser apenas uma exigência legal. Em grandes obras e concorrências públicas, ela já é critério de escolha para contratação. Empresas com estrutura madura nesse aspecto conseguem evitar paralisações por falta de documentação, reduzir custos jurídicos e transmitir mais segurança aos contratantes.

A Executiva atua com soluções completas para controle de documentos trabalhistas em obras, integrando compliance, tecnologia inovadora através do sistema SG3 e acompanhamento contínuo de terceiros por meio de auditorias ativas — com foco na prevenção de riscos e na fluidez operacional.

Quer proteger sua obra de imprevistos e passivos invisíveis? Agende uma conversa com nosso time e veja como implementamos essas medidas no seu canteiro de obras.

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A terceirização de mão-de-obra na indústria é uma prática consolidada em muitos setores produtivos. Seja em áreas como logística, manutenção, segurança, limpeza, facilities ou até no apoio à produção, a presença de terceiros é cada vez mais comum para garantir flexibilidade, redução de custos e foco no core business.

Contudo, sem uma gestão de terceiros bem estruturada, essa prática pode trazer riscos trabalhistas, operacionais e de compliance, que impactam diretamente a produtividade e a reputação das empresas.

Neste artigo, vamos demonstrar como mitigar riscos na terceirização industrial e implementar uma abordagem que alia segurança jurídica e eficiência operacional. Ao final, você entenderá por que contar com uma consultoria em gestão de terceiros faz toda a diferença para o sucesso da operação.

Leia também: Fornecedores ideais: 3 principais desafios na escolha e como superá-los com tecnologia

Terceirização na indústria: por que ela cresce tanto?

A terceirização se tornou peça-chave para a competitividade industrial. Segundo estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), 69% das indústrias brasileiras utilizam serviços terceirizados em pelo menos uma etapa da operação, sendo que a maioria reconhece ganhos em eficiência e agilidade (Pesquisa CNI, 2022).

Ao permitir que a empresa concentre esforços em áreas estratégicas, a terceirização ajuda a reduzir custos fixos, aumentar a escalabilidade e ajustar o time operacional conforme a demanda.

Todavia, esses benefícios só se concretizam quando a terceirização é feita com responsabilidade, critérios técnicos e governança adequada.

Conheça os principais riscos da terceirização na indústria

Mesmo com ampla utilização, muitos gestores ainda subestimam os riscos da terceirização na indústria. Os mais recorrentes, incluem:

  • Riscos trabalhistas na indústria: passivos gerados por má gestão de folha, jornadas, EPIs ou condições de trabalho inadequadas.
  • Falta de controle de acesso e segurança: terceiros circulando em áreas críticas sem monitoramento, colocando em risco pessoas, processos e dados.
  • Não conformidade com normas legais e regulatórias: especialmente em setores que demandam alto nível de rastreabilidade e auditoria. Aqui, a conformidade legal na terceirização se torna um fator-chave para evitar sanções.
  • Impacto na performance da linha produtiva: profissionais desqualificados, alta rotatividade e ausência de indicadores comprometem a produtividade.

Ignorar esses fatores pode comprometer toda a cadeia produtiva, além de gerar responsabilidade solidária para a contratante, conforme previsto pela legislação trabalhista.

Como mitigar riscos e garantir eficiência com terceirizados?

Para transformar a terceirização em uma vantagem competitiva, e não em um passivo oculto, algumas boas práticas são determinantes:

  1. Estabeleça critérios técnicos de contratação

Escolha fornecedores com histórico comprovado, compliance validado e estrutura para atender às exigências da sua indústria.

  1. Formalize contratos com cláusulas claras

Inclua obrigações relacionadas à saúde e segurança, metas operacionais, responsabilidade solidária e gestão de pessoal. A assessoria jurídica especializada é indispensável nesse processo.

  1. Acompanhe indicadores de performance (KPIs)

Mensure produtividade, qualidade e segurança dos terceirizados. Isso permite ajustes ágeis e garante alinhamento com os objetivos industriais.

  1. Implemente uma gestão centralizada de terceiros

Utilize sistemas, processos e equipes focadas exclusivamente na gestão de terceiros na indústria, promovendo controle, rastreabilidade e prevenção de riscos.

  1. Promova treinamentos e integração operacional

Integrar o terceirizado à cultura da empresa e às práticas de segurança garante maior alinhamento e resultados consistentes.

Terceirização na indústria exige gestão profissional

Contar com parceiros terceirizados é uma necessidade real para a indústria moderna. No entanto, o que diferencia operações bem-sucedidas daquelas que acumulam problemas é a qualidade da gestão dos terceiros envolvidos.

Na Executiva, temos expertise em gestão estratégica de terceiros na indústria, atuando com foco em compliance, prevenção de riscos e melhoria contínua dos processos operacionais. Nossa atuação engloba desde auditorias, mapeamentos e homologação de fornecedores até a gestão de facilities industriais, com visão integrada e foco em resultados.

Quer saber como aplicar a terceirização de forma segura e eficiente na sua indústria? Entre em contato agora mesmo com o nosso time comercial e descubra como mitigar os riscos das suas operações industriais. Nosso time pode mapear com você os gargalos críticos e estruturar um plano sob medida.

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